sábado, 27 de fevereiro de 2021

QUOTIDIANOS


Andam tão escuros estes dias que passam, que a insónia invade a noite e torna tão claras essas noites.

Já não vivemos.

Apenas sobrevivemos.

O Jorge Fallorca tem um poema, chamou-lhe Medo, que começa assim:

«Durante anos, acreditei que o sono mata».

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