No primeiro eléctrico da manhã ainda há sonhos do dia anterior.
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quinta-feira, 7 de maio de 2020
POSTAIS SEM SELO
No primeiro eléctrico da manhã ainda há sonhos do dia anterior.
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Ramón Gómez De La Serna
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
POSTAIS SEM SELO
O livro é o salva vidas da solidão.
Ramón Gómez
de la Serna em Greguerías
Legenda: não
foi possível identificar o autor/origem da fotografia.
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Ramón Gómez De La Serna
domingo, 5 de janeiro de 2020
POSTAIS SEM SELO
No primeiro eléctrico da
manhã ainda há sonhos do dia anterior.
Ramón Gómez de la Serna em Greguerías
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Ramón Gómez De La Serna
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
POSTAIS SEM SELO
Os que não querem que se fume no vagão não compreendem que, se a locomotiva não fumasse, o comboio não se movia.
Ramón Gómez de la Serna em Greguerias
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Ramón Gómez De La Serna
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
POSTAIS SEM SELO
O que há de mais aristocrático na garrafa de champanhe
é que não deixa que lhe ponham de novo a rolha.
Ramón Gómez de la Serna em Greguerias
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Ramón Gómez De La Serna
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
POSTAIS SEM SELO
As cinzas de cigarro que ficam entre as páginas dos
velhos livros são a melhor imagem do que neles ficou da vida de quem os leu.
Ramón Gómez de la Serna em Greguerias
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Ramón Gómez De La Serna
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
POSTAIS SEM SELO
As gaivotas nasceram dos lenços que dizem adeus.
Ramón Gómez De
La Serna em Greguerias
Legenda: não foi
possível identificar o autor/origem da fotografia.
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Ramón Gómez De La Serna
domingo, 6 de dezembro de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
POSTAIS SEM SELO
Nos fios dos telégrafos ficam, quando chove, umas
lágrimas que tornam tristes os telegramas.
Ramón Gómez de
la Serna em Gregurias.
Legenda;
fotografia de Pedro Gonçalves Barata.
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Ramón Gómez De La Serna
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
OLHAR AS CAPAS
Greguerías
Ramón Gómez De
La Sierna
Selecção e
prefácio de Jorge Silva Melo
Assírio &
Alvim, Lisboa, Julho de 1998
Franzimos o sobrolho porque queremos agarrar com
pinças um grande pensamento que se nos escapa.
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Ramón Gómez De La Serna
terça-feira, 3 de maio de 2011
PORREIRO, PÁ!
José Sócrates, sabia que uma boa fatia do país estava agarrado ao televisor a ver o jogo de futebol, entre o Barcelona e o Real Madrid, e aproveitou o tempo de intervalo para divulgar o lado brilhante da rua, no que ao plano da troika diz respeito.
Chapeau!..
Mas como o povo é como uma loura muita burra, não valeu a pena acrescentar outros pormenores, como por exemplo, dizer a que juros, a rapaziada da Europa nos empresta o guito.
Porque, velho como o mundo, é sabermos que não há almoços grátis.
Numa das suas “Greguerias”, Ramón Gómez de la Serna, diz que “o capitalista é um senhor que, quando fala connosco, nos tira os fósforos.”
O meu avô, dizia que o capitalista é um tipo que nos empresta o chapéu quando está sol, e nos tira quando desata a chover.
Manuel Carvalho da Silva disse já, que a declaração de José Sócrates, ao considerar que o governo chegou a um “bom acordo”, não passa de uma leviandade e de uma enormíssima irresponsabilidade.
Não posso estar mais de acordo.
Resta-nos esperar pela espuma dos dias que por aí vêm.
Em tempo: ontem, o professor Marcelo mostrava-se preocupado por não saber onde andava o Ministro das Finanças.
Já pode dormir descansado: apareceu, esta noite, ao lado de Sócrates.
Um ar um tanto ou quanto sinistro, mas os tempos também não estão para galhofas…
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