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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

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Esta novela foi adaptada para o filme que Blake Edwards realizou com o mesmo nome, um amável filme cativante, cheio de humor e «glamour».
«Moon River» canção tema do filme, com música de Henri Mancini, letra de Johnny Mercer, ganhou o Óscar para a melhor canção original.
No calor da noite, a beleza de Audrey Hepburn, cantando «Moon River»,  luas, rios, vagabundos de sonhos Manhattan e o bar do Joe Bell:
«Vou preparar-te uma bebida. Uma coisa nova. Chamam-lhe Anjo Branco» - disse ele misturando maia de vodka e meia de gin, sem vermute.»
Truman Capote, entendia que Marilyn Monroe era a pessoa certa para a personagem de Holy Golightly, uma prostituta solitária e inquieta de Manhattan.
Não digo que Capote não tivesse as suas razões – e como eu gosto de Marilyn! - mas teríamos perdido aquela doçura de uma boneca de luxo chamada Audrey Hepburn.
Um crítico norte-americano escreveu que quase todos aqueles que hoje escrevem devem algo a Truman Capote e o excessivo Norman Mailer considerou-o o escritor mais perfeito da sua geração.


domingo, 9 de julho de 2017

ANDAR NA LUA


Muita Lua, por via de José Gomes Ferreira e Maria Teresa Horta, aconteceu por aqui.
Hoje, domingo de Lua Cheia, lembrei-me da minha avó a dizer-me: «andas sempre na Lua!»
Ah!… aqueles tempos de eu «andar na Lua.»… música para os meus ouvidos.
Também uma das interpretações de «Blue Moon.» que muito me agrada, a dos Cowboys Junkies e, no calor da noite, a beleza de Audrey Hepburn, cantando «Moon River», nesse maravilhoso «Breakfast at Tiffany’s», baseado numa novela de Truman Capote, que entendia que Marilyn Monroe era a pessoa certa para a personagem de uma prostituta solitária e inquieta de Manhattan.
Não digo que Capote não tivesse as suas razões, mas teríamos perdido aquela doçura de uma boneca de luxo chamada Audrey Hepburn.
Bom, final de domingo.



sábado, 14 de fevereiro de 2015

DA MINHA GALERIA


Audrey Hepburn no belíssimo filme My Fair Lady.

domingo, 4 de maio de 2014

MINHA LINDA SENHORA



Lindíssima senhora que era, faria hoje uns lindíssimos 85 anos.

Fez dos mais bonitos filmes da história do Cinema mas teve uma vida nada fácil.


Nos últimos anos da sua vida, Audrey Hepburn entregou-se por inteiro às causas da UNICEF. Esses tempos ter-lhe-ão amenizado as memórias de uma vida sentimental à beira do abismo. Tropeçou sempre em homens que se serviram apenas, da sua beleza, da encantadora pessoa que era.


Vistos de longe, os Óscars da Academia valem a ponta de um corno, mas para alguma gente do cinema é um factor importante.

Audrey, para além de uma série de desconsiderações dos estúdios, nunca ultrapassou a tristeza de, pelo menos, não ter sido nomeada pelo papel de Eliza Doolittie que representa nesse extraordinário MyFair Lady de George Cukor, vencedor, em 1965, de oito óscares da Academia,


Neste dia, poderia ir buscar outras imagens, mas fica aquele em que Aufrey Hepburn, sentada numa janela aberta com uma guitarra nas mãos nas mãos canta Moon River, essa lindíssima canção de Henri Mancini, da banda sonora de Boneca de Luxo, baseado num livro de Truaman Capote, que entendia que Marilyn Monroe era a pessoa certa para a personagem de uma prostituta solitária e inquieta de Manhattan.

Não digo que Capote não tivesse as suas razões, mas teríamos perdido aquela doçura de uma boneca de luxo chamada Audrey Hepburn.

Happy Birthday!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O QU'É QUE VAI NO PIOLHO?


Em Maio, Audrey Hepburn será capa da Vanity Fair.

Como não poderia deixar de ser, a capa é elegantíssima.

O seu filho Luca Dotti volta a lembrar que Audrey não se considerava bonita, nem entendia por que as pessoas assim a consideravam.

Achava que era muito magra (tinha 50 Kgs.), nariz e pés grandes e seios pequenos demais, mas sempre se recusou a encher os decotes como os estúdios pensavam que seria o ideal.

A capa da Vanity Fair recupera a fotografia que aparece em Audrey Hepburn: A Biografia da autoria de Donald Spoto, publicada em todo o mundo, incluindo Portugal.

Audrey Hepburn quis ter um casamento afectuoso, uma vida normal, mas o casamento com Mel Ferrer, os seus persistentes e desesperados ciúmes mataram-lhe o sonho, não mais se recompôs e dedicou os últimos anos de vida a causas humanitárias.

Percorrem-se as fotografias de Audrey Hepburn, e o encantamento que ela irradia, projectam ares e murmúrios de delicadeza perturbante.

Citando João Bénard da Costa em Muito Lá de Casa:

Durante muito tempo, mulheres assim metiam-me algum susto. Não sei se tinha medo de as partir a elas, ou elas que me partissem a mim.


Em toda a sua carreira Audrey Hepburn apenas ganhou um Óscar da Academia – Férias em Roma de William Wyler’s e em que contracena com Gregory Peck.

Os oscars da Academia de Hollywood valem o que valem – em minha opinião: nada! Basta lembrar que My Fair Lady de George Cukor teve nomeações mas nenhuma para Audrey Hepburn no papel de Eliza Doolittle.

Diz tudo.

Numa carta a George Cukor, que se pode ler na autobiografia escrita por Donald Spoto, a actriz desabafa com o realizador:

Acho que não sou a única que não está às escuras. Parece-me tudo muito simples – a minha interpretação não foi das melhores. Acredito firmemente que, se fosse verdade que alguém se queria vingar do Jack Warner ou de mim, ou queria assegurar o Óscar à Julie Andrews, os seus sentimentos seriam automaticamente postos de lado se o meu esforço tivesse sido digno. Como “My Fair Lady” significou tanto para mim, esperava secretamente uma nomeação, mas nunca contei com um Óscar. Assim, estou desiludida mas não surpreendida como os meus amigos parecem estar.

Tão pouco os senhores da Academia conseguiram reparar na desconcertante Holly Golightly que ela foi no filme de Black Edwards Boneca de Luxo, Audrey à janela, de viola na mão, cantando Moon River que Henry Mancini compôs, em estado de graça, possivelmente, apenas a pensar em Audrey Hepburn.

Truman Capote queria, o filme é baseado no seu livro, Breakfast At Tiffany’s, Marilyn Monroe para o papel feminino. Deram-lhe uma Audrey Hepburn, que veio a revelar-se deslumbrante de graça e leveza.

Não desfazendo em Marilyn, chama-se a isto escrever direito por linhas tortas.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ANDY WILLIAMS (1927-2012)


Na longa lista dos meus crooners, não se encontra nos primeiros lugares.
Não por demérito do artista, mas por mero gosto pessoal.
Andy Willimas ficará sempre ligado a Moon River, canção do filme Breakfast At Tiffany’s, que em português se chamou Boneca de Luxo, comovente interpretação da lindíssima Audrey Hepburn.
O ano passado foi-lhe diagnosticado um cancro. Esteve em tratamento, mas em Julho deixou o hospital para que pudesse passar os últimos dias em casa.
Passou-se o mesmo, entre muitos outros, com Paul Newman que, por mera coincidência, morreu faz hoje quatro anos.
Com um cancro nos pulmões, Newman, já muito debilitado, decidiu abandonar o hospital em Agosto desse ano, de forma a passar os últimos dias de vida em casa, junto dos seus.
O jornalista Victor Cunha Rego disse um dia: A pessoa preparar-se para a morte é a grande finalidade da vida.
Morrer não deverá ser, necessariamente um acto de solidão e abandono.
António Lobo Antunes escreveu que ninguém está preparado para morrer e citava Paul Klee: Como posso eu, cristal, morrer?

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

UTILIDADES


Cinzeiro.
Audrey Hepburn e Cary Grant no filme Férias em Roma.

sábado, 4 de setembro de 2010

A FESTA DOS SCHLUMBERGER


A edição do “Diário Popular” de 5 de Setembro de 1968, traz larga reportagem sobre a festa dos Schlumberger.

Nuno Rocha foi o “grande repórter” e Vera Lagoa, “bisbilhutando”, assina uma página inteira, que tem este começo:

“São sete horas da manhã. Acabo de chegar a casa, vinda da quinta do Vinagre. Vinda da festa que os Schlumberger ofereceram. Da festa para a qual foram convidadas celebridades internacionais. Para a qual foram convidadas celebridades nacionais.
“Podia começar por dizer que o Sol começa a nascer mesmo em frente dos meus olhos, mesmo em frente da minha janela, mesmo em frente da minha máquina de escrever. Podia. Mas já toda a gente conhece o nascer do Sol. Ninguém está interessado em saber o que avisto da minha janela. A verdade é que se espera que conte a festa. Mas também ninguém tem prazer em se sentar à máquina às sete da manhã para descrever flores, vestidos, jóias, ceias, orquestras. Sinceramente, neste momento, com o tal Sol a surgir, apetecia-me muito mais falar dele do que da noite que acabou. Mas como não é oportuno falar do Sol que a todos aquece, falarei da noite que coube aos escolhidos.”
Mais à frente, Vera Lagoa cronica que um cabeleireiro trouxe para Portugal vinte quilos de postiços e atalha: “Ora eu peguei nos meus quarenta e sete gramas de postiço platinado e fui pentear-me à Odete, do Cabeleireiro ro Amaro, fui a correr comprar uns sapatos na Lúcia, maquilhei-me na Loretti e vesti-me na Carmen Modas. Tudo nacional. As peles? Essas eram também nacionais, mas emprestadas. Fiz um vistão.”


Há-de depois confessar que tem “um bloco cheio de apontamentos, mas nem sequer tenho coragem para os consultar. Vai de cor. Talvez resulte.”


Não resultou muito bem.




Quis lembrar-se da cor do sari da Begum Aga Khan, mas perdeu-se. “Talvez fosse cor de morango. Talvez fosse outro cor de rosa" e, lamentavelmente, acabou por não ver a Mary Espírito Santo, “que foi uma das primeiras a chegar. Mas disseram-me que estava de branco e muito elegante”.

Os nomes de um ror de gente invadem a prosa de Vera Lagoa e aproveita para lembrar que a dona da casa tinha dito que “não consentiria pijamas, mas muitas calças e bermudas com túnicas apareceram.”, mas como eram “Tão bonitos ninguém se opôs a que entrassem. Apenas uma senhora foi mandada para trás. Vinha de vestido curto e casaco de fazenda. Para um baile de gala, de facto, era demais."


Mais gente, muita gente,: “Audrey Hepburn foi eleita a mais simpática. Dançou com toda a gente, foi muitíssimo gentil, deixou a melhor das interpretações. Mas Gina Lolobrigida estava pirosíssima. Sempre a achei assim, mas desta vez exorbitou. Foi, por unanimidade, eleita a mais antipática, pois recusou-se a dançar com quem não conhecia. Num baile particular, devia dançar com toda a gente. Além disso, parecia, como de costume, um reclame a produtos para desenvolvimento de certas glândulas… Também era horroroso o homem de bigode que a acompanhava.”


Chegada aqui, Vera Lagoa, está cansada.


“E vou despedir-me. Devo dizer bom dia ou boa-noite? Não sei. Por isso, o mais certo, o mais correcto, é dizer: “Até amanhã.”

(Para continuar).

sábado, 27 de fevereiro de 2010

OLHAR AS CAPAS

Audrey Hepburn: A Biografia

Donald Spoto
Capa José Manuel Reis
Edições ASA, Lisboa, Outubro de 2007

Anos mais tarde, aqueles que trabalharam com ela na UNICEF e aqueles que sentiram o seu carinho, a sua compaixão e o seu trabalho eficaz em África e no resto do mundo conheceram em primeira mão o resultado dessa colheita. O círculo fechara-se; a arte ficara envolta no âmago do seu ser. Como ela exclamara uma vez em relação ao seu jardim todo em flor, podia-se agora dizer por fim sobre a sua vida: "É tudo tão impossivelmente - tão maravilhosamente - singular.

O QU'É QUE VAI NO PIOLHO?



Um pouco mais abaixo, a Aida fala de “Férias em Roma” com a Audrey Hepburn e o Gregory Peck. O tempo em que os filmes eram “com” e não “de”.

“Férias em Roma”, realizado em 1953, é um amável filme de William Whyler.


“Parece uma vespa” disse Enriço Piaggio quando viu o primeiro modelo do que é hoje um dos símbolos do século passado, e como “Vespa” ficou na História.


A "Vespa" nasceu em 25 de Abril de 1946.

A “Vespa” é também Audrey Hepburn e Gregory Peck nesse “Férias em Roma”, ou Nanni Moretti nos seus filmes “Querido Diário” e “Abril”.

Nunca fui a Roma, nunca irei, o meu orçamento já se vê em aranhas para ir comer uns filetes de tamboril à Trafaria, mas se a Roma fosse, entenderia que era de “Vespa”, por me parecer a melhor maneira, que percorreria a cidade. Aqui, para além dos orçamentos, nasceria outro problema: não tenho carta de condução. Mas deixem-me pensar que assim seria.


Diz quem por Roma andou, que se podem alugar “Vespas” por uma, oito, ou vinte e quatro horas e que as pessoas, esvoaçando nas "Vespas", cumprimentam-se umas às outras e até fazem corridas. Estou a vender peixe pelo preço por que comprei.

Em 2008, pelo Dia de São Valentim, a CNN revelava os 10 mais românticos filmes de sempre.

Estas coisas das listas valem o que valem, mas “Férias em Roma” aparecia em terceiro lugar. O primeiro lugar era ocupado por “Casablanca” de Michael Curtiz, a segunda posição por “Luzes da Ribalta” de Charles Chaplin, enquanto “Até à Eternidade” de Fred Zinnermann aparecia em quarto lugar.

No papel da princesa Anna, Audrey Hepburn, ganharia um Óscar pela sua interpretação. Tinha 24 anos.
João Bénard da Costa no seu “Muito Lá de Casa” escreveu que “durante muito tempo, mulheres assim metiam-me algum susto. Não sei se tinha medo de as partir a elas, ou medo que elas me partissem a mim.”.

Conta a lenda que Gregory Peck, apercebendo-se do seu soberbo trabalho, sugeriu que o nome de Audrey Hepburn, no genérico, aparecesse à frente do seu. Não é impunemente que sempre admiti que Gregory Peck era um verdaeiro “gentleman”.



Audrey Hepburn deixou aparições na tela que considero inesquecíveis, estarão mesmo gravadas na memória do cinema. Seria fastidioso enumerá-las, mas não resisto a recordá-la em “Boneca de Luxo” de Blake Edwards, à janela, de viola na mão, cantando “Moon River” que Henry Mancini compôs em estado de graça, possivelmente, apenas a pensar em Audrey Hepburn.

Truman Capote, o filme é baseado num dos seus livros, “Breakfast At Tiffany’s”, queria Marilyn Monroe para o papel feminino. Deram-lhe uma Audrey Hepburn, que veio a revelar-se deslumbrante de graça e leveza. Quase arriscaria a dizer que Audrey que parece ter nascido para todos os papeis que desempenhou no cinema, mas para este posso garantir que nasceu mesmo.

Como teria sido com Marilyn Monroe?

Apenas a imaginação nos pode conduzir a uma resposta, e, gostando também de Marilyn, delicio-me a pensar como efectivamente seria.

Todos os anos, reservo parte das noites de Inverno, para tentar fazer uma ideia, pálida que seja, de como seria.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DA MINHA GALERIA

Audrey Hepburn e Gregory Peck no filme "Féria em Roma".
Acho este postal maravilhoso. Só me lembra uma coisa: ternura.
Já não há artistas assim. já não há filmes assim, já não há olhares assim.