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domingo, 8 de outubro de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Capri C'est Fini - Milena (A da Praia) - Diz-lhe - Non Son Degno di Te

Não sei bem porquê mas nunca gostei das capas dos EPs do Conjunto Académico João Paulo.
As canções mereciam um outro tratamento.
Mais uma das capas desencantadas no boteco do Nuno Potes da Rua Carvalho Araújo.
Por sinal, já há muito que não passo por lá.


quinta-feira, 6 de julho de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Um interessante single encontrado no Boteco.
Gosto da voz de Gordon Lightfoot e da canção «Me and Bobby McGee».
A outra canção do single é «If You Could Read My Mind».

segunda-feira, 5 de junho de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Encontrei no «Boteco» do Nuno Potes este disco da Mara Abrantes.
Em 1958 veio actuar a Portugal e nunca mais daqui saiu.
Mara Abrantes tem hoje 83 anos. Aqui há uns encontrava-a na Praça de Londres com a mesma graça de sempre.
Este disco para entendidos tem uma velha canção de Agostinho dos Santos: Balada do Homem Sem Deus.


Balada do Homem Sem Deus – Menina Moça – Poema Madrugada – Só Deus 


domingo, 21 de maio de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Eu e o Nuno Potes.
O Nuno levou uns caixotes de vinis para ir vendendo durante a Gala dos Anos 60 no Centro Cultural do Cartaxo. 
Ainda deu para trazer uns epezinhos que, por estes dias, apresentarei por aqui.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Um velho EP do Duo Ouro Negro.

Au Revoir Silvye - Banana Boat - E Veio o Vento - Click Song

domingo, 16 de abril de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Uma capa do Elvis em Domingo de Páscoa.

Elvis acompanhado pelos The Jordanaires.

Returno to Sender - I Don't Wanna Be Tied - Girls! Girls! Girls!- I Don't Want To

Tenham um Bom Domingo de Páscoa.


domingo, 2 de abril de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Discos de orquestras no Boteco são discos a viajar para casa.
Apanhei agora este EP com interpretações da Orquestra de Bert Kaempfert re dos «Violinos Mágicos» de Helmut Zacharias.
Só a partir do dia  em que os trocos passaram a ser um pouco mais favoráveis, é que passei a comprar LPs de orquetras, até aí contentava-me com EPs e nem sempre.
Este nunca tive.
A capa é uma maravilha, digo eu.

Fora de Portas - Por Deus te Peço - Fado de Santarém, são os temas tocados por Bert Kaempfert.

Mon Couer au Portugal é a participação de Helmut Zacharias.


domingo, 19 de março de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Nunca me tinha deparado com um disco de Rino Salviati. Tão pouco ouvira falar, mas diz a Wikipédia que foi um cantor italiano que consolidou a sua carreira na América Latina. Morreu em Janeiro do ano passado com 92 anos.

sábado, 11 de março de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


O Silêncio foi um grande êxito popular nos anos 60, sempre presente nas noites de Quando o Telefone Toca. A interpretação era do trompetista Nino Rossi.

No Boteco encontrei este EP com Georges Jouvin a tocar O Silêncio.


O disco tem a curiosidade de ainda ter aquele adaptador que se punha para o disco poder rodar. Lembro-me perfeitamente. Mais tarde apareceu uma pequena roda de baquelite que facilitava mais a tarefa.

terça-feira, 7 de março de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Fernando Farinha é acompanhado pelo Conjunto de Guitarras de Raul Nery.
e canta:

Sou do povo - Deixa-me ser Louco - Velha Lisboa - O Ardina

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Mais um disco dos velhos «Cinco latinos que encontrei no Boteco.
A sua antiga proprietária, alguém que se chamava Ilda, escreveu a data de compra na contracapa: 31 de Março de 1962.

Bolas! Como o tempo passa!...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Encontrado no Boteco o «single» de uma das grandes canções de Patxi Andion.: 20ºAniversário.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


No tempo em que My Fair Lady foi um estrondoso êxito em exibição no esplendor do Cinema Monumental, apareceu este EP com versões de quatro canções do filme nas vozes de Simone de Oliveira e António Calvário.
As canções tiveram uma constante divulgação na rádio, mas nunca tive este disco.
Os parcos tostões não davam mesmo para tudo. 
Melhor dito: não davam para nada.
Encontrei o disco na Loja do Nuno Potes e coloco-o aqui.
Acho a capa uma delícia.
Simone e Calvário são acompanhados pela Orquestra de Jorge Costa Pinto e do Conjunto Sem, e cantam: 

A Rua Onde Mora Meu Bem - Eu Dançaria Assim - O Rei De Roma - Um Bocadinho Só.

No disco não há qualquer referência à autoria das versões.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

OS CROMOS DO BOTECO


Há capas irresistíveis.
Esta é uma delas, encontrada na Loja do Nuno Potes.
Para quem não saiba, ou tenha esquecido, a loja fica no 61 da Rua Carvalho Araújo, ao pé da Alameda D. Afonso Henriques.
Mas não só pela capa, acabei de trazer o single para casa.
Também pelo Charlot e o que ele representa.
Em miúda, com Charlot, aprendi a alegria.
Muitos anos mais tarde, tudo o resto: alegrias com o rosto cheio de lágrimas.

Bengalin coco e bigode
e uma história p’ra contar.
Casaca e passo palhaço
um talento de pasmar.

Eis as armas deste herói
que tantos apaixonou.
O seu nome é Charlie Chaplin
conhecido por Charlot.

Um vagabundo
sempre elegante
passou no mundo
sempre emigrante

E viveu quimeras d’oiro
sofreu “Luzes da Ribalta”
foi o “Rei em Nova Iorque”
foi ditador e peralta.

Foi vadio, foi janota,
foi polícia, foi ladrão
foi gargalhada, foi lágrima,
foi vingança e foi perdão.

Um vagabundo
de calças largas
encheu de amor
horas amargas

Charlie Chaplin, Charlie Chaplin
que corres na tela muda
que te bates, que enterneces
 e beijas sempre a miúda.

Charlie Chaplin, Charlie Chaplin
botas velhas, bengalin
coco, bigode e casaca,
passo palhaço, arlequim,
polícia, vadio, ladrão
homem da rua, brigão,
apaixonado da vida
ue a tantos apaixonou:
tu, Charlot!

Interpretação: Bric-à-Brac
Letra: Mário Contumélias
Música: Manuel José Soares

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


Ir à Loja do Nuno Potes (Rua Carvalho Araújo nº 61) desejar-lhe um Bom Natal, em busca de vinis e ser recebida com um Moscatel de Favaios e a habitual simpatia do Nuno.
Trouxe esta relíquia.
Lembro-me bem daquelas torres de iluminação e a águia onde a malta se encontrava.
Hoje, a iluminação é outra e os encontros são na Estátua do Eusébio.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


O meu conhecimento de Lucho Gatica resume-se a uma canção Moliendo Café, que nos finais dos anos 50 passava quase todas as noites na telefonia e se chamava Quando o Telefone Toca.
O disco também fazia parte da Juke Box da Esplanada do Marques na Trafaria.
Este EP encontrei-o no Boteco e acho imensa piada a este tipo de capas.

Lucho Gatica canta acompanhado pela Orquestra de José Sabre Marroquín

Te Quiero Asi, Tu Pensaras en Mi - Estoy perdido - Angústia

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


Maysa Matarazzo.
Uma das grandes vozes do Brasil.
Neste EP, Maysa canta:

Estou Pensando em Ti - Murmúrio - Sonata Sem Luar - Chorou, Chorou


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


Os primórdios de Carlos do Carmo.

Acompanhado `guitarra por Fontes Rocha e à viola por José Maria Nóbrega, Carlos do Carmo canta:

Há Festa na Mouraria - Quadras de Amor - Um Dia - Vestida de Madrugada.

Da contracapa:

Gravação efectuada em Paris nos estúdios da Societé Phonographique Philips por ocasião da apresentação de Carlos do Carmo no Teatro Alhambra desta cidade.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


Há quem as considere fatelas, mas gosto deste tipo de capas.
Esta, mais pela vista do rio do que pelo resto.
Vendo de repente, até dá a ideia que a Fernanda Maria está a trincar a vedação!!!.
Fernanda Maria canta:

As Contas do meu Rosário - Vida Inteira . Mataste o Meu Coração - Sonho Fadista

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

OS CROMOS DO BOTECO


Encontrar no Boteco os violinos fantásticos de Felix Slatkin que tocam  Bonanza, Exodus, The Magnificent Seven, Tha Song of Delilah.
Um tempo em que as orquestras estavam na moda: Helmut Zacharias, Mantovani, Frank Pourcel, Percy Faith, James Last, tantas outras
Há muitos e variados exemplos cá pela casa.
Bonanza, foi uma série, a preto e branco, que fez as delícias da minha adolescência. 
As aventuras no rancho Ponderosa com Ben Cartwright e os filhos: Adam, Little Joe e o gordo Hoss.
Sair de casa para ir ao café da esquina ver o Bonanza.
Poucos tinham televisão, e eram os cafés de bairro que cumpriam a missão de serviço público.