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sábado, 27 de junho de 2026

SÍTIOS POR ONDE ELES ANDARAM

No passado fim-de-semana, fomos a Viseu ao aniversário de uma velha amiga e apanhámos um calorão infernal.

Foi no meio desse inferno que, entrando num quiosque para comprar o jornal, arregimentei este postal de um nevão em Aveiro. 

Dizem os visienses que a cidade é assim:  insuportavelmente, fria no Inverno e quente no Verão.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

SÍTIOS POR ELES ANDARAM

Tempos.

O Tejo visto de uma janela virada para o mar.

O lembrar de um poema para crianças contado pelo Mário Castrim.

Tenho uma janela
que dá para o mar
barcos a sair
barcos a entrar
tenho uma janela
que dá para o mar
sonhos a partir
sonhos a chegar
tenho uma janela
que dá para o mar
um fio de fumo
uma sombra além
uma história antiga
um cantar de vela
um azul de mar
tenho uma janela
que dá para o mar
tenho uma janela
que seria bela
seria mais bela
que qualquer janela
janela fosse ela
de Lua ou de estrelas
ou qualquer janela
de qualquer escola
se não fosse aquele
pescador já velho
que anda pela praia
a pedir esmola
barcos a sair
barcos a entrar
chego-me à janela
e não vejo o mar.

Também uma frase solta do Patxi Andion encontrada pelo tempo em que se (des)arrumam caixas com papéis, em busca de espaço para  os livros que se amontoam  por aqui, por ali:

«Uma cidade sem mar é como uma casa sem janelas».

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

SÍTIOS POR ONDE ELES ANDARAM

Sim, quantas vezes eles andaram naquele Elevador, mais subidas que descidas.

Não conseguem, agora, saber a data em que a fotografia do Elevador da Glória, com o assador das castanhas em fundo, foi tirada.

Dado o fumo das castanhas, talvez um tempo outonal/invernoso.

Mas foi a 3 de Setembro que a tragédia se abateu sobre o velho Elevador da Glória.

«Foi numa quarta-feira, a 3 de Setembro, com o país regressado de férias, mas com Lisboa ainda repleta de veraneantes, que o elevador da Glória salta para as páginas dos jornais de todo o mundo. Aquilo que era para ser mais uma das 87 viagens diárias de rotina do elevador mais conhecido de Lisboa, acaba em tragédia quando um dos dois veículos se desliga do cabo que o sustentava (e rebocava) e corre desgovernado pela Calçada da Glória abaixo embatendo numa esquina e em dois postes de electricidade, provocando a morte de 16 pessoas.

As ondas de choque deste acidente dominariam as notícias e a vida política do país durante semanas. O elevador da Glória transportava 3 milhões de passageiros por ano, na sua maioria estrangeiros e era um ícone da capital portuguesa. Num país europeu, considerado seguro, não era suposto que o cabo de um equipamento tão importante se desligasse do veículo e o deixasse à solta, fora dos carris, sem outra redundância eficaz para o fazer parar.»

Quanto às indemnizações, a que todas as vítimas da tragédia têm direito, deverão decorrer ainda muitos anos para que isso venha a acontecer, uma lonjura de tempo em que as companhias de seguros são exímios mestres.


sábado, 6 de dezembro de 2025

SÍTIOS POR ONDE ELES ANDARAM


Jardim Fernando Pessoa, junto ao Forum da Câmara Municipal de Lisboa, antigo Cinema Roma.

O Jardim é uma homenagem a Fernando Pessa, jornalista da rádio e televisão, que por aqui dava os seus passeios a pé e de bicicleta.

Colaboração de Aida Santos

domingo, 23 de novembro de 2025

sábado, 4 de outubro de 2025

SÍTIOS POR ONDE ELES ANDARAM


Cabanas de Tavira.

Colaboração de Aida Santos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

SÍTIOS POR ELES ANDARAM


 Trafaria.

Colaboração de Aida Santos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025