Mário Castrim: o mais brilhante crítico de televisão deste país.
Ainda morava na Rua dos Lusíadas, quase frente à estação da Carris, trabalhava noite dentro, deixava a crítica no puxador da porta, ao lado da saquinha do pão, e era ali que o motorista do Diário de Lisboa a ia buscar, às 7 da manhã.
As
suas críticas eram também verdadeiros poemas, ou histórias de encantar.
É o
caso deste olhar sobre um documentário sobre antílopes.
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