sábado, 8 de setembro de 2018
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
terça-feira, 1 de agosto de 2017
sábado, 1 de julho de 2017
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
SARAMAGUEANDO
Falo da festa, assim escrevendo a palavra simplesmente, sem a retórica da maiúscula, porque foi uma grande vitória e das grandes vitórias só se deve falar com simplicidade. Falo do verdadeiro plebiscito que representou o ajuntamento de meio milhão de pessoas numa terra que há dois meses era mato, lixeira e desolação. Falo da alegria, da fraternidade, da gentileza, falo SOS sorrisos maravilhados e maravilhosos que as pessoas mostravam umas às outras e talvez a si próprias. Falo de um povo tantas vezes acusado de grosseiro, de mal educado, de inculto ( pois claro), de analfabeto (ora essa), e que durante três longos breves dias comemorou no Vale do Jamor a grande festa da amizade, do respeito mútuo e da sensibilidade. Falo de uma gente que é costume do Governo insultar agora de preguiçosa, de relapsa ao trabalho, e que ali demonstrou, com o esforço de todos os músculos do corpo e do espírito (o espírito tem músculos, sim senhor, ai dele se não os tivesse), uma capacidade de trabalho e de imaginação que irremediavelmente faltam às cansada comemorações oficiais ou oficiosas de qualquer coisa, sela ela vaga, onda ou bochecho. Falo de pessoas que trabalham se acreditam no que fazem, mas que com legitimidade se interrogam sobre o destino da riqueza que produzem e que não querem continuar a ser os provedores da bolsa de capitalistas e latifundiários. No que, digo eu, fazem muito bem.
domingo, 28 de agosto de 2016
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
NÃO HÁ FESTA COMO ESTA!
terça-feira, 4 de agosto de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
ADEUS POR UM CASACO
Ou por outra: resta-me a desesperança de não mais entrar num casaco assim.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
NÃO HÁ FESTA COMO ESTA!
Para além de tudo o que faz da Festa do Avante um acontecimento único, acresce que este ano a involvência é lembrar, sempre, os 40 anos do 25 de Abril.
Como, de há unas anos a esta parte, a Festa, musicalmente, abrirá com Música Clássica e poderá ouvir-se a Sinfonietta de Lisboa dirigida pelo maestro Vasco Pearce de Azevedo, interpretando peças de Chopin e Schumann..
Destaque particular para a mostra de 40 fotos nos 40 anos do 25 de Abril, com fotografias de Eduardo Gageiro.
O programa completo poderá ser consultado do site da FESTA.
Uma boa e grande Festa do Avante!
domingo, 8 de setembro de 2013
À LUPA
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
NÃO HÁ FESTA COMO ESTA!
Ludwig van Beethoven: Concerto n.º 5 (imperador) em Mi Bemol Maior para piano e orquestra, Opus 73,1.º andamento
Igor Stravinsky: Sagração da Primavera - 100 anos da estreia, a 29 de Maio de 1913 no Théatre des Champs Elisées.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
NÃO HÁ FESTA COMO ESTA!
A FESTA
terça-feira, 29 de maio de 2012
SARAMAGUEANDO
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
CHÃO NOSSO
SARAMAGUEANDO
O QUE FOI NÃO VOLTA A SER
Costumo achar piada a estes encontros, desta vez fiquei com uma sensação de desilusão, O Trovante foi responsável por algumas das melhores músicas portuguesas, um projecto inovador que misturou música tradicional com pop, poderá dizer-se que fizeram história, e asseguraram lugar de destaque na mesma. No sábado passado voltaram ao mítico palco da Festa! aquele onde muitas bandas se transcendem, por onde passou a grande maioria da boa música que se tocou em Portugal nos últimos 35 anos, um palco que marca quem por lá passa, segundo testemunhos variados. O Trovante está intimamente ligado a esse palco e a essa Festa! mesmo que durante alguns anos um dos protagonistas o tenha renegado, até que no passado fim de semana se lembrou que afinal estiveram presentes desde a FIL, crescendo de mão dada com a Festa! e com o Partido que lhe dá alma.
Não há regras nestas coisas, há grupos que se reúnem ao fim de décadas, e aquilo parece que funciona como então, há outros que não, como foi o caso, na minha opinião. As músicas estão lá todas, e é verdade que a actuação foi em crescendo, entraram com o “caravela” mal amanhado, mas depois lá se recompuseram, e tecnicamente até estão bem, mas notou-se perfeitamente que o fio condutor, a centelha que faz a diferença, perdeu-se entre eles. Aquilo é mais Represas e velhos amigos, do que Trovante. Nem sei se foi boa ideia ter assistido ao concerto, eu que os vi várias vezes quando eles eram a novidade e faziam sentido, mas agora já está, e como cantam os Xutos, o que foi não volta a ser…e no fim a Carvalhesa salvou a noite. Não há Festa! como esta.
















