Mostrar mensagens com a etiqueta Art Garfunkel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Art Garfunkel. Mostrar todas as mensagens

sábado, 20 de setembro de 2025

MÚSICA PELA MANHÃ

No dia 19 de Setembro de 1981, o Central Park em Nova Iorque foi palco de um enorme concerto protagonizado por Art Gargunkel e Paul Simon.

Estima-se que meio milhão de pessoas assistiram ao concerto. Para os restantes ficaram o disco de vinil, o CD, o DVD, as memórias.

Os lucros foram destinados à remodelação e manutenção do Central Park, que se encontrava deteriorado devido à falta de financiamento municipal. O concerto e o álbum marcaram o início de uma reunião de três anos entre Paul Simon e Art Garfunkel. 

A Música pela Manhã recupera três canções do concerto.

Legenda: fotografia de Mal Bray.



domingo, 13 de agosto de 2017

CANÇÕES DE ENTARDECERES


São diferentes os entardeceres dos domingos?
Digo que sim.
O poeta António Reis, dizia que «é o único dia que não repetimos e que dura menos.»
É este enlanguescer da natureza, este vago sofrer do fim do dia. Cores fabulosas, um fulgor que não conseguimos definir, que andam pelo cor-de-rosa, violeta, cor-de-laranja, cor de fogo. Um deslumbramento.
Um canção incontornável dos Simon and Garfunkel: Bridge Over Troubled Water.
A versão original e mais duas interpretações de arrebatar: Aretha Franklin e Roberta Flack.




quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

CANÇÔES PARA O MEU PAI


O meu pai gostava das canções do Simon and Garfunkel.

Quando íamos ao cinema, tínhamos preferência pelo Apolo 70, pela projecção, o som, a comodidade da sala e dava para petiscar no «snack», e sempre com um salto à livraria e à discoteca.

Numa dessas idas, tinha acabado de sair um «Best do Art Garfunkel» e o meu pai não hesitou: comprou-o de imediato.

Acabou por se apaixonar por «Bright Eyes» que não conhecia.


Logicamente «Bright Eyes» teria de entrar numa das cassettes que lhe fui gravando.


Por «Bright Eyes», há uma passagem deliciosa no «Alta Fidelidade» de Nick Hornby:

 - Não és mesmo capaz de ver a diferença entre «Bright Eyes» e «Got To Get You Off My Mind»?
- Claro que sou. Uma é acerca de coelhos e a outra tem uma banda de metais a tocá-la.
- Qual banda de metais. É uma secção de instrumentos de sopro. Porra!
- Seja lá o que for. Eu percebo porque preferes o Solomon ao Art. Eu compreendo, a sério. E se me pedissem para dizer qualquer era o melhor dos dois escolhia o Solomon sem hesitar. É genuíno, e negro, e lendário, e essas coisas todas. Mas gosto de «Brighr Eyes». Acho que tem uma melodia bonita, e além disso, estou.me nas tintas. Há tantas outras coisas para nos preocuparmos. Bem sei que pareço a tua mãe a falar, mas isto são apenas discos de música pop, e quem é que se importa realmente que um seja melhor do que o outro, tirando tu e o Barry e o Dick? Para mim, é como discutir a diferença entre o McDonalds e o Burger King. Tenho a certeza que há-de haver uma diferença, mas quem é que vai ralar-se a descobrir qual é?

A canção do Solomon Burke não entrou em nenhuma cassette para o meu pai, fugia um tanto ou quanto aos seus padrões de gosto musical.

Mas é mesmo uma grande canção.

Fica aqui, por mera curiosidade.


domingo, 6 de outubro de 2013

CANÇÕES PARA O MEU PAI



O meu pai, essencialmente, tinha gosto pela música clássica, daí que a esmagadora maioria da sua discoteca tivessem esse toque.

Gostava de outras músicas, tinha algumas dessas músicas, mas eram uma mera excepção.

Gostava de algumas canções que, tanto eu como o Luís Miguel Mira, volta e meia, lhe dávamos a ouvir.

Um dia pediu-me se lhe gravava umas cassettes com essas músicas.

Assim aconteceu.

O tempo adulterou todo esse material gravado, hoje completamente inaudível, aontecendo também que algumas dessas cassettes perderam-se.

Há dias lembrei-me que seria gratificante voltar a buscar essas canções e colocá-las por aqui.

Será uma escolha aleatória, baseada nos apontamentos que deixei na contra capa das cassettes, também na hoje curta memória das canções que gravei para o meu pai.

Começarei por aquela canção que acabou por dar origem ao pedido: El Condor Pasa ,que pertence ao folclore peruano e para a qual Paul Simon escreveu um poema.

Prefiro ser um pardal do que um caracol, prefiro ser um martelo do que um prego, se eu apenas pudesse certamente o faria.

Um pequeno apontamento histórico sobre El Condor Pasa pode ser lido na Wikipédia, 

El Condor Pasa faz parte do excelente álbum, de Simon and Garfunkel, Bridge Over Troubled Water, publicado em 1970.