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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

DO BAÚ DOS POSTAIS


Marvão, a vila de onde se vêem os pássaros pelas costas.

sábado, 19 de setembro de 2015

CANÇÔES DE ENTARDECERES


Hoje, o sol pôs-se às 19,40 Horas.
Não se sabe nunca que mistérios nos pode trazer um por de sol.
O pintor que foi a Marvão para pintar.
Num lento entardecer, entrevê a beleza única, as comportas abertas para o sonho e a vida.
Não hesitou: compra uma casa e arruma os pincéis e não mais lhes toca.
Os romanos diziam que em Marvão se estava acima do voo dos milhafres.
Ou como José Saramago escreveu na sua Viagem a Portugal:
«Compreende-se que, neste lugar do alto da torre de menagem do castelo, o viajante murmure respeitosamente:
«Que grande é o mundo».

Para este findar de tarde escolhemos a A Kiss To Build a Dream.
Interpretações de Sheila Cooper e Louis Armstrong.




domingo, 19 de maio de 2013

O MIRADOURO



Poema de Fiama Hasse Pais Brandão, publicada no suplemento Literatura &Arte de A Capital de 24 de Abril de 1968.

Legenda: fotografia de Luís Calisto.

domingo, 8 de janeiro de 2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

POSTAIS SEM SELO


Existe algo de grandiosos, solene e até belo na solidão, quando um homem depois de ter tido um quinhão satisfatório de vida, resolve recolher-se a uma casa modesta e afastada, na montanha, para aí desfrutar da memória dos seus amores, seus sucessos e fracassos, os livros que ele não julga mais imperiosos escrever, deixando as comportas abertas para uma vida mais contemplativa.


Legenda: “Marvão”, óleo de Maluda