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quarta-feira, 13 de setembro de 2023

OLHAR AS CAPAS


A Responsabilidade dos Intelectuais

Noam Chomsky

Tradução: Maria Luísa Pinheiro

Capa: Fernando Felgueiras

Colecção Diálogo nº 1

Publicações Dom Quixote, Lisboa, Outubro de 1968

Dwight Macdonal publicou há vinte anos no Politics, uma série de artigos sobre a responsabilidade dos povos, ou mais especificamente, sobre a responsabilidade dos intelectuais. Li-os, quando ainda licenciado, nos primeiros anos do pós-guerra, e tive agora, há poucos meses, ocasião de os ler de novo. Afigura-se-me que nada perderam do vigor ou do poder de persuasão de que, da primeira vez, me pareceram imbuídos. Maddonald mostra-se particularmente interessado na questão da culpabilidade do indivíduo em relação à guerra. Eis uma das perguntas que formula: até que ponto é que os povos alemão e japonês podem considerar-se responsáveis pelas atrocidades cometidas pelos respectivos governos? E, com toda a propriedade, faz a mesma pergunta relativamente a nós: até que ponto é que os povos britânicos e norte-americano podem considerar-se responsáveis pelos terrífcos bombardeamentos das populações civis, efectuadas por engano, perpetrados como obra-prima da técnica de guerra das democracias ocidentais e que atingiram o auge com Hiroxima e Nagasaqui, que figuram, por certo, entre os mais execráveis crimes da história?

sexta-feira, 5 de maio de 2023

O MERCADO IDEAL

«Algo que Mussolini, Hitler e também Thatcher compreendiam todos muito bem é que se tem de destruir a principal forma de as pessoas se defenderem – é preciso eliminar os sindicatos, impedir as pessoas de falarem umas com as outras. É preciso deixá-las separadas. Isto é o mercado ideal.»

Noam Chomsky, em entrevista ao Público

domingo, 7 de junho de 2015

NOTÍCIAS DO CIRCO


Se olharmos para as dívidas de países como a Grécia, Portugal e Espanha, são contraídas por banqueiros, governantes e lites. As populações não têm nada a ver
com isso e portanto não existe qualquer razão para pagarem.


Noam Chomsky, entrevista ao Expresso.

domingo, 24 de maio de 2015

É BOM NÃO ESQUECER!


O auto proclamado Estado Islâmico, um misto de loucos e mercenários e sabe-se lá mais o quê, tomou a cidade de Palmyra, cujas ruínas arqueológicas são património da Humanidade. 

Receia-se o pior.

O caos há muito que está lançado no Oriente.

Umas semanas atrás, Barack Obama enquadrou pela primeira vez o aparecimento e posterior expansão do grupo terrorista Estado Islâmico no contexto das decisões de política externa americana:

O Estado Islâmico é uma consequência direta da Al-Qaeda no Iraque, que cresceu da nossa invasão. É um exemplo de uma “consequência não-intencional”, razão pela qual devemos geralmente apontar antes de disparar.

Saddam Husseuin, Khadafy eram o que eram, mas mantinham um controlo sobres aqueles territórios.

Todos os que sonhavam com primaveras árabes, com a queda daqueles ditadores, podem agora olhar no que tudo isso deu.

Já antes Noam Chomsky tinha dito:

 «Toda a gente está preocupada em acabar com o terrorismo. Bem, há uma maneira muito fácil: parem de participar nele.