«Era suposto J.D. Vance estar a jogar em casa. Na terça-feira, o
vice-presidente norte-americano era entrevistado num evento na Universidade da
Georgia organizado pela conservadora Turning Point USA, de cuja actual líder
Erika Kirk obteve já uma primeira declaração de apoio a uma quase certa
candidatura às presidenciais de 2028, quando foi interrompido por um
manifestante na plateia. “Estão a matar crianças” e “Jesus Cristo não apoia
genocídios”, ouviu-se.
Vance podia ter repetido o que Donald Trump fez várias vezes na campanha de
2024 e menosprezado o incidente como um acto de um "infiltrado".
Desta vez, o vice-presidente republicano reconheceu que as críticas vêm de
dentro. “Aceito que os eleitores jovens não amam as políticas que temos no
Médio Oriente”, declarou o número dois da Administração Trump. “O que vos peço
é que não desmobilizem só porque discordam do Governo num tema”, apelou
De delfim a pára-raios de Trump, J.D. Vance é rosto de tripla derrota de
Washington
O proto-candidato republicano, que vinha perdendo protagonismo em Washington
para Marco Rubio, chefe da diplomacia dos EUA e outro putativo nome para a
sucessão de Trump, foi na semana passada enviado para duas frentes de batalha
no Irão e na Hungria. A dupla missão elevaria o seu perfil político e
encaixaria em dois eixos da sua agenda externa: o fim do intervencionismo
militar norte-americano, através da negociação de um acordo de paz com Teerão,
e a promoção da direita radical europeia, com a sua presença na campanha
eleitoral húngara.
O esforço terminou em dupla derrota no fim-de-semana, a que se junta agora uma
crise diplomática com o Vaticano. Vance vê-se transformado numa espécie de
pára-raios de Trump, atraindo parte das críticas de que este é alvo, com custos
para a sua marca política.»
Para o poema de amanhã, lembrei-me do Eduardo Guerra
Carneiro e peguei na Profissão de Fé,
livro de poemas, uma bonita capa do Rogério Petinga, editado pela Quetzal no
ano de 1990 e que me custou 900 escudos, ao câmbio de hoje seriam 4 euros e 50
Cêntimos.
Na contra capa do livro encontra-se um texto do
Manuel João Gomes, seu amigo, e disse de mim para mim que este texto também
poderia ser um dos Itinerários do Eduardo.
Aqui fica:
«É
hoje vulgar dizer-se: "Isto anda tudo ligado, como diz o poeta." E
qual é o poeta que diz: Isto anda tudo ligado? Camões? Pessoa? Não. Isto anda tudo ligado é o título
dum livro que Eduardo Guerra Carneiro publicou em 1970.
O que para o poeta andava ligado naquele já remoto ano de 1970? Tudo: a
cerveja, os Beatles, uma mesa de café numa pequena vila perto de Tomar, um
poema da Camilo Pessanha, a Twiggy (inventora de minissaia), a memória
"destes anos, destas cidades mornas onde com vagar enlouqueço", enlouquecemos,
enlouqueceremos. E também Allen Ginsberg, Joan Baez a cantar, a estação de
Nelas, uma enorme bebedeira na Covilhã, Walt Whitman, os guerrilheiros que saem
do Vavá "com uma citação à bandoleira". E outra vez a cerveja: as
letras "que escorrem pela caneta como a cerveja pelos cantos da
boca"...
Poesia em prosa, prosa de poeta incorrigível, melancólico, irónico, um
tudo-nada romântico. Poesia às vezes jornalística, quotidiana e quotinocturna,
em cima do acontecimento. Antes, durante e depois da ressaca. Confissões,
recordações da terra natal, paisagens, retratos.»
«A
propósito do absurdo momento televisivo entre Pacheco Pereira e André Ventura,
tem sido recordada a recomendação de George Bernard Shaw: não se deve lutar com
um porco, pois enquanto este gosta, quem entra na peleja fica inapelavelmente
enlameado. Infelizmente, já estamos num tempo diferente, no qual a sujidade se
expande em ondas incontroláveis, que nos envolvem a todos. A explicação está
num equívoco sobre o que é ser democrático.»
O FMI reviu em baixa a previsão para o crescimento da economia
portuguesa, para 1,9% em 2026. Já os preços deverão crescer a ritmo mais
acelerado este ano, antecipa agora a instituição.
O crescimento da economia global deverá abrandar este ano e no próximo,
enquanto os preços vão aumentar a um ritmo mais acelerado do que o esperado,
resultado do impacto da guerra no Irão no mercado da energia e de outras
matérias-primas.
Mas
ela não o amava. Pelo menos não há razão nenhuma para supor que sim. Ele não
passava para ela dum troféu de caça; e isso é um valor que a morte não apaga.
Embalsama-se a cabeça e pendura-se na parede.
À medida que ver se completa em arco
de uma harmonia que reúne o espaço inteiro
a flor se ergue em fantasia calma e se decanta
na brisa que a inclina e a rodeia e a aviva.
Não mais a máscara, não mais a mímica, não mais
as flautas e as palavras flutuantes. Só a canção
do mar, a sua ordem múltipla e monótona,
os seus artifícios frescos, a sua fragrância funda.
É uma voz que torna o céu mais amplo e a folha
mais azul. É o conhecimento de uma ordem
em que as sombras se combinam com o vento,
em que os corpos são formas do verdadeiro oceano.
António Ramos Rosa de No Calcanhar do
Vento em Obra PoéticaVol. I
Donald Trump apagou da internet, depois de várias
críticas, uma imagem gerada por inteligência artificial em que aparecia no
papel de Jesus Cristo. A fotografia foi publicada pouco depois da troca de
acusações com o Papa Leão XIV. Trump recusa pedir desculpa.
John Brennan, ex-director da CIA, declarou, no sábado,
numa entrevista, que Donald Trump “está claramente
fora de si” e que a 25ª emenda foi escrita a pensar em Donalad Trump.
Criticado
por Donald Trump, o Papa Leão XIV diz que vai continuar “a falar claramente
contra a guerra, a promover a paz, a promover o diálogo e as relações
multilaterais entre os Estados para encontrar soluções justas para os
problemas”.
É a resposta
do pontífice ao Presidente norte-americano, que o considerou “fraco” por ter criticado
a guerra contra o Irão. Leão disse não querer entrar em debate directamente com
Trump, mas acrescentou que há “abusos” à mensagem cristã.
«Há
demasiada gente a sofrer no mundo actualmente. Demasiados inocentes estão a ser
mortos. E penso que alguém tem de dizer que existe um caminho melhor. A
mensagem da Igreja, a minha mensagem, a mensagem dos Evangelhos:
bem-aventurados os que fazem a paz. Não olho para este papel como sendo
político”, disse o Papa.
“Não tenho medo da administração Trump nem de falar
abertamente sobre a mensagem do Evangelho, que é o propósito da Igreja. Não
somos políticos.
"O papa Leão é fraco no combate ao crime e
péssimo na política externa", escreveu Donald Trump na Truth Social no
domingo à noite. "Não quero um papa que acha OK o Irão ter
uma Arma Nuclear. Não quero um papa que pensa que é terrível a América ter
atacado a Venezuela, um país que estava a enviar quantidades massivas de droga
para os Estados Unidos e, ainda pior, esvaziando as suas prisões, incluindo
assassinos, traficantes de droga, para o nosso país", prosseguiu. "E
não quero um papa que crítica o presidente dos Estados Unidos porque estou a
fazer exatamente aquilo para que fui eleito, de forma esmagadora".
O líder dos Estados Unidos referiu ainda que Leão XIV
devia "estar agradecido" porque apenas foi eleito papa "porque
era americano, e eles pensaram que seria a melhor forma de lidar com o
presidente Donald J. Trump". "Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não
estaria no Vaticano", acrescentou, referindo ainda que o Sumo Pontífice
"é fraco no crime, fraco nas armas nucleares".
Talvez
se pudesse esperar que eu começasse este livro com uma definição de “filosofia”,
mas, erradamente, não me proponho fazê-lo. A definição de filosofia variará de
acordo com a filosofia que adotamos; tudo o que podemos dizer, para começar, é
que há certos problemas, considerados interessantes por certas pessoas, que não
pertencem, pelo menos no momento, a nenhuma das ciências existentes. Todos
esses problemas são de molde a despertar dúvidas quanto ao que se considera,
comumente, como conhecimento; e se tais dúvidas devem ser respondidas, isso só
pode ser feito mediante um estudo especial, ao qual damos o nome de filosofia.
Na berma da estrada, nuns quinhentos metros,
estão quinhentos mortos com os olhos abertos.
A morte, num sopro, colheu-os aos molhos.
Nem tiveram tempo para fechar os olhos.
Eles bem sabiam dos bancos da escola
como os homens dignos sucumbem na guerra.
Lá saber, sabiam.
A mão firme empunhando a espada ou a pistola,
morrendo sem ceder nem um palmo de terra.
Pois é.
Mas veio de lá a bomba, fulgurante como mil sóis,
não lhes deu tempo para serem heróis.
Eles bem sabiam que o último pensamento
devia estar reservado para a pátria amada.
Lá saber, sabiam.
Mas veio de lá a bomba e destruiu tudo num só momento.
Não lhes deu tempo para pensar em nada.
Agora,
na berma da estrada, nuns quinhentos metros,
são quinhentos mortos com os olhos abertos.
«Ao aceitar ser arrastado por Israel para a guerra e ao ameaçar
dizimar a civilização persa numa noite, o presidente dos EUA não afundou apenas
o seu já reduzidíssimo capital ético e político. Donald Trump ultrapassou uma
linha que nem muitos dos seus radicalizados apoiantes ousou admitir. Pela
primeira vez desde o regresso à Casa Branca, membros MAGA, a base de apoio de
Trump, levantaram a voz – em uníssono com os Democratas – para criticar o
presidente e admitir a invocação da 25ª Emenda constitucional que prevê a
destituição. A admissão do recurso ao genocídio para acabar com aquele que já
foi um dos maiores impérios do Mundo só poderia envergonhar os americanos, da
mesma forma que deixou perplexos muitos de nós. E nem o anúncio de frágil
cessar-fogo, feito pouco antes da hora-limite da infame ameaça, apaga a
errância de Trump na tentativa de sair de um conflito que não está a vencer,
por muito que grite vitória. A guerra inútil de Trump não mudou o regime em
Teerão, não é certo que abra o estreito de Ormuz, não obliterou o poder militar
da Guarda Revolucionária, não travou o enriquecimento do urânio iraniano e
aumentou a morte de civis no Líbano. Trump é o grande derrotado desta guerra e,
mais cedo ou mais tarde, vai pagar por isso.»
Alfredo
Leite no Correio da Manhã.
1.
Os Estados Unidos e o Irão não alcançaram qualquer
acordo de paz no final de 21 horas de negociações no Paquistão.
É provável que existisse alguém que ainda acreditasse
em algo diferente do que veio a acontecer.
Vance disse que os Estados Unidos apresentaram a sua
"melhor oferta final", mas que os iranianos recusaram a proposta, bem
como qualquer compromisso para não desenvolver armas nucleares.
A delegação iraniana, por seu turno, acusa os
norte-americanos de terem apresentado "exigências irrazoáveis" e
"ilegais". Para além do nuclear, continuam a ser pontos de discórdia
o controlo do estreito de Ormuz, o levantamento de sanções e o pagamento de
indemnizações de guerra. Não houve acordo em nenhuma das frentes.
A reacção de Donald Trump, é de indiferença.
"Aconteça o que acontecer, nós ganhamos",
declarou ainda na noite de sábado e foi assistir a um combate de luta livre em
Miami.
Um dos livros herdados da biblioteca do meu pai, é um calhamaço, mais de 700
páginas, da Editorial Inquérito:A
História das Religiões de Chantepie de la Saussaye.
Tinha os meus 17 anos, passei os olhos, apanhei o que
consegui entender e, passados uns tempos, não lembro quanto tempo, comecei a
ler o Albert Camus.
Quanto a religiões fiquei vacinado.
Respeito a fé, as crenças, tudo, de quem entenda a isso
dedicar-se.
Gostaria que respeitassem o facto de não frequentar
deuses, mas não acontece facilmente.
Só Deus sabe da
tranquilidade do meu ateísmo e do respeito que tenho pela fé dos outros.
O que a igreja
portuguesa está a fazer com as vítimas das sevícias dos padres é um nojo!
Leia-se o artigo de Susana Peralta no Público de 10 de Abril: «Generosa com abusadores, avara com vítimas». “Se há um mal feito por alguém, é esse
alguém que é responsável. É uma questão individual” – foram as palavras de José
Ornelas, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), duas semanas
depois de serem conhecidas as conclusões da Comissão Independente para o Estudo
dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica Portuguesa (CI), coordenada
por Pedro Strecht.
Ornelas errou; a
Igreja, enquanto instituição, é cúmplice ativa dos crimes. Cito partes do
Relatório da CI ao qual voltei nestes dias.
Em primeiro lugar, porque os crimes não são alheios ao ambiente religioso que
os propicia. Quando a CI perguntava às vítimas “O que lhe dizia a pessoa
abusadora para se aproximar de si?”, uma resposta comum era “Nada”.
“Aparentemente redutor, este 'Nada' é bem revelador da perceção do
'direito/poder' que o adulto sente em relação à criança sobre a qual age sem que
nada lhe seja devido verbalizar. (...) E é um 'nada' que assenta numa estrutura
de poder e de domínio (...).” À pergunta “O que lhe dizia [o abusador] durante
o abuso?”, uma resposta comum envolvia “a invocação verbal do (...) desígnio
divino e a consequente necessidade de o mesmo ter de ser cumprido (...)”.
Em segundo lugar, porque os abusadores não agiram sozinhos. Uma vítima mulher
(página 229) conta o abuso semanal por um padre, a partir dos 5 anos, no
orfanato onde cresceu, “com a conivência das freiras”, que a levavam ao
abusador quando ele a mandava chamar. Quando se queixou a uma freira, foi
tratada de maluca e mentirosa e ficou três dias sem comer. Uma vítima do sexo
masculino, na página 224: “Os outros padres nunca nos perguntaram porque
faltávamos aos momentos de orientação espiritual — eu acho que, no fundo,
sabiam, ou pelo menos desconfiavam [de] que algo estranho se passava.” Mais uma
vítima, também homem (página 244), desta feita no hospital de uma ordem
religiosa: “Havia um enfermeiro que se chamava Y e que ainda é vivo e que sabia
de tudo. Outro auxiliar V também dizia umas coisas tipo: 'cuidado com os padres
e com as festas [no sentido de carícias]'.”.
Em terceiro lugar, porque o encobrimento organizado dos abusos propicia o
crime, e a solução de rodar os abusadores por paróquias só serve para lhes
oferecer mais vítimas numa bandeja.»
Foram pelo menos 4815 as crianças abusadas no seio da
Igreja em Portugal, segundo o estudo retrospectivo sobre os abusos sexuais
cometidos no seio da Igreja em Portugal desde 1950 até à actualidade. Segundo o
coordenador da comissão, Pedro Strecht, esse é o número "absolutamente
mínimo", a que foi possível chegar após terem sido validados 512
testemunhos.
Soube-se agora que
Igreja Católica vai pagar
mais de 1,6 milhões de euros às vítimas de abuso sexual
Foram considerados elegíveis 78 pedidos e 57 já têm os montantes de compensação
definidos. Há nove casos a aguardar a definição do montante. Compensações
variam entre os nove mil e os 45 mil euros.
Sem perdão!
1.
O objectivo de Rosário
Palma Ramalho, ministra do Trabalho, é claro: esmagar os trabalhadores e
acabar com os sindicatos. Só há uma resposta para toda esta sanha.
2.
Corridas ao armamento implicam pesados
aumentos da despesa, de défices e subidas da dívida pública. Para compensar,
FMI vê cortes de 25% nos apoios sociais, de 26% na Saúde e 14% na Educação.
José Gomes Ferreira é o
único autor que tem 3 livros publicados na Colecção Poetas de Hoje da
Portugália Editora.
Em 20
de Março de 2025 apresentámos o Poema Autografado daPoesia I , no dia 21 de Março de 2026 apresentámos o da Poesia II e
hoje apresentamos o da Poesia III.
Na Poesia III
encontro os poemas do Zé Gomes de que mais gosto.
Temos por lá «Eléctrico», poemas de 1943 – 1944 –
1945, «Província» 1945 e «Café».
Zé Gomes o poeta de andar a falar sozinho pelas ruas
de Lisboa, pontapeando pedras e José Manuel Mendes fala da mágoa de não o
considerarem neo-realista:
«O Mário Dionísio, que
tinha sido e se manteve, até ao fim da vida, uma referência do movimento em
apreço, um crítico finíssimo e escrupuloso, tinha as suas reservas, expressas
em textos bastante conhecidos que não vale a pena aqui reproduzir. Mas aquela
mágoa, uma mágoa muito mais encenada do que real, que o Zé Gomes alardeava, por
não ter sido considerado neo-realista numa época de neo-realismo, mágoa do
avesso, uma espécie de enunciação saboreada de singularidade, apenas sublinhava
o quanto a sua obra era contaminada não só pelas referências
finisseculares a que aludi, também por uma tangência surrealizante,
no Eléctrico notória, entre experimentações e ousadias de vária índole.»
E
é este o Poema Autografado de José Gomes Ferreira:
Sempre as guerras espalhadas por todos os cantos do
mundo.
Apenas mortes e destruição.
As guerras sempre foram um enorme maná para empresas
gigantes, e não só, da produção de materiais de guerra.
A invasão da Ucrânia pela Rússia, em Fevereiro de
2023, fez com que passasse a ser premente, tanto para o Ocidente, como para a
Rússia, o aumento da capacidade de produção de equipamento militar.
E assim aconteceu.
As maiores cinco empresas do sector da defesa do mundo
(todas norte-americanas), anunciaram uma chuva de receitas no ano de 2023.
E ainda não tínhamos chegados às decisões assassinas
de destruição e morte do duo de loucos Donald/Netanyahu, que estão patentes aos olhos
incrédulos do mundo, sem que acha alguém, uma organização que ponha fim a esta
monstruosidade.
Tempo
para ouvir, em Música pela Manhã, Bob Dylan no seu segundo álbum The Freewheelin’Bob
Dylan (1963), a faixa Masters of War que poderão encontrar
no 1º Volume das Canções de Bob Dylan, publicadas pela Relógio d’Água:
Definitivamente, há que chamar os bois pelos nomes.É o que
faz, hoje, António Guerreiro noPúblico, numa crónica a que colocou o título: O demente da Casa Branca.
Para além de
profundamente ignorante, estúpido e corrupto, Donald Trump é um péssimo
carácter.
Vingativo que é, anda a
pensar em retirar os Estados Unidos da NATO por a organização não o ter ajudado
nos disparates que, juntamente, com Benjamin Netanyahu anda a cometer no Médio
Oriente.
Diga-se que Mark Rutte,
secretário-geral da NATO, é mais um, dos muitos, capachos de Trump.
Na reunião de
quarta-feira, ontem, com Trump, outra coisa não disse que se mostrou muito
desapontado com a aliança.