Redescoberta da França
Urbano Tavares
Rodrigues
Capa: Acácio
Santos
Seara Nova,
Lisboa Abril de 1973
Quando se vive da escrita e para a escrita, quando se faz da pena e não pròpriamente uma arma (que a pena é a pena e a arma é a arma) mas o veículo necessário, imprescindível de uma comunicação sentida como imperativo ético, social, político (sem abdicar de uma rigorosa exigência estética), acontece perderem-se coisas pelo caminho, caídas em escuros alçapões ou dispersas ao acaso, no efémero quotidiano da imprensa. A esses salvados aqui reunidos sob uma epígrafe comum que, não os abrangendo embora todos, porventura lhes dará sombra da consistência que houveram podido ter, se redigidos ab initio sem condições limitativas, acrescem as advertências, prognósticos e esperanças que o título sugere: «Redescoberta da França.
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