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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

QUOTIDIANOS


Ontem, domingo para esquecer.

Eleições autárquicas e futebol.

A CDU perdeu autarquias históricas, uma delas, Almada, por pouco mais de 200 votos!

O Benfica está a jogar miseravelmente.

Ontem voltou a escorregar no Funchal dando a clara indicação que o Penta Campeonato é já uma mera miragem.

Não tenho qualquer sabedoria se Eusébio da Silva Ferreira gostava de Jazz ou de música clássica.

Mas ei que, pelo menos, dois grandes nomes do jazz quiseram conhecer Eusébio.
Duke Ellington em 1966 e Dizzy Gillespie que aterrando em Lisboa para o Festival de Jaaz de Cascais, logo falou a José Duarte que queria conhecer Eusébio.


Tudo começara em Novembro de 71, quando Dizzy tocou em Portugal pela primeira vez no I Festival de Cascais, o histórico. Dias antes, em Varsóvia, o trompetista pedira-me para conhecer, em Lisboa, a Pantera Negra, a Black Pearl, está-se mesmo a ver: Eusébio.
Dezanove anos depois, o encontro teria de se repetir e agora por sugestão dos três.
No hotel mostrei-lhe as fotografais de 71, nada de cabelos brancos, uma filha do Eusébio com três anos, fotos para a posteridade, ao colo de Sonny Stitt, outro notável do jazz já desaparecido, e ainda fotos no relvado da Luz a assistirmos a um Portugal-Bélgica e onde Eusébio jogou mal, diz ele.

E para grande escândalo de José Gomes Ferreira, tal como conta num dos seus Dias Comuns, o violinista Igor Oistrakh, baldou-se a una soirée artística em casa da marquesa do Cadaval para ir ver o Eusébio.


 O incomparável violinista soviético David Oistrakh está em Lisboa. E ontem, depois de um concerto triunfal no Império, foi convidado para uma recepção em casa da Marquesa do Cadaval.
O russo porém recusou e preferiu ir assistir a um desafio de futebol em que jogava o Eusébio – hoje o português mais conhecido em todo o mundo pela maneira como joga à bola.
- O Choskatovich ainda gosta mais de futebol do que eu – confidenciou o genial violinista não sei a quem.

Legensa; Eusébio e Duke Ellington em 1966.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

EUSÉBIO DA SILVA FERREIRA


Copiado de A Bola de hoje

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

EUSÉBIO, A HISTÓRIA DE UMA LENDA


Começou a ser divulgado o trailer do documentário de Filipe Ascensão, Eusébio, História de uma Lenda. 

Se fosse vivo, Eusébio faria amanhã 75 anos.  

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

HÁ TRÊS ANOS


Eusébio da Silva Ferreira, o Rei, morreu há 3 anos.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

POSTAIS SEM SELO


Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, logo após a cerimónia de posse de Marcelo Rebelo de Sousa na Assembleia da República, deslocou-se, ao estádio da Luz, onde homenageou Eusébio da Silva Ferreira.

Legenda: fotografia do Diário de Notícias

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

LEMBRANDO O REI


Eusébio morreu há 2 anos.
Sempre presente!

sexta-feira, 3 de julho de 2015

EUSÉBIO


Eusébio da Silva Ferreira entra hoje no Panteão Nacional.
Uma casa errada.
A verdadeira casa de Eusébio da Silva Ferreira é o Estádio da Luz.
Isso sim, era a melhor, a verdadeira homenagem que lhe poderiam fazer.
O resto é folclore, para elevar o ego de autarcas, deputados, governantes, e afins.
Há dias, no JL, Eugénio Lisboa escrevia:
Rever o Eusébio, a fulgurar em Liverpool, ainda me causa arrepios de prazer e admiração.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

A CAMINHO DO PANTEÃO


É já na sexta-feira que Eusébio sa Silva Ferreira entrará no Panteão.

sábado, 30 de maio de 2015

OLHARES


Feira do Livro, Lisboa, Junho 2014.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

OS IDOS DE ABRIL DE 1975


29 de Abril de 1975

OS JORNAIS dão conta que Eusébio, por um cachet de 2.550 contos, vai realizar 15 jogos dos Estados Unidos.

ANUNCIADA a saída próxima de um semanário: O Jornal. Um conjunto de jornalistas, insatisfeitos pelas pressões que não lhes permitem a liberdade de informação desejada, constituem-se em cooperativa para publicação do semanário

MIGUEL TORGA no seu Diário:
Meu dito meu feito. Depois do amuo, a reacção raivosa dos vencidos. Vencidos menos pelo significado numérico dos votos do que pela maneira  ressentida como vivem a sua condição minoritária. O que devia ser um íntimo contentamento colectivo – cada português a felicitar-se de pertencer a um agregado humano que depois de um  cativeiro de meio século, acrescido de um inesperado surto de medo que parecia não ter fim, foi capaz  de uma atitude cívica exemplar -, motivo de desespero para todos os derrotados. Não sabemos perder nem ganhar, Se perdemos, odiamos o vencedor, e fazemos tudo para lhe tirar da cabeça a coroa de louros; se ganhamos, ninguém nos atura, porque falseamos a dimensão da vitória na expressão empolada do triunfalismo.


Fontes:
- Acervo pessoal;
Os Dias Loucos do PREC de Adelino Gomes e José Pedro Castanheira.
- Diário de Miguel Torga.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

EUSÉBIO E O PANTEÃO


Soube-se esta semana.

Eusébio a caminho do Panteão. Processo de trasladação começa agora.

A família está de acordo e o Benfica também.

Um conjunto de deputados já fechou o texto, que é o primeiro passo para a trasladação de Eusébio para o Panteão Nacional.

O José Gomes Ferreira dizia que devíamos morrer de outra maneira – transformámo-nos em nuvem, por exemplo.

Não gosto de panteões. Muito menos para pessoas que admiro.

Envolve sempre pontas nebulosas, de hipocrisia, de oportunismo político.

Recorde-se  a polémica, no tempo de Nikolas Sarkoyy, da ida de Albert Camus para o Panteão.

Também não concordei com a transladação da Sophia de Mello Breyner Andresen, e estou certo que Sophia também não concordaria.

Quem ama o mar como ela amou, não gostaria de ser encafuada junto de alguma gente tão pouco recomendável.

O Panteão do Eusébio é o Estádio da Luz.

Foi ali que ocorreram as grandes tardes de domingo, as grandes noites de quarta-feira.

Eusébio como estrela de equipas de primeiríssima água.

É essa a minha memória.

Não quero outra.

sábado, 10 de janeiro de 2015

NOSSO REI EUSÉBIO

Homenagem ao Rei.
Benfica 3 - Vitória de Guimarães 0. 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

QUEREM LEVAR-NOS D. AUSÍBIO!


Eusébio chegou a ser pretendido por grandes clubes estrangeiros. 
Na altura, falou-se da Juventus e do Inter de Milão, mas as transferências foram travadas pelo Botas de Santa Comba.
Salazar, que odiava futebol, justificava a decisão dizendo que Eusébio era uma instituição.
Esta é uma paródia à história das transferências, publicada no suplemento A Mosca do Diário de Lisboa de 7 de Março de 1970,

O POVO CONSAGROU-O!


Mundo Desportivo, 26 de Setembro de 1973
Manuel Mora era o director do jornal.

OLHAR AS CAPAS


Eusébio Como Nunca se Viu

António Simões
Capa: Rui Rosa
Publicações Dom Quixote, Lisboa, Junho de 2014

Havia nele a máxima tensão.
Como um clássico ordenava a própria força
sabia a contenção e era explosão
havia nele o touro e havia a corça.

Não era só instinto era ciência
magia e teoria já só prática.
Havia nele a arte e a inteligência
do puro jogo e sua matemática.

Buscava o golo mais que golo: só palavra.
Abstracção. Ponto no espaço. Teorema.
Despido do supérfluo rematava
e então não era golo: era poema.

Manuel Alegre

(O poema de Manuel Alegre é tirado de Eusébio Como Nunca se Viu)

OLHARES


Um ano de saudade.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

QUOTIDIANOS


Parece que já ninguém tem paciência para escrever cartas.
Gosto de ir à estação dos correios comprar selos para colocar nas cartas, principalmente pelo Natal.
Quando envio cartas e postais, e não sei o valor do selo que hei-de colar, tenho sempre o cuidado de pedir que não me ponham a fita saída do computador. Peço sempre um selo.
Gosto de cartas, gosto de postais, gosto de comprar selos do correio.
Feliz fiquei quando vi a notícia que os Correios de Portugal lançaram selos de homenagem ao Eusébio.
Segundo a informação a edição especial é composta por dois modelos de selos, um para a circulação nacional e outro para o correio europeu.
O primeiro selo tem  a imagem de Eusébio num lance do jogo para a final da Taça dos Campeões Europeus de 1963, em Londres e o segundo com a imagem de Eusébio num jogo da seleção nacional portuguesa.

Legenda: imagem do Diário de Notícias

terça-feira, 15 de abril de 2014

O ROMANCE DE UM ÍDOLO


15 de Abril de 1974

Há dois dias, a sala do Politeama, foi pequena para conter a multidão que quis assistir à estreia de Eusébio, a Pantera Negra, filme de Juan de Orduña, que, vítima de um acidente de viação, nos primeiros dias de Fevereiro, não concluiu o filme.
Diz quem viu, que o filme é um perfeito desastre, um nítido oportunismo à volta da grandeza, da popularidade de Eusébio da Silva Ferreira.
Houve quem poupasse horas de vida em não ir ver o filme mas outros, grande parte, têm esgotado as sessões e gritam, aplaudem, assobiam como tudo estivesse a acontecer no estádio.
A agenda do Cinéfilo, coloca-o no espaço de DIA NÃO e explica desta maneira:
Eusébio já viu e não gostou. Para nós tem o maior crédito a opinião de profissional tão competente e só lamentamos que o seu nome possa servir para avalizar negociatas deste jaez, que apelam, única e exclusivamente, para a exploração mais rasteira de um fenómeno, que interessa muita gente neste País – o desporto e os seus praticantes.
Num terreno tão propício (oh, se era!) a uma análise das implicações sociais e humanas do desporto profissional na vida de certas sociedades e com uma figura, como a de Eusébio, tão significativa da apropriação de um atleta para fins que já ao desporto não dizem respeito, que polémico filme se poderia ter feito, se os interesses em jogo não fossem movidos pela mera sede de lucro fácil. Mas, no fundo, não será isto, em grande parte, a desgraça permanente de um homem como Eusébio?

Registam-se greves em grandes empresas como a UCAL, a Siemens, a Motra, a UTIC, a Philips.
O Sindicato Nacional dos Empregados Bancários do Distrito de Lisboa protesta contra a proibição governamental de uma assembleia geral para discussão da revisão salarial.