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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

POSTAIS SEM SELO


Nos quatro anos de casados nunca ninguém foi tão feliz: Orson chamava-lhe «angel girl», «queridíssima bebé», dizia-lhe «és a minha vida, a minha verdadeira vida» ou «que o sol ande mais depressa para eu poder voltar a ver-te» quando não estavam juntos, e assinava «o teu rapaz».

Apetece ser assim, lamechas, sentimental à «outrance»; afinal é tão breve a nossa vida breve.

Manuel S. Fonseca na sua Página Negra.

Legenda: Rita Hayworth e Orson Welles

domingo, 4 de agosto de 2019

O TEMPO CAVALGA, CAVALGA, CAVALGA...


Rita Hayworth morreu a 14 de Maio de 1987.

Mas João Bénard da Costa diz que ela morreu num dia, num mês, do ano de 1948 quando Orson Wells mandou cortor-lhe os longos cabelos acobreados para que ela assim entrasse em A Dama de Xangai.

O Diário de Notícias, publica-se uma vez por semana em formato papel, encontra-se on line, mas para mim morreu no dia em, diariamente, deixei de o olhar nas bancas dos jornais.

Tudo isto para vos dizer que me chegou às mãos um suplemento do Diário de Notícias semanal em que é feita a evocação da louca viagem, iniciada a 24 de Julho de 2010, do Idílio Freire desde o norte da América até à América do Sul.

Não dei pelo tempo passar e fiquei assim meio aparvalhado coisa que me acontece regularmente desde que passei os setenta anos.

O Cais do Olhar acompanhou essa viagem e, à sua tosca maneira, foi deixando por aqui textos e textinhos sobre essa extraordinária aventura.

Tudo pode ser revisto na etiqueta «Idílio Freire» deste blogue.

Divirtam-se e maravilhem-se.

Legenda. capa do suplemento do Diário de Notícias de 20 de Julho de 2019

quinta-feira, 25 de julho de 2019

VELHAS CANÇÕES


Nunca houve uma mulher como Gilda.
Gilda era Rita Hayworth num tempo em que havia filmes.
Uma canção «Amado Mio», muitos anos depois revisitada por Pink Martini, uma orquestra que me foi revelada pelo meu filho Mário, que nos levou a vê-los ao vivo na   Aula Magna, 11 de Novembro de 2005, Como éramos tão novos!...


sábado, 21 de setembro de 2013

O QU'É QUE VAI NO PIOLHO?


As actrizes do tempo do código de censura de Hollywood, o célebre Código Hays, conseguiam ser mais eróticas que toda a difusão de consumo que por aí pulula e que toca, ultrapassa mesmo, as raias da pornografia.
Tal como disse a Coco-Chanel:

Uma mulher está mais perto de estar nua quando está bem vestida.