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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO

81ª Assembleia Geral da ONU.

Antes do discurso de Netanyahu, foram apresentadas na Assembleia Geral as declarações do Presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, que tiveram de ser previamente gravadas, já que os Estados Unidos rejeitaram os pedidos de vistos feitos por si e pela sua delegação, pelo segundo ano consecutivo.

Netanyahu leu o seu discurso perante aquela enorme quase sala completamente vazia e acabou a dizer que Israel tem o exército mais mural do mundo.

Fora do edifício da ONU decorreram largos protestos, convocados por grupos judaicos e israelitas contra a governação de Netanyahu e apelando a que seja responsabilizado pelos crimes cometidos à luz do direito humanitário internacional.

Cerca de uma centena de manifestantes foram detidos pela polícia e nesse grupa estava a actriz Susan Sarandon:

«Netanyahu, não podes esconder-te, acusamos-te de genocídio e nenhum de nós é livre até que todos sejamos livres.»

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

EM BUSCA DE FLORES NO DESERTO


 A pergunta é feita hoje por Amílcar Coreia no Público:

 «Porque está Trump tão empenhado no cessar-fogo em Gaza?»

Benjamim Netanyahu não está interessado na paz.

A Donald Trump uma  só coisa importa: negócios e agarrado a isso, money, money, money:


«Netanyahu troçou de Biden, e nunca se deu na perfeição com os democratas, mas acabou nas mãos de um republicano que tem os seus próprios projectos económicos para a Riviera e sócios árabes para o concretizarem.»

terça-feira, 7 de outubro de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


«Ainda no dia 7 de Outubro de 2023, depois do ataque sem precedentes do Hamas, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que iria “transformar em escombros” todos os locais em que o Hamas operava.

Nos dias, semanas, e meses seguintes, ataque após ataque, foram sendo destruídas casas, hospitais, escolas, universidades, mesquitas, instituições culturais, incluindo jornalísticas, parques, campos agrícolas, estações de tratamento de água, até cemitérios.

Uma destruição que Omer Bartov, professor de Holocausto e Estudos de Genocídio na Universidade de Brown (EUA), diz que “reflecte uma política com o objectivo de tornar altamente improvável o resurgir da vida palestiniana no território”.

Israel diz que está a atingir alvos do Hamas e combatentes deste e de outros grupos. Mas segundo dados recentes a que o diário The Guardian teve acesso, o próprio Exército estimava que tinham morto 8900 combatentes do Hamas e da Jihad Islâmica, numa altura em que o número total de mortos era de 53 mil — ou seja, 83% dos mortos seriam civis.»

Maria João Guimarães no Público de hoje. 

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO

As reacções da direita e da extrema-direita, ao episódio da Flotilha, enquanto o ódio espirra por todo o lado, roça o incrível, o mais que lamentável, a selvajaria. Como dizia uma leitora do Público, por aqui referida:

«presunçosos, pirosos, arrogantes, ignorantes atrevidos, gananciosos, medíocres, e mesmo muito idiotas.»

É isso mesmo que somos, algo mais…

O governo, esse regeu-se, como seu hábito, pelo mesmo diapasão de ignorância, incompetência.

Rui Tavares, citado por David Pontes:

«Se o senhor primeiro-ministro não consegue dizer nada de bom acerca desta situação, ao menos que não insulte a inteligência das pessoas.»

terça-feira, 30 de setembro de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO

Com imensa pena, obrigo-me a dizer que não acredito em nada do que esta gente tem face à guerra na faixa de Gaza.

Lamento mesmo muito!


«Donald Trump prometeu ontem, em Washington, a paz eterna para o Médio Oriente. Com Benjamin Netanyahu ao seu lado, o presidente dos EUA apresentou algumas das 20 medidas que farão parte de um plano de paz para terminar com a guerra na Faixa de Gaza.

O plano prevê a libertação de todos reféns israelitas (vivos ou mortos) e a libertação de 1700 habitantes de Gaza, presos após os ataques do 7 de Outubro de 2023, e 250 prisioneiros condenados a prisão perpétua.

Trump promete a paz eterna no Médio Oriente. Será?
Sobre o futuro do território, Donald Trump afirmou que irá ser criado um “Conselho de Paz, que será responsável pela sua governação. Esse conselho, sem qualquer mandato internacional, será presidido pelo próprio presidente dos EUA e dele fará parte Tony Blair, ex-primeiro-ministo do Reino Unido e figura controversa na região desde a invasão do Iraque com base em provas forjadas.

Mas não é conhecida ainda uma reacção do Hamas, pelo que o sucesso do plano não está garantido. Em Israel, os dois ministros mais radicais do actual governo manifestaram as suas divergências e críticas pelo pedido de desculpas que Benjamin Netanyahu apresentou ao seu homólogo do Qatar, devido ao bombardeamento israelita a responsáveis do Hamas em Doha, no qual morreu um cidadão daquele país. O governo israelita vai sobreviver a esta proposta dos EUA?»


Texto de Amílcar Correi e Ruben Martins no Público

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO

 O reconhecimento do estado da Palestina peca por tardio.

Copiamos três recortes do artigo de Ana Sá Lopes onde aborda que a decisão do reconhecimento da Palestina não quis ser protagonizada por Luís Montenegro

Palestina: a decisão histórica que Luís Montenegro não quis protagonizar:

1.


«Nos oito anos de Governo PS, recorde-se que o silêncio foi a nota: nem sequer o embargo da venda de armas a Israel, como já repetiu Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, várias vezes, foi travado.»
2.


«Agora, é absolutamente estranho que não seja, como aconteceu com os outros governos envolvidos, o chefe do executivo a fazer a declaração de reconhecimento, mas sim o ministro dos Negócios Estrangeiros. Que aconteceu a Luís Montenegro? Estava “a trabalhar”? Se é verdade que foi sempre Paulo Rangel a gerir este dossier – o que é natural, tendo em conta o seu cargo –, é um bocado difícil de perceber que Montenegro tenha preferido sair da fotografia.»


3.

«É triste dizer isto, mas, infelizmente, é verdade: uma grande parte do eleitorado de direita em Portugal defende a chacina dos palestinianos tal como ela tem sido levada a cabo por Benjamin Netanyahu. Confunde críticos do governo de Israel com apoiantes do Hamas. Desumaniza a população da Palestina, metendo-a num saco onde escreveu “terroristas” (e esses “terroristas”, incluindo as crianças “terroristas”, podem ser mortos à vontade).»

Ana Sá Lopes no Público de hoje

terça-feira, 16 de setembro de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


 «Nada nem ninguém parece capaz de impedir o Governo de Benjamin Netanyahu de avançar sobre a Cidade de Gaza, nem mesmo a confirmação pelas Nações Unidas, através de um relatório publicado esta terça-feira, de que aquilo que parece um genocídio é mesmo um genocídio cometido por Israel contra o povo palestiniano na Faixa de Gaza.»

«O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, garantiu que Israel “não cederá e nem recuará – até à conclusão da missão”. Uma missão que cada vez mais se confunde com a destruição total das infra-estruturas de Gaza de tal forma que a vida seja insustentável. Katz, qual Nero perante o incêndio de Roma, escreveu na rede social X: “Gaza está a arder”.»

António Rodrigues no Público

domingo, 14 de setembro de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


Milhares de pessoas com bandeiras e outros símbolos da Palestina invadiram neste domingo as ruas de Madrid, pelas quais deveria passar o circuito final da última etapa da 80.ª Volta a Espanha em bicicleta, forçando a organização da prova a anular a tirada. Conclusão: a Vuelta 2025 terminou numa espécie de anticlímax, com Jonas Vingegaard como vencedor e João Almeida como segundo classificado, mas sem direito ao habitual ritual de consagração.
 

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


 

Certo que há o apoio, ou silêncio da grande maioria dos judeus pelo mundo.

Que parte da comunidade internacional terá o poder para fazer parar o assassino, o genocida O apoio, ou silêncio da grande maioria dos judeus pelo mundo.

Que parte da comunidade internacional terá o poder para fazer parar o assassino, o genocida Benjamim Netanyahu?

Como é que, sem protesto algum, se admitiu que certa gente afirme que Israel é o povo escolhido para ocupar aquele pedaço de terra?

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

À LUPA


 O genocida Netanyahu anuncia ao mundo que, por completo, quer tomar Gaza.

Lido no editorial do Público de hoje:
«A conferência de imprensa do primeiro-ministro israelita, neste domingo ao início da tarde, é a declaração mais clara que Benjamin Netanyahu fez nos últimos tempos sobre as suas intenções e a prova de que estamos hoje muito longe dos Acordos de Oslo, entre Yasser Arafat e Yitzhak Rabin.
Há mais de 30 anos, na Noruega e sob a mediação dos Estados Unidos, chegou-se a uma solução que apontava para um processo de paz com vista, entre outras coisas, à criação de um Estado palestiniano. Na realidade, o acordo que tanto custou àqueles dois homens (a Rabin custou-lhe a vida), acabou por ser sucessivamente desrespeitado por líderes de uma e de outra parte.»

Às voltas com os diversos Diários da Biblioteca da Casa, para preencher o «Neste Dia», percorro Diário de Mário Sacramento. Em conversa com um amigo, a propósito da Guerra do Vietnam, escreve em 1968:

«Não pode ser patriota quem oprime outras pátrias».

domingo, 10 de agosto de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO

«Cerca de vinte países árabes e muçulmanos condenaram este sábado, 9 de agosto, o plano israelita de tomar o controlo da cidade de Gaza, considerando-o uma "escalada perigosa".

Numa declaração conjunta, esses países, entre os quais o Egito, a Arábia Saudita e a Turquia, acusam o plano israelita, aprovado na noite de quinta para sexta-feira pelo governo de Israel, de constituir "uma violação flagrante do direito internacional e uma tentativa de consolidar a ocupação ilegal e impor um facto consumado".

A Autoridade Palestiniana pediu na sexta-feira uma reunião extraordinária e urgente da Liga dos Estados Árabes, na sequência da decisão de Israel de expandir a ofensiva e assumir o controlo da cidade de Gaza.

A reunião de urgência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, no seguimento dos planos israelitas de ocupação da principal cidade da Faixa de Gaza, foi reagendada para este domingo.»

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 27 de junho de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


Não há palavras.

Mas o que ainda é mais desesperante e trágico, é não existir, neste mundo, um organismo, o que quer que seja, que faça uma intervenção enérgica que prendesse Benjamim Neta e o enfiasse num calaboiço.

O Público coloca, hoje, na 1ª página que, em Gaza, soldados israelitas denunciam que as autoridades israelitas deram ordenas apara atirar a matar sobre os palestinianos que procuram comida.


«Desde 27 de Maio, quando a Gaza Humanitarian Foundation começou a distribuir ajuda humanitária no centro e Sul da Faixa de Gaza, até meados desta semana, morreram 549 palestinianos e 4066 ficaram feridos enquanto tentavam obter comida junto dos centros de distribuição militarizados suportados pelos Estados Unidos e Israel.
Esta contabilidade feita pelo Ministério da Saúde de Gaza (administrado pelo Hamas) talvez seja mais fácil de perceber com a confirmação dada por oficiais e soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) ao jornal Haaretz de que têm ordem para disparar sobre as multidões de civis que se aproximam destes locais, mesmo sem sinal de qualquer ameaça evidente.

De acordo com o jornal israelita, vários comandantes ordenaram disparos sobre as multidões, para dispersá-las, naquilo que um soldado descreveu como o colapso total do código ético das IDF em Gaza. “É um campo de morte”, descreveu outro militar. “Onde eu estava estacionado, entre uma e cinco pessoas eram mortas todos os dias. São tratados como forças hostis e não há quaisquer medidas de controlo de multidões, ou gás lacrimogéneo. Só fogo vivo com tudo o que se imagine: metralhadoras pesadas, lançadores de granadas, morteiros. Depois, quando o centro abre, o tiroteio pára e eles sabem que podem aproximar-se. A nossa forma de comunicação são disparos”, descreveu.»

Como é possível que  o simples acto de dar comida a quem tem fome, é se transforma num isco, numa armadilha para israelitas e norte-americano, matar palestinianos?

Que mundo criámos?...

sexta-feira, 20 de junho de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


Notícias do genocídio que o criminoso Benjamin Netanyahu prossegue em Gaza:

«Mortos a tiro 45 palestinianos que esperavam ajuda alimentar.»

Entretanto o governo português entende que o reconhecimento da Palestina está sujeito aos ditames da cinzenta Comissão Europeia.

Respondendo a uma pergunta do deputado do PS João Torres, durante o debate preparatório do Conselho Europeu dos próximos dias 26 e 27, no parlamento, Luís Montenegro recusou que Portugal faça “um reconhecimento individualizado” ou numa “corrida para ver quem chega à frente” pois o Governo português mantém “uma avaliação permanente sobre a possibilidade de reconhecimento”, que, considerou, deve ter “um efeito útil”, o primeiro-ministro elencou uma série de condições que devem ser salvaguardadas.

 “Estas condições, uma vez garantidas, salvaguardadas, vão abrir a possibilidade para que esse reconhecimento se possa efetuar, num quadro de concertação estratégica à escala europeia”, comentou Montenegro.

Segundo o líder do executivo português, estas condições passam pela garantia, pela Autoridade Palestiniana, de uma “libertação segura dos reféns que o Hamas tem na sua posse” e pelo desarmamento do grupo islamita palestiniano, no poder na Faixa de Gaza.

A Autoridade Palestiniana, acrescentou, deve proceder a “reformas internas com vista a poder perspetivar-se no médio prazo realização de eleições presidenciais e legislativas”, além de reconhecer o Estado de Israel.

Além disso, a Palestina deve ser desmilitarizada, cabendo a segurança externa a missões de proteção internacional.

Montenegro adiantou que Portugal está em contacto com outros parceiros europeus e “mais preocupado em estabelecer pontes e parcerias e não tanto em fazer números para aparecer mais nas notícias internacionais”.

quinta-feira, 29 de maio de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


«Netanyahu está a empurrar um país que tinha a solidariedade das democracias, e do mundo em geral, para um beco sem saída. Está a transformar Israel num estado quase pária por causa de Gaza», escreve, no Público de hoje, a jornalista Teresa de Sousa.

Chegaremos um dia a saber o número de mortos, de feridos, de estropiados, de desaparecidos, de deslocados.

Saberemos.

Mas em saber os números, mesmo que exactos não sejam – mas para quê os números!? - sabemos que, em Gaza, há gente a morrer de fome, de sede, sem tecto entre ruínas, perante o silêncio internacional , principalmente duma Europa que apenas tem olhos para a Ucrânia.

Os israelitas destroem escolas e hospitais em Gaza porque entendem que por lá se esconde gente do Hamas.

Terrível, dramático, mas já não há palavras para em pleno século XXI classificarmos este odioso crime.

Se isto não é um genocídio, então o que é um genocídio?

quarta-feira, 28 de maio de 2025

POSTAIS SEM SELO


O Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas avançou que "uma multidão de pessoas esfomeadas" invadiu um dos armazéns de alimentos da ONU no Centro na Faixa de Gaza na tarde desta quarta-feira, 28 de Maio, depois de um bloqueio total de quase três meses imposto por Israel ao território ter agravado a fome e uma situação humanitária já catastrófica. Pelo menos quatro pessoas morreram, esmagadas ou baleadas, e várias ficaram feridas.

À LUPA


Que Nações Unidas? Que Direitos Humanos?

Gaza é o marco do nosso tempo.

As nossas crianças querem brincar e rir.

Não há solução militar.

Há muitos anos, um oficial israelita veio à aldeia e perguntou a um velho  desde quando aqui estava. E o velho respondeu: bem, Adão passou por aqui a ver se eu tinha visto Eva.

Palavras encontradas em Gaza Está em Toda a Parte

terça-feira, 27 de maio de 2025

À LUPA


Nos dias desesperantes que se vivem em Gaza, e há quantos e quantos anos assim se vive por ali, tempo  para o possível pão. 

Ao mesmo tempo que o genocida Netanyahu continua a planear tudo arrasar para fazer nascer uma qualquer riviera.

José Saramago lembrava que Quando a minha avó acabava de amassar o pão, dizia sempre, depois de traçar uma cruz na massa: Deus te ponha a virtude, que eu fiz o que pude.

José Pacheco Pereira lembra o estado de maior indignação que o invade pelo que se passa em Gaza e diz:

«Só conheço uma comparação para esta indiferença, vergonhosa e também, ao mesmo tempo, a mais certeira e, num certo sentido, a mais diabólica: o encolher de ombros de todos os que sabiam que o Holocausto estava em curso –​ e havia muitos altos responsáveis entre os inimigos dos alemães que sabiam – e nada fizeram.» 

terça-feira, 13 de maio de 2025

POSTAIS SEM SELO


 «Todos pela Ucrânia, ninguém por Gaza

Ninguém pode alegar que não sabe o que se está a passar em Gaza. O plano aprovado pelo Governo israelita, perante a indiferença e passividade generalizada, mais não é do que a intenção assumida de anexar o território, de continuar a massacrar a população civil, seja através de bombardeamentos, seja através da fome, e de preparar a sua eventual deportação. Este plano só vai provocar mais mortes civis e não garante que a assistência humanitária seja retomada na devida quantidade e frequência.»

Amílcar Correia no Público

sábado, 10 de maio de 2025

EM BUSCA DE FLORES AZUIS NO DESERTO


 Numa crónica publicada, hoje, no Público, que todos deveriam ler, e verdadeiramente pensar sobre o que lá está escrito, José Pacheco Pereira intitulou-a: A VERGONHA ABSOLUTA!

«E, já agora, não convinha perguntar, em plenas eleições, algo de verdadeiramente importante ao PS, ao PSD, ao CDS, ao Chega, por aí adiante, se, chegando ao Governo, estão dispostos a reconhecer o Estado palestiniano, estão dispostos a impor sanções a Israel e a usar todos os meios ao dispor de um Estado da União Europeia para punir os criminosos? E, para além disso, o que é que eles acham do que se está a passar com as crueldades de Israel em Gaza?

As respostas seriam até uma razão bem mais sólida e moral para decidir o voto.»