terça-feira, 14 de setembro de 2010

OLHAR AS CAPAS


Memórias de Cascais

Branca de Gonta Colaço e Maria Archer
Parceria António Maria Pereira, Lisboa 1943
Edição fac-similada, em Março de 1999, com os apoios da Câmara Municipal de Cascais e da Câmara Municipal de Oeiras.

Leitor amável – tu entras na moderna e simpática estação do Cais do Sodré, compras o teu bilhete, tomas lugar no óptimo comboio eléctrico, e não lanças um olhar aguçado pela curiosidade erudita.
Nem sabes o que perdes! A história dessa linha tem pitoresco, emoção, novidade, vale por um filme dos últimos cinquenta anos. Vamos indicar-te o que não viste na linha de Cascais, vamos dizer-te dela o que não sabes. E depois, quando voltares ao teu fadário de viajante de Estril-Lisboa, Lisboa-Estoril, acharás mais sabor ao desfilar dessa enfiada de povoações garridas, de casario novo em folha, de fortins para soldadinhos de chumbo, de jardins pintalgados de pelargónios, de praias doiradas e deslumbrantes aguarelas marítimas.
O princípio é dizer-te: a linha de Cascais é tão curiosa que começou por não existir…

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