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domingo, 28 de maio de 2017

QUOTIDIANOS


Foi apanhado em flagrante, frente ao Pingo Doce da Nossa Senhora da Conceição, a vender uma base de cocaína.
A policia, que o vigiava por achar estranha a sua postura, deitou-lhe a mão quando o viu entregar algo e a receber dinheiro em troca. Mas, após busca exaustiva, não conseguiu encontrar-lhe nada.
Certos de que estavam "a ser ludibriados", os investigadores da PSP de Vila Real decidiram "revistar o cão".
Nada no pelo mas, bem dissimulados na trela animal, estavam seis pacotes de heroína e duas bases de cocaína. Mesmo assim o Pinóquio negou. Não sabia de nada e a haver droga só podia ser do cão.
Vai ser presente ao juiz de instrução criminal.

Do Jornal de Notícias

Legenda: não foi possível identificar o autor/origem da fotografia.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O HALLOWEEN DOS ANIMAIS


Do folheto de O Continente de 25 a 31 de Outubro.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

OLHAR AS CAPAS


Nylon, Mulheres e Crimes

Tradução: Fernanda Pinto Rodrigues
Capa: Lima de Freitas
Colecção Vampiro nº 249
Livros do Brasil Editores, Lisboa, s/d

Um cão reconhece sempre outro cão. Vêem-se, cheiram-se ou ouvem-se, mas nunca se tomam por outra coisa, a não ser por cães. Podem ser de qualquer, feitio ou cor, mas para um cão, um cão é um cão.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

NOTÍCIAS DO CIRCO


Maria João Bastos está destroçada com a morte de Amélie: a sua chihuahua, de 5 anos, morreu na sequência de uma destartarização.
A atriz garante que Amélie era uma cadela saudável, sem problemas, e não se conforma com as circunstâncias em que ela morreu. Depois da destartarização, a chihuahua de Maria João deixou de comer e de beber, e ficou com dificuldades em respirar. Os sintomas foram sempre desvalorizados pela médica veterinária, e Amélie acabou por morrer.
Descontente com a assistência que lhe foi dada depois da intervenção, a atriz pondera processar o Hospital Veterinário Vasco da Gama por desconfiar de negligência médica, e afirma que vai até às últimas consequências para descobrir o que levou à morte da sua “menina”. 
Saiba tudo na Lux desta semana, nas bancas!

Legenda: texto e imagem da Lux-online

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

QUOTIDIANOS


Um homem, de 74 anos, morreu mordido, na cara e no pescoço, pelo seu próprio cão.
Aconteceu, ontem, em Vandoma, Paredes.
O cão, um animal de grande porte, arraçado de pastor alemão, foi levado para o canil municipal.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

terça-feira, 14 de abril de 2015

É PERMITIDO AFIXAR ANÚNCIOS


Encontrei este cartaz perto da minha casa, nas Escadinhas dos Baldaques.
Gosto de animais e lamento que muitas pessoas que têm cães não tenham o devido cuidado quando os vêm passear.
A esmagadora maioria faz por esquecer o saquinho que devia guardar os dejectos caninos.
Andar nos passeios de Lisboa tornou-se um verdadeiro pesadelo.
Um pouco mais de civismo não ficava mal e os lisboetas agradeciam!
É pedir assim tanto?
Pelas amostras que vemos, diariamente nas ruas, parece que sim!

terça-feira, 18 de março de 2014

OLHARES


Placard no Jardim Tristão da Silva nas Olaias.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

QUOTIDIANOS


Uma mulher inglesa esfaqueou, na terça-feira, o seu cão, um bulldog, numa tentativa de salvar a filha de quatro anos
Em vão.
Devido aos ferimentos provocados pelo cão, a criança veio a morrer no hospital.
Há cerca de dois meses os pais da criança foram buscar o animal a um canil.
Chamaram-lhe Mulan e vivia no apartamento.
Naquele dia a criança, por se encontrar doente, não foi à escola.

O responsável da polícia de Leicestershire disse aos jornalistas que decorrem investigações para perceber o histórico do animal, do local de onde veio, como foi feita a inserção na família.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO


Jamais hei-de perceber, custa-me muito a admitir, como se pode ter cães fechados num apartamento.

Na esmagadora maioria são cães grandes, um receio latente só de os olhar.

Um verdadeiro crime.

Depois passeiam-nos pelas ruas, soltam-nos nos relvados dos jardins, onde crianças correm, brincam, adultos dormem a sesta, velhos batem ases e manilhas, jovens namoram.

Sentado no mureto do parque infantil, olho o cair da tarde e, de repente, o condutor de uma carrinha branca, de um qualquer hotel de cães, ou coisa algo parecida, solta os animais no relvado do Parque dos Jardins da Parede.

O jovem condutor da carrinha devia acompanhá-los, vigiá-los – já que lançar cães num jardim, sem trela, sem nada, terá que ter proibição ou limitações.

Mas não.

Está encostado à carrinha a falar ao telemóvel.

Os cães andam em correria desenfreada pelo parque.

Mijam e cagam na relva, nos canteiros de flores.

Nas ruas das cidades acontece o mesmo.

Verdadeiro carrossel para fugir à merda dos cãezinhos.

Porque a esmagadora maioria dos donos não anda com um saquinho de plástico para apanhar a dita merda.

As coimas estão apenas no papel.

Este saco, não sei se já teve merda de cão, mas agora está vazio, a navegar no lago dos Jardins da Parede, em frente ao Grande Caffe.

E gatos?

Bom, gatos é uma outra história, contas de um outro rosário.

Por esse porquê, voltarei em outra oportunidade.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

TERRÍVEIS IRRESPONSABILIDADES


Uma menina de três anos ficou gravemente ferida na cara após ter sido atacada por um cão no concelho de Santiago do Cacém, tendo sido transportada de helicóptero para o Hospital de Dona Estefânia.
A criança, que estava em casa dos avós, foi mordida por um cão de raça pastor alemão em Foros da Casa Nova, na freguesia de São Domingos.
Há meses um cão matou uma criança.
Milhares de pessoas, numa petição, insurgiram-se contra o abate do cão.
Não mais ouvi falar do assunto e desconheço o desfecho.
O que sei é que uma coisa é gostar-se de animais, outra é a irresponsabilidade dos donos dos animais.
Como se já não nos bastasse o desespero do dia-a-dia, ainda temos que levar com notícias como esta!

sábado, 25 de agosto de 2012

QUOTIDIANOS


 Uma mulher de 46 anos foi atacada na sexta-feira à noite, em casa, em Matosinhos, pelo cão do filho e morreu.

A mulher foi mordida na garganta por um cão de raça potencialmente perigosa, uma mistura de leão da rodésia e pitbull.

Só estava ela e a minha avó, que se encontra em casa. Quando eu cheguei, ela já estava morta", conta a filha da vítima. Sei que ela estava a sair do quarto da minha avó e vinha a comer um pão. O cão fez-se ao pão, a minha mãe fez-lhe frente e ele atacou-a.
O cão tinha o vício de rosnar, mas obedecia muito bem a mim e ao meu irmão. Também não fazia mal à minha avó, mas não obedecia à minha mãe, disse a irmã do dono do cão.
Este é assim o segundo ataque mortal de cães perigosos em apenas duas semanas, depois de na semana passada um dogue-argentino ter atacado uma criança de 20 meses, também na zona do Porto.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

É PERMITIDO AFIXAR ANÚNCIOS



Tenho a ideia de que este anúncio, encontrado num folheto publicitário de um qualquer restaurante de Cascais, tem mais de 10 anos.

Não sei se o hotel ainda existe, ou mudou de nome, ou de local, o que quer que seja.

Dentro do folheto encontrei um texto de Thomas Bernhard, colocado ali para um qualquer fim, mas não deslumbro qual.

Certamente, o texto, é transcrito de um blogue, mas os esforços feitos nesse sentido,não deram,  nem para encontrar a origem do texto de Thomas Bernhard,  nem o blogue de onde foi retirado.

Para mais fácil leitura, por favor, clique em cima dos textos.

domingo, 20 de março de 2011

domingo, 10 de outubro de 2010

AH!...OS CÃEZINHOS!...


Não era um pitbull, ou um rottweiler, mas era um cão grande.
Ao ver a miudita a correr pelo jardim, também quis brincar e atirou-a ao chão. A mãe da criança insurgiu-se e gritou à mulher-dona-do-cão, que deveria andar com o cão pela trela.
A dona do cão, uma tia-enfiada-numas-calças-de-ganga-mais-que-justas-e-umas-botas-de-montar, rematou em histeria que se a criança não andasse a correr no jardim já o cão não lhe saltava às pernas.
No silêncio do Jardim da Paiva Couceiro, com os velhos em fundo a jogar à sueca, concluí de mim para mim, que o fundamentalismo dos donos de animais começa a atingir níveis próximos duma paranóia de outro mundo.
Já tenho de fazer gincanas nos passeios da rua onde vivo para não pisar merda de cão dejectada sem que os donos dos cãezinhos tratem de a apanhar para um saquinho de plástico, tal como mandam os regulamentos camarários, a civilidade, o respeito pelos outros.
Fico agora a saber que as crianças não podem correr nos jardins porque enervam os cães e os põem em alvoroço.