É
opinião unânime: o governo de Luís Montenegro chumbou em toda a linha na
cobertura de defesa e apoio às depressões que assaltaram Portugal desde 22 de
Janeiro e ainda persistem.
Soube-se
que o comandante nacional da Protecção Civil foi autorizado a sair para
Bruxelas para uma formação.
Esteve
fora do país durante os primeiros dias das depressões.
Fez
falta? Não fez falta?
As
opiniões dividem-se.
Justificou-se
que se estivesse no país nada mudava nos trabalhos desenvolvidos.
Dona
Alfredina, minha porteira, perguntou:
- Se não fez falta,
porque está na Protecção Civil?

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