As Ideias de Eça de Queiroz
António José Saraiva
Centro
Bibliográfico, Lisboa 1946
Há várias maneiras de estudar as ideias num artista porque nem sempre da mesma maneira se articulam as ideias e as artes.
As Ideias de Eça de Queiroz
António José Saraiva
Centro
Bibliográfico, Lisboa 1946
Há várias maneiras de estudar as ideias num artista porque nem sempre da mesma maneira se articulam as ideias e as artes.
A Escola: Problema Central da Nação
António José Saraiva
Edição da Comissão
Pró- Associação Estudantes do Ensino Liceal de Lisboa, Lisboa, 1966
Temos de procurar em troca de tal regime um outro em que o interesse do
aluno seja espontaneamente solicitado pela matéria a assimilar. Para tanto é indispensável
começarmos por pôr de parte definitivamente a noção de que o educando é uma
folha em branco ou um bocado de cera nas nossas mãos.
Literatura
Portuguesa
1º Volume
António José
Saraiva
Capa: Manuel
Correia
Ilustrações
desenhadas: Fernando Azevedo
Estúdios Cor,
Lisboa, Dezembro de 1963
Fernão Lopes
António José Saraiva
Colecção Saber nº 21
Publicações Europa-América, Lisboa s/d
Fernão Lopes foi afastado do seu do seu cargo de cronista do Reino após
o triunfo da nobreza em Alfarrobeira, certamente porque a sua personalidade e a
sua maneira de fazer a história não se adequavam à nova Orientação da Corte
Portuguesa.
Herculano e o
Liberalismo em Portugal
António José Saraiva
Edição do Autor, Lisboa 1949
Esta
incompatibilidade entre os emigrados e a religião tradicional, orientada pelo
clero regular, não é mais que um aspecto do processo histórico pelo qual a sociedade
portuguesa era transformada de alto a baixo num cataclismo só comparável ao
realizado em França pelos acontecimentos de 1789, A distância, Herculano
abarcará a perspectiva dos acontecimentos e terá a noção da sua grandeza: «As
forças sociais antigas desapareceram para dar lugar a novas forças;
destruíram-se classes; criaram-se novos interesses, que substituíram os que se
aniquilaram; os elementos políticos mudaram de situação. Tal foi, segundo
Herculano, on resultado da «única revolução social por que (desde o fim do
século XV) o nosso país tem passado»
História da
Literatura Portuguesa
António José Saraiva/Óscar Lopes
Porto Editora, Porto s/d
Na época em que
Portugal se constitui como estado independente, em meados do século XII,
encerra-se a chamada «Idade das Trevas», isto é, a idade em que a economia, a
sociedade, a vida política e a cultura estiveram estruturadas dentro de moldes
estritamente feudais.
A Península Ibérica não chegou a conhecer a sociedade feudal típica.
Volume 2
António José
Saraiva
Capa de António
Domingues
Publicações
Europa-América, Lisboa, Novembro 1961
Oh! Caro Amigo, para quê? E que sei eu disso? Estou a ver-te daqui, com o teu sólido arcaboiço de Vítor Hugo, como Rodin o fixou na pedra, em movimento. Marcha! Avança! No fundo, a tradição está no futuro, é o sentido que damos à nossa actividade, é aquilo que queremos. Avança na Tua velhice robusta. A tradição é o vento que a tua passagem levantar.