O GOVERNO DE LUÍS MONTENEGRO É DE UMA NULIDADE, DE UMA INCOMPETÊNCIA DE BRADAR AOS CÉUS!
Luís Montenegro como primeiro-ministro, tem dificuldade em encaixar a crítica, é teimoso, amiúde, por tudo e por nada, transforma-se em Kalimero.
Não tem uma pontinha que seja de sentido de humor, não é honesto.
Subiu no PSD, até
chegar a presidente, rodeado de gente sem escrúpulos, que lhe permitiram todas
as habilidades, autênticos «yes men».
Nos
anos que leva de governo, nunca soube rodear-se de pessoas competentes, bem
pelo contrário: exemplos gritantes são as ministras da saúde, da administração
interna, do trabalho.
Tem
um sorriso cínico que lhe serve para todas as ocasiões.
1.
Milhares
de casas e estabelecimentos continuam sem luz, sem água, sem comunicações.
2.
O
governo decretou tardiamente o estado de calamidade nas áreas mais afectadas.
Nenhum
governo pode ser responsável pelos ciclones que assolam o país mas pode ser
criticado pelo modo como reage.
3.
O
governo precisa de uma remodelação quase total.
Ou
por outra: não podemos ter um primeiro-ministro como Luís Montenegro.
Não
é admissível ouvir a ministra da administração interna, face à tragédia, dizer
que estamos numa aprendizagem colectiva.
4.
Alguém das editorias noticiosas das televisões, TEM que dizer aos seus repórteres que NÃO podem, a alguém que ficou sem casa, ficou sem nada, perguntar: «Como se sente?» ou «qual é o valor do prejuízo», quando ainda o homem nem sequer conseguiu entrar na loja.
5.
António
Leitão Amaro, ministro da presidência é um «totó» que tem a mania que é
inteligente, que tem graça, e mandou montar um vídeo para as redes sociais em
que aparece de mangas arregaçadas, a roer as unhas, a meditar, rodeado de walk-talkies
e papelada, em plena tragédia espalhada pelo país, pretendeu mostrar serviço,
mas face às amplas críticas que lhe foram dirigidas pelo oportunismo, apagou o vídeo.
“Se
vivêssemos em tempos de gente com o mínimo sentido de Estado ou que a ainda
restasse alguma decência e o Leitão Amaro não passava nem mais um dia como
ministro", como disse Pedro Marques Lopes na SIC.
6.
Em Leiria, Marinha Grande Coimbra assiste-se à queda de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais da passagem violenta da depressão “Kristin”7
7.
O
Governo decretou situação de calamidade entre as 00h00 de quarta-feira até às
23h59 de dia 01 de Fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode
aumentar.
O
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, admitiu em visita ao centro
de Leiria, que o Estado tardou a compreender a verdadeira escala da destruição
causada pela tempestade Kristin.
8.
Grande
número de casas, supermercados, diversos serviços públicos ficaram sem
telhados.
Dado
que as previsões apontam para mais chuva e vento para domingo e dias seguintes,
as pessoas desesperadamente colocam telhas, plásticos e lonas para mais água não entre nas suas casas, nas suas empresas.
Dois homens, um na Batalha, outro em Alcobaça morreram ao caírem de telhados que estavam a reparar-
9.
O
dramático quotidiano da tragédia, copiado do Correio da Manhã:
10.
Segundo a Lusa o o furto de cabos e de gasóleo de geradores tem afectado a reposição do abastecimento de água no concelho de Porto de Mós, no distrito de Leiria, disse o vereador Eduardo Amaral, que manifestou revolta.
"É
mesmo revoltante. Depois de uma catástrofe natural, quando as pessoas já estão
fragilizadas e a tentar sobreviver, ainda ter de lidar com esse tipo de atitude
é de cortar o coração. Roubar cabos e gasóleo não é só roubo, é tirar luz,
água, cuidados médicos e segurança a quem mais precisa"
11.
Crónica
de Eduardo Dâmado no Correio da Manhã:
«Nas tragédias devemos sempre voltar ao básico. A democracia ergue-se com os pilares da justiça e da lei, da responsabilidade civil, penal e política. Ergue-se com os pilares do serviço e do interesse público. Ergue-se com a prestação de contas. Do Governo perante o Parlamento, dos partidos perante os portugueses, do Presidente da República perante todos. Nas tragédias devemos, por isso, voltar ao essencial da política. Ela não é um mero simbolismo. Deve procurar a sua razão de ser e materialidade no serviço às pessoas. E aí, os portugueses continuam a não ter respostas sérias dos sucessivos Governos na preparação contra os perigos previsíveis, venham eles dos incêndios ou de temporais. Os portugueses continuam a não ter respostas para os apagões, para a catástrofe das mortes na estrada, para as mortes por falta de socorro na saúde, para as vítimas de crimes ou das muitas omissões do Estado. Os portugueses não são protegidos com as frequentes mudanças de políticas, com a privatização de recursos naturais, como tem acontecido com a energia. Os portugueses não são protegidos por ministros que fazem da política exercícios de puro narcisismo, construindo vídeos de autopromoção em plena tragédia. Nem pelos que premeiam a incompetência de colegas, premiando-os para a gestão de empresas públicas. Ao não invertermos o rumo, isto vai acabar mal. A responsabilidade política não pode ser apenas uma folha seca ao sabor do vento».
12.
David
Neves, presidente da Federação Portuguesa das Associações de Suinicultores descreveu
ao Diário de Notícias que em Leiria e concelhos vizinhos reina a desgraça. A
situação nas explorações pecuárias é crítica. Sem eletricidade, água ou acesso
a rações, os produtores enfrentam o desespero de não conseguir manter os
animais vivos. Estão "com os corações devastados, completamente
devastados. E isto é gravíssimo, as empresas da região ficaram
"completamente devastadas", especialmente nas zonas mais florestais,
onde as infraestruturas de suinicultura são predominantes e onde as
consequências da tempestade foram "absolutamente catastróficas".
13.
O
ministro da defesa Nuno Melo levou 30/40 militares, mais as televisões, para uma
mata qualquer para fazer a limpeza. Acabadas as fotografias, o ministro, mais a troupe acompanhante, foram-se embora e
os militares arrumaram a trouxa e também saíram de cena e ficou o espanto, a
revolta dos habitantes que olharam o triste e incrível espectáculo.
14.
Centenas
de unidades fabris e supermercados ficaram destruídas após a passagem da
tempestade. Trabalhadores vigiam instalações para evitar roubos.
Se considerarmos que há nas empresas máquinas que
custaram mais de um milhão de euros e que não trabalham... temos prejuízos de
milhões de certeza.
15.
O município de Proença-a-Nova alertou para a presença de burlões no concelho que se fazem passar por prestadores de serviços de reparação ou fornecimento de matéria e alerta para a necessidade de máxima atenção na contratação de qualquer serviço.
Segundo a autarquia, estas situações ocorrem, sobretudo, em habitações desabitadas e têm resultado em furtos e aconselha a população a contactar imediatamente as autoridades perante qualquer situação suspeita.
16.
Dias de tempestade: a vida sem água nem luz e, para muitos, sem trabalho.
Há centenas de empresas destruídas, algumas não sabem se
vão reabrir. Milhares de pessoas sem luz, água e comunicações. As noites parecem intermináveis.
Mais
uma vez, as populações face às catástrofes, sentem-se fragilizadas,
desamparadas, as ajudas não chegam ou tardam em chegar e concluem:
NÃO SE PODE CONFIAR NOS GOVERNOS DA NAÇÃO!
Fontes:
Público
Diário
de Notícias
Jornal
de Notícias
Correio
da Manhã
Lusa




Sem comentários:
Enviar um comentário