Luís
Montenegro não tem condições para ser primeiro-ministro.
Devia,
de imediato, abandonar a vida pública e dedicar-se, exclusivamente, a gerir o
património familiar.
Temos
azar com os primeiros ministros do reino que nos vão acontecendo.
«Se o arquivar do caso
Spinumviva foi uma prenda de Natal, Luís Montenegro foi daqueles presenteados
que só vêem defeitos no que lhes é dado. Numa declaração a partir de Bruxelas
(sem direito a perguntas, como já é habitual), o primeiro-ministro mostrou
satisfação pelo dissipar da nuvem negra que o perseguia, mas aproveitou o
momento para se fazer ainda mais vítima, atacando a imprensa e a justiça.
Está para perceber no
que errou a imprensa ao ter retirado da sombra o que tinha de ser trazido para
a luz. Alguém que ocupa um dos cargos de maior responsabilidade do país tem a
obrigação de saber que com o lugar vem o natural escrutínio por parte da
imprensa. Que tudo tenha começado por uns terrenos sem préstimo, herança de
família, e tenha acabado na avença de um grupo com casinos, que durante o
mandato deste executivo tem a sua concessão a concurso, foi certamente mais
trabalho da imprensa do que vontade de transparência do primeiro-ministro. Foi
mesmo a imprensa que esteve bem.»
David
Pontes no Público
«Nesta quinta-feira,
Pedro Nuno Santos recorreu às redes sociais para voltar a explicar a sua
posição. Escreveu que "independentemente da existência ou da ausência de
responsabilidade judicial, do ponto de vista político o que sabemos é
suficiente para se concluir que Luís Montenegro não tem condições de idoneidade
para o cargo que ocupa. Não foi esse o juízo popular, mas isso não mudou a
minha avaliação do carácter e da idoneidade do primeiro-ministro.»
Pedro Nuno Santos citado por Ana Sá Lopes
2 comentários:
Em branco - Ilegível
Volta e meia acontece!...
Deve ser - com toda a certeza que é - uma nabice da minha parte porque não domino completamente estas coisas... ainda...
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