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terça-feira, 14 de maio de 2024

OLHAR AS CAPAS


A Crise da Consciência Pequeno-Burguesa

Augusto da Costa Dias

Capa: João da Câmara Leme

Colecção Portugália nº 1

Mas além de exigência natural das novas estruturas industriais o comboio é ainda, quer na praxis, quer no plano da consciência individual, um subersor das categorias ancilosadas do espaço e do tempo: e instigando ou coagindo os homens distantes às relações mais íntimas, os seus silvos vêm golpear sensibilidades enclausuradas, afeitas a pequenas áreas, com um quadro de estímulos secularmente fixo. Pensemos agora que o movimento ferroviário sofre, entre 1884 e 1900, a significativa evolução que vou resumir, reportando-me apenas àqueles dois anos, sem me deter nos intervalares.

quarta-feira, 13 de março de 2024

OLHAR AS CAPAS


O Senhor Sete

Trindade Coelho

Recolha, apresentação e notas: Augusto da Costa Dias

Capa: João da Câmara Leme

Portugália Editora, Lisboa, Agosto de 1961

Começo a dar hoje nestas doces páginas da Tradição tudo quanto a minha paciência para coisas do povo tem coligido – aqui, além, acolá -, em que entre o algarismo 7, que é, como se sabe, muito do agrado popular. Começarei pelas quadras que estão nesse caso, incluindo, está bem de ver, as que se referem ao Setestrelo; passarei depois aos ditados, rifões, parlendas e frases feitas, em que esse algarismo figure também; aos responsos, esconjuros, orações e adivinhas, em que o mesmo sede; e, por último (e quem sabe lá se o mundo se não acabará primeiro!) ao que também respiguei de setes na literatura popular já coligida: xácaras, romances, solaus, contos, etc., etc,

Valos lá, pois, com Deus, que temos muito que andar, e o que vale é que não pode o caminho ser mais bonito! 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

OLHAR AS CAPAS


 Memórias Políticas

Basílio Teles

Fixação de texto, prefácio e índices: Augusto da Costa Dias

1ª edição, conforme o manuscrito do Autor, datado de 1895

Capa: João da Câmara Leme

Portugália Editora, Lisboa, Março de 1969

É esta certeza irrefragável, esta certeza matemática que imprimiria à coalização a sua feição proeminente – a de ser fundamentalmente imbecil. Não há pretexto, considerando, motivo, por mais justo, por mais sério, por mais sagrado na aparência, que leve o Partido Republicano a associar-se com qualquer dos partidos ou grupos realengos. Entre uns e outros traçou o destino, como a vara da feiticeira, uma risca fatídica, que vem desde o ultimatum inglês até à recente ditadura. E mal irá para os republicanos que se abalancem a transpô-la se nesse país restam vida, energia e vontade para se lançar ousadamente na tarefa de preparar o futuro! Há colapsos de memória que são talvez desculpáveis num povo, mas que exautoram por completo o homem público em que eles se produzem. Pense, e diga-me se é possível esquecer e perdoar este rosário de torpezas.