Mostrar mensagens com a etiqueta Fado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fado. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 7 de março de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Fernando Farinha é acompanhado pelo Conjunto de Guitarras de Raul Nery.
e canta:

Sou do povo - Deixa-me ser Louco - Velha Lisboa - O Ardina

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


Os primórdios de Carlos do Carmo.

Acompanhado `guitarra por Fontes Rocha e à viola por José Maria Nóbrega, Carlos do Carmo canta:

Há Festa na Mouraria - Quadras de Amor - Um Dia - Vestida de Madrugada.

Da contracapa:

Gravação efectuada em Paris nos estúdios da Societé Phonographique Philips por ocasião da apresentação de Carlos do Carmo no Teatro Alhambra desta cidade.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


Há quem as considere fatelas, mas gosto deste tipo de capas.
Esta, mais pela vista do rio do que pelo resto.
Vendo de repente, até dá a ideia que a Fernanda Maria está a trincar a vedação!!!.
Fernanda Maria canta:

As Contas do meu Rosário - Vida Inteira . Mataste o Meu Coração - Sonho Fadista

quarta-feira, 16 de março de 2016

FADO PARA SUECOS


Os novos nomes do fado também aparecem na Enciclopédia do fado para suecos

  En Vagvisare Till de Ulf Bergqvist.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

FADO PARA SUECOS


Fernanda Maria e Alfredo Marceneiro.

Fotografia que pertence à enciclopédia do Fado para suecos  En Vagvisare Till de Ulf Bergqvist.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

FADO PARA SUECOS


Reprodução de capas de LPs em dia do Fado para suecos  En Vagvisare Till de Ulf Bergqvist.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

FADO PARA SUECOS


O tal livro que é uma enciclopédia do Fado para suecos entenderem, da autoria de Ulf Bergqvist, em duas páginas e meia aborda o Fado de Coimbra e refere os nomes de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso
Consegue perceber-se que o texto informa que Adriano e José Afonso foram opositores ao regime de Salazar.
Também que, António Almeida Santos, recentemente falecido, é referido como ministro de Mário Soares e intérprete de Fado de Coimbra.
Tudo isto sou eu que deduzo porque da língua sueca pesco zero.
Publicam-se versos da Grândola Vila Morena e, na página seguinte a tradução sueca de Trova do Vento Que Passa de Manuel Alegre.
Quase no fim é citado Cavaco Silva, não sei bem a que propósito.
Nem quero saber.
O que sei, e me interessa, é que a partir de 9 de Março vai dar de frosques.

Irra que foi demais tanto Cavaco!

domingo, 29 de novembro de 2015

PORQUE HOJE É DOMINGO


Na passada quinta-feira morreu Beatriz da Conceição, uma das grandes senhoras do Fado.
Tinha 78 anos.
Neste domingo recordo-a numa das suas mais sentidas interpretações: O Meu Corpo, poema de José Carlos Ary dos Santos para música de Fernando Tordo.


Meu corpo, é um barco sem ter porto
Tempestade no mar morto
Sem ti
Teu corpo, é apenas um deserto
Quando não me encontro perto
De ti

Teus olhos, são memórias do desejo
São as praias que eu não vejo
Em ti
Meus olhos, são as lágrimas do tejo
Onde eu fico e me revejo
Sem ti

Quem parte de tal porto nunca leva
As saudades da partida
E as amarras de quem sofre
Quem fica é que se lembra toda a vida
Das saudades de quem parte
E dos olhos, de quem morre

Não sei, se o orgulho da tristeza
Nos dói mais do que a pobreza
Não sei...
Mas sei, que estou pra sempre presa
À ternura sem defesa
Que eu dei

Sozinha, numa cama que é só minha
Espero teu corpo que eu tinha
Só meu
Se ouvires o chorar duma criança
Ou o grito da vingança
Sou eu

Sou eu, de cabelo solto ao vento
Com olhar e pensamento
No teu
Sou eu, da raiz do pensamento
Contra ti e contra o tempo
Sou eu

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

FADO PARA SUECOS


Fotografia  da enciclopédia do Fado para suecos  En Vagvisare Till de Ulf Bergqvist.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

FADO PARA SUECOS


Imagem da enciclopédia do Fado para suecos  En Vagvisare Till de Ulf Bergqvist.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

FADO PARA SUECOS


Sim, há os centros comerciais, mas troco-os pelas lojinhas de bairro, o chamado comércio tradicional, que deveria merecer, de todos nós, uma maior atenção e apoio.
Na minha rua existe a Drogaria do Sr. Carvalho.
Mas vende tudo, tudo mesmo.
O Sr. Carvalho e a mulher a Elisa, são gente de uma simpatia desarmante. Têm de tudo, mas se não tiverem tratam de arranjar: «Passe por cá amanhã!».
Tenho um gosto especial em ir lá, mesmo que não tenha nada para comprar.
Dizer bom-dia, encontrar gente que só ali encontro. Saber da saúde de vizinhos de rua, gente que, de repente, deixámos de ver e receamos o pior.
À porta da loja o Sr. Carvalho tem uma pequena estante com livros, DVDs, cassettes de video, coisas várias.
Coisas que os clientes lhe dão e o Sr. Carvalho disponibiliza.
Cada um paga o que entender e fica a saber que esse dinheiro o Sr. Carvalho destina-o a quem dele necessita.
Foi lá que encontrei esta verdadeira enciclopédia do Fado.
Pena estar escrita em sueco.
Mas como gosto de Fado não resisti a trazer.
Não percebo mas, para mim, o livro vale pelas fotografias.
Perece-me algo de bem interessante e dá para perceber que além do Fado o autor aborda também Adriano Correia de Oliveira.
Será que existe uma tradução deste livro?
Por mera curiosidade irei deixar algumas das fotografias do livro.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

domingo, 6 de julho de 2014

PORQUE HOJE É DOMINGO


Esta semana soubemos que Carlos do Carmo foi distinguido pela Latin Recording Academy com o grammy que distingue a carreira do artista. É o primeiro português a receber este prémio.
Cavaco Silva nem uma palavra teve para com este importante galardão atribuído a um português.
É certo que Carlos do Carmo não tem poupado críticas à actuação do Presidente da República, mas toda a crítica é legítima e o cu não tem nada a ver com as calças.
Seja como for é uma atitude lamentável por parte do presidente. Mais uma.
Sobre essa ausência de palavras, Carlos do Carmo limitou-se a dizer que não fazem falta nenhuma.
Nem mais!
E porque é domingo escolhi uma das mais bonitas canções de Carlos do Carmo: Estrela da Tarde, poema de José Carlos Ary dos Santos e música de Fernando Tordo.
Bom domingo!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A RAPAZIADA DA BOLA





12 de Setembro de 1968

Pelo Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa vai passando um corrupio de gente, irmanados no mesmo sentimento, que se queria inteirar do estado do Presidente do Conselho.

Os jornais da época mostram fotografias de personalidades várias, embaixadores, criancinhas, militares, padres, religiosas, povo anónimo, anónimo mas escolhido a dedo, não fosse o diabo tecer qualquer tropelia.

Nos dias que se seguem irei publicando algumas dessas fotografias.

As de hoje são de gente do futebol.

Para a propaganda nada melhor do que ir buscar a gente da bola não fossem parte da trilogia dos três ff – Fado, Futebol, Fátima.

O primeiro clube a passar pela Cruz Vermelha foi o Sporting, seguiu-se o Benfica e depois o Belenenses.

Do Futebol Clube do Porto não há fotografia nem encontrei notícia de que tenham marcado presença.

 Entende-se porque, naquele tempo, o Porto era um clube de aldeia que, tal como dizia José Maria Pedroto, o célebre Zé do Boné, logo que passava a ponte de D. Luís já estava a perder.

Faltavam alguns bons anos para começar o papado frutífero de Jorge Nuno Pinto da Costa.

Segue-se o regresso aos Dias Comuns de José Gomes Ferreira:

Muito nos rimos ontem – o Fafe, a Nenita, a Maria Virgínia, a Rosalia, eu… - com o jogo já por mim proposto no Senhor da Serra, da mudança de personalidade do Salazar
Em virtude da queda e da liquidação do hematoma no cérebro.
De repente, o Salazar, com a «caixa dos pirolitos» transtornada, mandava vir um micro0fone e, perante o pasmo acólito dos ministros, dirigia ao país esta alocução inflamada e inflamadora: «Camaradas da União Nacional! Convertido ao marxismo-leninismo, acabo de dar a minha adesão ao Partido Comunista Pró-Chinês! Abaixo o Salazar!»
- Bom tema apara uma farsa!... – comentou não-sei-quem.
Como reagiu a «pátria nossa amada» à doença do deportador do Mário Soares?... A acreditar nas Emissoras e nos jornais, com missas (montes de missas), flores sentimentais e tropos propagandísticos do costume…os nojentos.

Legenda.
a)      Dirigentes e elementos da equipa do Sporting Clube de Portugal. Assina o guarda-redes Damas.
b)      A vez do Benfica. Assina Eusébio.
c)      A presença do Clube de Futebol «Os Belenense». Assina um dirigente.


As fotografias e respectivas legendas, são tiradas do Notícias de Portugal nº 1116.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

FADO, FÁTIMA, FUTEBOL


Em Maio de 1967 Fátima fez 50 anos.

Paulo VI, numa clara cedência à ditadura de Salazar, esteve presente nas cerimónias.

Este telegrama da ANI, publicado em A Voz de 15 de Maio de 1967, dá conta da esfuziante alegria com que, em Roma, Paulo VI falou, à multidão, sobre a visita que acabara de fazer a Fátima.

É conhecida a revolta de João Bénard da Costa, houve muitas mais, sobre a visita do Papa a Fátima:

Se me perguntarem de quando eu dato a minha saída da Igreja, respondo que do dia 13 de Maio de 1967, o dia da visita de Paulo VI a Portugal.
Esta fotografia foi publicada, no Diário de Notícias de 10 de Maio de 1967, com a seguinte legenda:

O sacrifício da mãe é compensado pela certeza de que Nossa Senhora velará pelo futuro do filho.

Um velho texto de Luis Rainha, publicado no Aspirina B:

 Fátima, um mito? Ná; eu usaria antes a palavra “fantochada”. Desculpa lá a franqueza; mas acreditar em Fátima é coisa mais grotesca do que ler o “Código da Vinci” como se fosse um tomo de História. Ou acreditar que os americanos derrubaram o WTC acolitados por uma tribo de pequenos venusianos de maus-fígados.

Fátima nem sequer foi invenção da Igreja. O mérito pertence quase por inteiro à pequena mitómana alucinada, Lúcia dos Santos. A imaginativa criança conseguiu convencer gente adulta supostamente na posse das suas capacidades intelectuais de que tinha visto as seguintes criaturas mais ou menos mitológicas: um tal de “Anjo de Portugal”, a Virgem Maria (que também fez unscameos, lá para o fim da farsa, sob os pseudónimos de Nossa Senhora das Dores e Nossa Senhora do Carmo), o menino Jesus em diversos estágios de crescimento e até mesmo S. José. Isto sem qualquer espécie de prova, no meio de testemunhos continuamente refeitos (recordem a historieta inicial, que dava conta de uma senhora com a saia acima do joelho, por exemplo) e, muito mais importante para qualquer cristão, servindo de veículo para uma mensagem vingativa, odienta e má; a léguas da ideia de Salvação universal que Cristo nos terá deixado.

Que raio de Deus é que exigiria a uma criança que rezasse muito, sob pena de ir parar ao Inferno? A tal “Senhora” de Fátima fê-lo. Da mesma forma, não se coibiu de endereçar esta pergunta aos três “videntes”: “quereis oferecer-vos a Nosso Senhor para aceitardes de boa vontade todos os sofrimentos que ELE vos quiser enviar, em reparação de tantos pecados com que se ofende a Divina Majestade, em desagravo das blasfémias e ultrajes feitos ao Imaculado Coração de Maria e para obter a conversão dos pecadores, que tantos caem no inferno?” Ao pé de coisas destas, até o teu satanismo faz boa figura… e o “Código da Vinci” parece um bem estruturado tratado de teologia.

E olha que a Igreja só embarcou no comboio de Fátima quando aquilo lhe cheirou a fonte de dinheiro e de poder. E, claro está, depois de já ter comprado grande parte dos terrenos circundantes.

Quanto à Opus Dei, antes se dedicasse ao satanismo e ao basquetebol (aquilo do encesto tinha a ver, não era?). Sempre era forma de se tornar em coisa mais divertida e menos manhosa.

Em Abril de 1999, o Público perguntou ao Padre Mário de Oliveira:

Fátima, futebol e fado eram os três efes que se identificavam, de certa forma, com o salazarismo. E depois de Abril, ainda é Fátima, futebol e fado.

Respondeu:

Fado, menos. Mas futebol, muito. E hoje com as sociedades anónimas, o futebol é que está a dar. Também por causa de Fátima, há elites muito interessadas em manter privilégios. Então, utilizam as suas capacidades para manter a grande maioria da nossa população sem nenhuma consciência crítica, sem capacidade de ver. Vêem, têm olhos abertos, mas não vêem nada. Como diz Saramago, “não basta olhar, é preciso ver”. É preciso que os olhos vejam as coisas e percebam o que as domina. Fátima é a grande desgraça que aconteceu em Portugal. Acho que Lúcia é a única das três crianças que sobreviveu porque era fisicamente mais resistente. É uma pessoa que tem vivido, ao longo destes anos, sequestrada pela hierarquia eclesiástica e que vive em delírio permanente. Fátima, em termos de cristianismo, é o que chamo “anticristianismo”. É o culto da mediocridade, é o culto da falta de senso, da falta de arte. De falta de beleza. Tudo o que lá se faz é a negação do que o ser humano tem de melhor. Portanto, como o cristianismo é uma força para puxar pelo ser humano, para ele dar o melhor de si próprio, Fátima é para dar o pior de si próprio.

sábado, 15 de dezembro de 2012

OS CROMOS DO BOTECO


Toto, o "Puto da Malveira canta Sr. Natal, fado latino, letra de José Crispin e É Tão Bom Ser Pequenino, fado Mouraria, letra D.R.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012