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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

POSTAIS SEM SELO


O mais chato é quando a felicidade passa por nós e não nos apercebemos.

Luiz Rainha

terça-feira, 25 de setembro de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

E LUCEVAN LE STELLE


São infinitos os pretextos para beber champanhe, esse néctar dos deuses, tempo de vinhos e de rosas, como tantas vezes citou João Bénard da Costa, ele que também,  disse que ninotckagretagarbo converteu-se ao capitalismo por causa do champanhe.

Diz uma das muitas lendas que envolvem Marilyn Monroe, que um dia tomou banho com 350 garrafas de champanhe, qualquer coisa a lembrar os banhos com leite de Cléopatra.

Num artigo publicado no Público, Vasco Câmara, já chamara a Marilyn, a rapariga cor de champanhe.

A casa francesa JM Gobillard & Fils concebeu o Marilyn Monroe Premier Cru Brut, feito com 50% de Chardonnay e o restante com Pinot Noir e Pinot Meunier, tendo estado em adega por três anos e descrito como um champanhe frutado, sedoso e delicado, um aroma elegante.


Imagine agora, que tem à frente dos olhos uma garrafa de Marilyn Monroe Premier Cru Brut, ouvir aquele estalo cavo da rolha a saltar, o murmurar das primeiras e vibrantes gotas a tombarem lentamente na tal fllûte, onde está estampado um dos muitos belos rostos de Marilyn, contrariar Basílio quando diz a Luísa que horror beber champanhe por um copo, o copo é bom par o Colares, no mesmíssimo momento em que toma uma gota de champanhe e num tempo passa-o para a boca dela, ou a espantada cara de Richard Sherman, quando a sensual jovem que é modelo e sonha ser actriz, lhe diz que, num pulinho já lhe faz companhia, vai só buscar a roupa interior ao congelador, acender um charuto, colocar na grafonola um disco com as canções de Marilyn, olhar a janela, e ver lá no céu a lua disfarçada de quarto crescente.

Não se explicam mistérios, nem sensações, e não se perde mais tempo, Vinicius, em poucas palavras, deixou tudo dito:

Foi um dos seres mais lindos que já nasceram.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

É PERMITIDO AFIXAR ANÚNCIOS


 – Como é? Perguntou Luísa erguendo o copo.
   - Não é com o copo! Horror! Ninguém que se preze bebe champanhe por um copo. O     
     Copo é bom para o Colares…
Tomou um gole de champanhe, e num beijo passou-o para a boca dela. Luísa riu muito,  achou “divino”, quis beber mais assim. Ia-se fazendo vermelha, o olhar luzia-lhe.

Eça de Queiroz em O Primo Basílio     

domingo, 25 de setembro de 2011

OLHARES


A cidade tem destas mensagens deixadas pelas paredes.

No portão de uma velha oficina, na Rua da Manuetenção, ali para os lados de Xabregas pode ler-se:

“O chamapnhe da 111 é melhor”

Por champanhe pensa-se em “Don Perignon”, em “Moet ; Chandon” os da “Pierre-
Jouet”, coisas assim, mas agora, alguém escreveu numa parede da cidade que o melhor champanhe é o da 111.

Faltam elementos para perceber a mensagem.

A “111” será a galeria?

E vendem lá champanhe? .

Não por nacionalismo pacóvio ou patrioteiro embandeirado,  ou a mania que percebo disto a potes, prefiro os nossos espumantes ao champanhe, apenas uma questão de gosto, no more.

Mas prontos, ficamos com esta:

“O champanhe da 111 é melhor!”

segunda-feira, 30 de maio de 2011

É PERMITIDO AFIXAR ANÚNCIOS




Winston Charchill.

Sangue, suor e lágrimas, charutos, champanhe, um nome gravado na História.

"Tirei mais do álcool do que o álcool tirou de mim", escreveu.

Guy Debor, autor de “A Sociedade do Espectáculo”, disse por outras , quase as mesmas, palavras: “Embora tenha lido muito, bebi mais. Escrevi muito menos do que a maior parte das pessoas que escrevem; mas bebi muito mais do que a maioria das pessoas que bebem.”

Quando perguntaram a Winston Churchill se os seus inimigos se sentavam na outra bancada, a resposta foi certeira: do outro lado sentam-se os meus adversários, os meus inimigos sentam-se deste lado.

A lenda diz que no “Dia D” terá dito que não estava em causa a libertação da França, mas também do champanhe.

Ainda Churchill:

"Bebo sempre champanhe; na vitória para celebrar e na derrota para me consolar".

terça-feira, 12 de abril de 2011

BOLETIM METEOROLÓGICO


Céu pouco nublado ou limpo, aumentando de nebulosidade. Vento fraco, sendo moderado no Algarve até ao fim da manhã e soprando moderado no litoral oeste a sul do Cabo carvoeiro durante a tarde. Condições favoráveis a trovoadas e aguaceiros durante a tarde, em especial nas regiões do interior. Na costa ocidental, ondas do mar de noroeste com 1 a 2 metros, na costa sul, ondas de sueste com 1 a 2 metros. Champanhe com grande finesse e um bouquet expressivo, com notas de tipo floral e pão torrado. Na boca tem a frescura do Chardonnay, uma untuosidade do Pinot Noir e a soupless do Pinot Meunier. Um champanhe elegante, redondo na boca e com um final de f ruta bastante persistente, ideal como aperitivo ou para acompanhar saladas, mariscos e carnes brancas.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

É PERMITIDO AFIXAR ANÚNCIOS


Scarlett Johansson é, desde Março de 2009, a embaixadora do “Moet & Chandon".
Um mistura a que o meu pai chamaria explosiva.

Woody Allen, quando escolheu Scarlett para o seu filme “Match Point”, terá dito:

O que custa é ter uma boa ideia. Quando ela aparece, tudo se torna mais fácil.

sábado, 1 de janeiro de 2011

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

É PERMITIDO AFIXAR ANÚNCIOS


Pedaços de céu, ou a memória de alguns champanhes. Sobre o champanhe poder-se-ia fazer um tratado de estética, é a bebida que empresta beleza ao que está à sua volta, é quase o paradigma da sofisticação e a verdadeira definição do estilo. O champanhe tem outra qualidade que me é particularmente grata, resiste ao “gosto duvidoso” e à piada fácil, mantendo sempre uma grande elevação. A memória dos vinhos que nos emocionaram é indissociável a lembrança do brilho dos olhos de quem connosco partilhou esse prazer.
Célia Lourenço, enóloga

terça-feira, 11 de maio de 2010