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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

OLHAR AS CAPAS


Lavagante

José Cardoso Pires

Fixação de texto: Ana Cardos Pires

Capa: Carlos César Vasconcelos

Relógio d’Água, Lisboa, Setembro 2025

Fresco e impecável, o barman, está do outro lado balcão com um sorriso divertido. Bebe e fuma com modos repousados, e entretanto contempla do alto da sua serenidade o jornalista atormentado. Esse homem que ali tem sacode a cabeça dianta duma taça de vinho, estrebucha e fala dos seus sonhos frustrados.

- Viciámo-nos. Agora temos a censura a escrever por nós. E amanhã? Quem sabe escrever amanhã, quando a Censura acabar?

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

TRUMPALHADAS

Donald Trump, disse, hoje, na Casa Branca que irá proibir os órgãos de comunicação social CNN, MS NOW e Politico de entrar na Casa Branca, queixando-se da cobertura que fazem das suas actividades numa publicação nas redes sociais, acrescentando que anunciaria os nomes de outros órgãos de comunicação social em breve.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

CENSURAS, SOMBRAS E RAIVAS


Durante 48 anos perseguiram, prenderam, espancaram, mataram, quem neste país queria ter liberdade de pensar.

Naqueles tempos Adriano Correia de Oliveira cantava Manuel Alegre:

Meu pensamento
Partiu no vento
Podem prendê-lo
Matá-lo não.

Meu pensamento
Quebrou amarras
Partiu no vento
Deixa guitarras.

Meu pensamento
Por onde passas
Estátua de vento
Em cada praça.

Meu pensamento
Partiu no vento
Podem prendê-lo
Matá-lo não.

Foi à conquista
Do novo mundo
Foi vagabundo
Contrabandista.

Foi marinheiro
Maltês ganhão
Foi prisioneiro
Mas servo não.

Meu pensamento
Partiu no vento
Podem prendê-lo
Matá-lo não.

E os reis mandaram
Fazer muralhas
Tecer as malhas
De negras leis.

Homens morreram
Chamas ao vento
Por ti morreram
Meu pensamento.

A imagem que acima se reproduz, faz parte de um trabalho que, a seguir ao 25 de Abril, a revista Cinéfilo publicou e em que mostraram como fomos censurados.

No dia 22 de Setembro, pelas 19,30 horas, a Cinemateca apresentará um filme de Manuel Mozos sobre cortes de cinema executados pela comissão de censura do Estado dito Novo:

 

  « ALGUNS CORTES: CENSURA III

de Manuel Mozos

Portugal, 2014 - 50 min

M/12

sessão apresentada por Manuel Mozos e Margarida Sousa e seguida de conversa após projeção

A partir de várias horas de cortes realizados pela Comissão de Censura durante as décadas de cinquenta e sessenta conservados pela Cinemateca, Manuel Mozos assina um filme de montagem através do qual se dá a ver a violência da censura enquanto negação da possibilidade de olhar estas imagens. 
Ao contrário do anunciado, será apresentado o terceiro filme de montagem (de 2014), dedicado a cortes feitos de acordo com o que a Comissão estabeleceu como critérios morais, na sua relação com os comportamentos das mulheres e com a sua imagem, e não o primeiro (de 1999).»

terça-feira, 1 de setembro de 2026

VELHOS RECORTES


Mais um exemplo do que a censura cortou ao semanário Notícias da Amadora.

Antes de ter fechado portas, o semanário publicou umas separatas em que pudemos constatar o que a censura cortou aos escritos que se pretendiam publicar e que já por aqui apresentámos, em Velhos Recortes, alguns exemplos.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

VELHOS RECORTES


O semanário Notícias da Amadora foi uma das grandes vítimas da sanha que os capitães-censores-inculto-analfabetos impuseram aos livros, jornais e revistas que, durante 48 anos, nos impuseram.

Antes de ter fechado portas, o semanário publicou umas separatas em que pudemos constatar o que a censura cortou aos escritos que se pretendiam publicar e que já por aqui apresentámos, em Velhos Recortes, alguns exemplos.

Aqui fica mais um, e voltamos a lembrar palavras de Mário Castrim:

«Porque neste País houve uma censura. Às imagens, ao pensamento. E a propósito: estes censores que mutilaram, castraram, destruíram, odiaram, onde estão eles agora? Em que lugar do Estado? Com que votos? Que espécie de democracia estarão a levantar? Que direitos humanos estão a defender?»

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

O QUE A CENSURA CORTOU


 

Um livro que se encontra no Outro Lado das Estantes, que apresentámos en  29 de Julho, irá servir-nos para reproduzir alguns cortes que um conjunto de censores-militares-analfabetos exerceram no jornal Expresso, bem como em outros jornais portugueses.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

O OUTRO LADO DAS CAPAS

Um útil e interessante documento sobre a censura em Portugal, publicado pelo Expresso e que assinala os 35 anos do nascimento do semanário.

A contra capa do livro assinala, quando o povo no 25 de Abril invadiu os escritórios da censura e destruíram documentos preciosíssimos sobre a nefasta censura.

A ignorância mata!

Em Portugal existiu censura: às imagens, às palavras, ao pensamento.

Em Novembro de 1945, Salazar disse:

«Declaro não ter nunca percebido esta incoerência que ninguém ainda me explicou claramente: por que motivo se exige atenta fiscalização dos géneros deteriorados – o arroz, o bacalhau, a manteiga – e se descura completamente a higiene do espírito, não a aceitando para os baixos sentimentos?

Conheci a censura. Mas, não tendo gosto pelas memórias ressentidas, só muito raramente falo dela. Ainda há pouco toquei nesse terror quando reli Os Demónios – não Os Possessos – na tradução do António Pescada, a quem tão grata sou por me ter permitido ler sem desconfiança os meus romances russos. Está nele incluído o capítulo que Dostoievski se viu forçado a retirar aquando da publicação. Escreveu um outro, totalmente diferente. E a chave do enigma respeitante à personagem principal caiu no lodo. «Que nunca mais, que nunca mais isto aconteça», é o voto que faz qualquer leitor. E, no entanto, está a acontecer.

Não pela força de um poder instituído e frequentemente muito estúpido, mas pela força de um poder massificado, igualmente estúpido, igualmente autorizado por um puritanismo executório. É uma polícia da opinião que não parece imposta e que se aloja no interior de cada um para desencorajar a ousadia, sendo que a ousadia não está hoje na infantil libertinagem sexual e sim no dar palavra e dar figura ao que o homem e a natureza têm de terrível, de necessário, de indomesticável. Dar a palavra ao que é inominável, afrontar o tabu, eis a tarefa.

Não podemos deixar que uma cruzada de higienização se estenda à arte.»

Hélia Correia

O OUTRO LADO DAS ESTANTES


 O Que a Censura Cortou

José Pedro Castanheira

Prefácio: Francisco Pinto Balsemão

Capa: Rui Guerra

Expresso, Lisboa Abril de 2009

“Politicamente só existe o que o público sabe que existe»

                    António de Oliveira Salazar, 1933

“Sem censura, o salazarismo não duraria um mês”

                     Mário Soares, 1972

domingo, 17 de maio de 2026

MÚSICA PELA MANHÃ


Durante a Ditadura salazarista/marcelista a censura, por ignorância, por maldade pura e dura, foi aplicada nas coisas mais incríveis. 

Legenda: recorte tirado de Os Beatles e a Censura em Portugal 


sexta-feira, 8 de maio de 2026

OLHAR AS CAPAS


Os Beatles e a Censura em Portugal

Abel Rosa

Prefácios.

Lauro António

Rui Zink

Âncora Editora, Lisboa, Agosto de 2021

Foi com uma notícia, publicada em Inglaterra no dia 28 de Setembro de 1964, que começou a história deste livro.

Um dos maiores especialistas sobre os Beatles, Mark Lewisohn, presentemente a escrever uma trilogia sobre os quatro de Liverpool, cujo primeiro volume, All These Years Volume One- Tune In. Já foi editado em 2013, enviou um email com dois recortes de jornal e um pedido de informação. A notícia, a mesma nos dois jornais, Liverpool Echo e Liverpool Daily Post, tinha a data de 28 de Setembro de 1964 e Mark pedia-me que confirmasse se era verdadeira e, a sê-lo, quais as cenas ou os diálogos que tinham sido alvo de cortes por parte da censura portuguesa. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

OLHAR AS CAPAS

Vasco Granja

Edição comemorativa no centenário do nascimento

Prefácio e organização: Cecília Granja

Edições Avante, Lisboa Novembro de 2025

A 16 de Novembro de 1954, é detido pela PIDE na sequência da apresentação do filme italiano neo-realista O Caminho da Esperança de Pietro Germi (1950), exibido no cinema Capitólio. A detenção resulta de uma denúncia, pois a receita da sessão destinava-se a apoiar os movimentos de resistência antifascista e as famílias dos presos políticos. A PIDE invade a sala, bloqueia a entrada, apreende o dinheiro e identifica várias pessoas. 

sábado, 10 de janeiro de 2026

O OUTRO LADO DAS CAPAS

Folheto encontrado no interior de A Censura e as Leis de Imprensa: um dos muitos caminhos que a Seara Nova, como outras editoras, percorriam para divulgarem as suas obras, maneiras de fugir à censura, evitar, que quando a Pide invadia as editoras, existissem muitos exemplares de uma obra o menor número de livros a serem proibidos, colocados Fora do Mercado.

OLHAR AS CAPAS


A Censura e as Leis de Imprensa

Alberto Arons de Carvalho

Capa: Acácio Santos

Colecção: Que País nº 3

Editora Seara Nova, Lisboa, Outubro de 1973

Alguma imprensa sindical e um pequeno número de jornais regionais são excepção a este panorama. Muito mais dependentes dos leitores do que dos anunciantes, esses órgãos (Notícias da Amadora, Comércio do Funchal, Jornal do Fundão, Jornal do Centro, Opinião, etc.) têm procurado e conseguido uma qualidade pouco comum na imprensa portuguesa. O facto de serem jornais de opinião conferiu-lhes, por outro lao, um público que será tanto mais fiel quanto mais se acentuar a progressiva estandardização da imprensa diária. Dependentes, em última análise, da conjuntura política do momento, sendo extremamente crítica a sua posição em relação ao regime, esses órgãos constituirão, por outro lado, um importante elemento de crítica em relação à própria imprensa diária.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

VELHOS RECORTES


Mais uma passagem pelos Cadernos da Censura, publicados pelo Notícias da Amadora.


terça-feira, 30 de setembro de 2025

VELHOS RECORTES


 O Notícias da Amadora publicou, em devido tempo, uma colecção de fascículos em que deu a conhecer a enorme quantidade de notícias e artigos de opinião cortados, parcial, ou totalmente pela censura de Salazar e Caetano.

Este é um desses documentos.

terça-feira, 15 de julho de 2025

VELHOS RECORTES


O Notícias da Amadora, juntamente com o Jornal do Fundão, e o Comércio do Funchal, foram bastiões regionais contra a ditadura que caiu a 25 de Abril de 1974

O semanário publicou-se desde 25 de Outubro de 1958 até Dezembro de 2006.

A censura nunca o deitou abaixo, o que levou ao seu fim foi a crise económica que tem vindo a destruir a imprensa escrita.

A censura sempre foi implacável com o semanário.

Em 2001 foram publicados diversos suplementos em que se  mostrava o quanto a censura invadiu as prosas que se queriam publicadas e amiúde eram cortadas, parcial ou totalmente.

Um extraordinário e importante espólio que pode ser consultado na Torre do Tombo.

Hoje, publicanos um artigo de Vitor Silva Tavares, totalmente cortado pela censura:

terça-feira, 13 de maio de 2025

À LUPA


A lupa detém-se hoje na censura que a ditadura nos impôs e chega a um trabalho de Maia do Amaral realizado para a Universidade de Coimbra e anda à volta de um livro de José Cardoso Pires - O Dinossauro Excelentíssimo, um livro escrito à rédea solta, uma sátira política que ridicularizava Salazar, recheado de ingredientes que, necessariamente acabaria por colocar o livro «Fora do Mercado» e em que os desenhos de João Abel Manta ocupam sinal de relevo.

O livro começa assim: 

«De facto, não há muito tempo existiu no Reino do Mexilhão um imperador que na ânsia de purificar as palavras acabou por ficar entrevado com a paralisia da mentira.» e a história «censória» que envolve o livro é esta:

«Um dos casos mais extraordinários deu-se com o Dinossauro Excelentíssimo de J. Cardoso Pires. O livro acabara de sair e o deputado da «ala liberal» Miller Guerra afirmou na Assembleia Nacional que não havia liberdade em Portugal. Para o contrariar, o deputado Casal-Ribeiro (ultraconservador) perguntou-lhe, precipitadamente: «V. Exa. falou no falso conceito de liberdade. E eu pergunto o seguinte: V. Exa. quer mais liberdade do que aquela que nós vivemos neste momento, quando se permite, por exemplo, a saída de um livro ignóbil chamado Dinossauro Excelentíssimo?» (Diário da Sessões, n.º 201, 29 nov. 1972, p. 3960–3961). Apontado estupidamente como um exemplo da liberdade, a Censura ficou sem capacidade de atuar, em relação ao livro e ao seu autor. E foi um verdadeiro sucesso com seis edições entre 1972/73.»

quinta-feira, 10 de abril de 2025

OLHAR AS CAPAS


 

Antes do 25 de Abril: Era Proibido

António Costa Santos

Capa: Ilídio J.B. Vasco

Guerra & Paz, Lisboa, Março de 2025-04-10

Há 60 e tal anos, os estudantes de Maio escreviam nas paredes de paris «É proibido proibir!» Há uns 40, Fausto, o cantor lembrava que «atrás dos tempos vêm tempos e outros tempos hão-de vir». Mas que esta mania parece difícil de erradicar, lá disso não tenhamos dúvidas. E ainda parece estar a ganhar novo fôlego com a chmada cultura de cancelamento. Vamos ter cuidado?

domingo, 2 de março de 2025

OLHAR AS CAPAS


 PIDE/DGS : Um Estado Dentro do Estado

Fernando Luso Soares

Capa: Dorindo de Carvalho

Colecção Cadernos Portugália nº 1

Portugália Editora, Lisboa s/d

Em Conversas com Marcelo Caetano, de Alçada Baptista, podemos ler a páginas 106: - «Noutro dia, ao chegar à Covilhã, dizia-me uma das minhas tias: - Vi noutro dia o Marcelo na Televisão, e achei-o muito cansado… Fiquei tão preocupada… Diz-lhe que descanse. Depois, se ele adoece, quem é que há-de tratar de nós?»

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

DISTO, DAQUILO E DAQUELOUTRO


Há dias, neste Cais, poderia encontrar-se o lamento de que as livrarias vão desaparecendo por Lisboa, também a ideia de fazer um roteiro de algumas livrarias, quando as havia.

Porém na Internet podemos ir encontrando sites que vendem livros.

Um bem interessante e de confiança é a Frenesi Loja:

Mais de 5.500 obras disponíveis no catálogo.

Vou lá regularmente e hoje copio as referências que a Frenesi faz ao livro que reúne as peças de teatro A Guerra Santa e A Estátua:

«Livro apreendido pela polícia política do Estado Novo em circunstâncias particularmente vergonhosas, dando origem ao encerramento da casa editora, que, depois de ver as instalações seladas, acabou com as caves-armazém criminosamente inundadas. Sttau Monteiro será preso, paga do regime pela sátira à ditadura e à guerra colonial. A imprensa, a 7 de Dezembro de 1966, transcreveu o comunicado do governo com a versão oficial para o referido “encerramento”:

«Do S. N. I. recebemos a seguinte informação:

“Foi mandada aplicar á Editorial Minotauro a pena de encerramento definitivo, prevista no art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 33015, de 30 de Agosto de 1943.

Esta pena foi aplicada àquela empresa por ter editado um volume com graves implicações prejudiciais á defesa dos fins superiores do Estado e nomeadamente ofensivo do prestígio das Forças Armadas, que neste momento se batem, numa guerra que nos é imposta, em defesa da integridade nacional.”».

1.

«Resumindo e concluindo: Portugal é mesmo um país especial e indescritível, dos poucos onde dois partidos gémeos, o PS e o PSD, governam à vez e fingem odiar-se, apesar de frequentarem os mesmos restaurantes, as mesmas igrejas, as mesmas organizações secretas, as mesmas praias, e terem entre os seus quadros todo o tipo de gente, desde corruptos a ladrões, malucos, pervertidos, bêbados, esotéricos e desavergonhados. E imagino que seja assim na Iniciativa Liberal, no Livre, no PAN, no PCP… No jornalismo é a mesma coisa: há de tudo, como na farmácia.»

Pedro Garcias de uma crónica no «Público» de 14 de Fevereiro de 2025

2.

No final de Janeiro deste ano, mais de 1,5 milhões de utentes continuavam sem ter um médico de família atribuído. Um número em linha com os valores registados no final do ano passado e com os de final de Março desse ano - o Governo tomou posse a 2 de Abril. Na altura, o objectivo enunciado pelo executivo é dar uma resposta de saúde familiar a todos os portugueses até ao final deste ano.

3.

No dia em que Carlos Paredes nasceu há 100 anos, o Público publicou um excelente trabalho sobre o príncipe da guitarra portuguesa designado por Três Músicos escrevem sobre Carlos Paredes:

Um leitor deixou este comentário:

«Parabéns ao jornal Público, pelo serviço cívico, cultural e artístico, que presta, ao dedicar espaço, tempo e esforço a divulgar o legado de Carlos Paredes. Permito-me, com a devida vénia, complementar o testemunho de Manuel Fúria, com algumas ideias, que espero serem úteis para o debate, que se pretende plural e tudo menos unânime, consensual e, por isso, vazio de substância. Vinte anos depois da morte de Paredes (em 2004), num mundo em que a política dita um rosário de casos de corrupção, de escândalos éticos, económicos, de guerra selvagem e de gente desiquilibrada e megalómana (Trump e Musk são apenas os mais evidentes), relembrar o legado, a simples existência, de um homem simples, humilde, generoso e elegante como Paredes constitui um bálsamo para a alma. Haja esperança e alegria.»

4.

59% dos professores já se sentiram vítimas de bullying e 10% dos professores dizem já ter sofrido agressões físicas, principalmente de alunos, mas também de pais.

 5.

Nas empresas de restauração e similares os imigrantes são já mais de 30% do total de trabalhadores.

6.

Um em cada cinco portugueses reforma-se antecipadamente e em 2024 verificaram-se cinco despedimentos de grávidas por dia, um significativo aumento face a anos anteriores.