Dentro de Greguerías,
aforismos de Ramón Gómez de la Serna, encontrei um guardanapo de café ou tasco,
com esta frase de José Sócrates, enquanto ministro do Ambiente e citada do Dna
de 16 de Setembro de 2000:
«Engenheiro José Sócrates, vamos vê-lo, um
dia, primeiro-ministro?»
«Não! Primeiro, porque não tenho o talento e as qualidades que um
primeiro-ministro deve ter. Segundo, porque ser primeiro-ministro é ter uma
vida na dependência mais absoluta de tudo, sem ter tempo para mais nada. É uma
vida horrível e que eu não desejo. Ministro é o meu limite.»
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