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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

AO CAIR DO PANO

 

Tanta gente para, ao longo do país, olharem a lua tapar o sol.

A Maria Judite de Carvalho, num dos seus livros, diz: «Todos estamos sozinhos, Mariana; Sozinhos e muita gente à nossa volta. Tanta gente, Mariana! E ninguém vai fazer nada por nós. Ninguém pode. Ninguém queria, se pudesse. Nem uma esperança.».

As televisões, com a mediocridade, a banalidade habituais, com que abordam tudo o que tocam, ocuparam todo o tempo, do antes e do depois, do eclipse do sol.

cmtv colocou em «alerta»: «o eclipse está a fascinar os portugueses».

Algures, um português diz ao repórter: «a graça disto, deixa um gajo maravilhado!»

O primeiro-ministro, ainda antes do eclipse, afirmou, em Cascais, aos jornalistas:

«O governo trabalha todos os dias, 24 horas por dia, sete dias por semana", deixando ainda um pedido, uma reflexão à comunicação social sobre as suas prioridades.

E, ternamente, voltei a ouvir falar de Rio de Onor, uma aldeia com 43 habitantes, que recebeu centenas de visitantes, pois era aí que o eclipse se mostraria a 100%.

QUOTIDIANOS

Discussão entre vendedores de louro prensado na Baixa de Lisboa, acaba com homem a puxar de pistola e atirar contra rival. Falhou o alvo, mas acertou numa mulher sueca que estava a comprar pastéis de nata.

sábado, 1 de agosto de 2026

QUOTIDIANOS

Estação do metro S. Sebastião.

Uma jovem no topo da escada, dois pombos na mesma escada, aguardando a abertura do El Corte Inglês.

Colaboração de Aida Santos

quarta-feira, 22 de julho de 2026

QUOTIDIANOS

 «Numa tarde em que estava sentada numa esplanada a beber um café e a ler um livro, fui interpelada por uma antiga colega de trabalho que apareceu sem eu dar conta: disse-me, em tom jocosos, que eu tinha uma boa vida, pois estava ali, sem fazer nada, “ a lar um livrinho ao sol”. Achei interessante esta ideia de que uma pessoa que está a ler um livro tem uma vida ótima, porque eu estava de rastos nesse dia, exausta, a ter os meus primeiros trinta minutos sozinha depois de ter sido mãe. Ela tinha razão: ali estava a viver uma boa vida, no entanto, não era por não estar a fazer nada – luxo a que todos deveríamos ter acesso -, mas, sim, por estar a ler.»

Maria Francisca Gama, escritora

domingo, 19 de julho de 2026

ERRAR...ERRAR...ERRAR!...


Há quem não goste de errar.

Há quem goste de errar e entender que errar é importante.

Há quem nunca erre, como murmurava Cavaco Silva, ele proprio, que também nunca tinha dúvidas!...

Falemos de erros, falemos de experiências.

Há uma canção da América Latina que nos fala de tropeçar sempre na mesma pedra e com o mesmo pé. Também há Bertold Brecht: «Não me interrompam nem me distraiam. Estou muito ocupado na preparação do meu próprio erro.», ou E.J. Phelps: «o homem que não comete erros não costuma fazer grande coisa», Elbert Hubbard: «o maior disparate que se pode fazer na vida é viver continuamente com medo de cometer erro», também não falta Pablo Picasso: «o que me salva a vida é que cada fez faço pior», ou Federico Fellini: «a pessoa que eu mais admiro é aquela que é capaz de falhar repetidamente, e mesmo assim ter a persistência de continuar a tentar. Quando lutas por uma coisa, o mais difícil é manteres o respeito por ti», e há aquele poema do Paulo Leminski:

«Nunca cometo o mesmo erro

duas vezes

já cometo duas três

quatro cinco seis

até esse erro aprender

que só o erro tem vez.»

Frequentemente atribui-se a Napoleão Bonaparte a frase:

«Nunca interrompas o teu inimigo enquanto estiver a cometer um erro».

O Dicionário de Morais define erro como «acção de errar; desacerto; inexactidão» e errar como «não acertar com; enganar-se em: não dar com ou em; falhar».

A actriz Beatriz Batarda, numa entrevista, contou:

«Uma vez com 17 anos, tive um desses desgostos. O meu avô passou-me a mão pela cabeça e eu disse-lhe que ele devia estar envergonhado por mim. E ele respondeu-me: «Eu não te avalio pela quantidade de vezes que tu cais, mas pela rapidez com que te levantas». E no dia a seguir deu-me um sempre-em-pé de madeira, um bonequinho que anda sempre comigo na minha caixa de maquilhagem. Na vida não vale a pena ter medo de nos entregarmos. Não importa cair, mas levantar-se rápido. Vencer, mesmo que depois se caia outra vez…»

Cinco anos antes de morrer, Samuel Beckett escreveu três frases que resumem tudo: «tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor.»

Raul Brandão escreveu: «Se tivesse de recomeçar a vida, recomeçava-a com os mesmos erros e paixões». O meu pai dizia praticamente o mesmo, mas acrescentava: «uma única coisa faria diferente – tratava melhor dos meus dentes!»

Cometer sempre novos erros ou errar, errar de novo, errar melhor.

Durante um tempo, pela net, apareceu um texto intitulado Instantes atribuído a Jorge Luís Borges. Não é da autoria de Borges mas, aparentemente, da escritora norte-americana Nadine Stair, escrito em 1978, quando tinha 85 anos.

"Se eu pudesse novamente viver a minha vida, 
na próxima trataria de cometer mais erros. 
Não tentaria ser tão perfeito, 
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido. 

Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. 
Seria menos higiênico. Correria mais riscos, 
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, 
subiria mais montanhas, nadaria mais rios. 
Iria a mais lugares onde nunca fui, 
tomaria mais sorvetes e menos lentilha, 
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários. 

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata 
e profundamente cada minuto de sua vida; 
claro que tive momentos de alegria. 
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente 
de ter bons momentos. 

Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos; 
não percam o agora. 
Eu era um daqueles que nunca ia 
a parte alguma sem um termômetro, 
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas e, 
se voltasse a viver, viajaria mais leve. 

Se eu pudesse voltar a viver, 
começaria a andar descalço no começo da primavera 
e continuaria assim até o fim do outono. 
Daria mais voltas na minha rua, 
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, 
se tivesse outra vez uma vida pela frente. 
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo». 

sábado, 4 de julho de 2026

segunda-feira, 29 de junho de 2026

UM VERSO, PODE MUDAR O DIA


A Historia começou em Maio e chama-se «Um Verso, pode Mudar o Dia».
Que bom sabermos destas notícias, que bom encontrarmos poemas nas viagens que fazemos no metropolitano de Lisboa, nós que, de segunda a sexta-feira pelas 09,00 horas, colocamos nas pedras do cais, um poema:

«A poesia no Metro lembra-nos aquilo que a leitura pode fazer: inspirar e fazer parar.

Num momento improvável, num dia como todos os outros.

Esta nova iniciativa é um projeto que leva a leitura para dentro das carruagens, transformando o quotidiano das viagens num espaço de encontro com a palavra escrita. Há momentos em que uma palavra faz a diferença no nosso dia — e os versos têm esse poder.

Mais do que uma presença decorativa, os excertos literários agora visíveis nas carruagens foram pensados para surpreender, inspirar e criar um momento de pausa no ritmo acelerado do dia-a-dia. São textos que surgem sem aviso, mas que podem marcar — pela sua simplicidade, pela sua força ou pela forma como dialogam com quem os lê.

Os poemas e excertos apresentados resultam do envolvimento dos trabalhadores do Metro, que foram convidados a selecionar textos com significado pessoal. Esta dimensão colaborativa reforça a ligação entre a organização, a cultura e a experiência dos seus clientes.

A seleção final dos conteúdos contou com a curadoria de Manuela Pargana, Diretora de Departamento da Promoção da Leitura do EduQA, I.P., do Ministério da Educação, Ciência e Inovação, assegurando a qualidade literária e a diversidade dos textos apresentados.

Esta ação pretende partilhar palavras que podem inspirar os nossos clientes.»

segunda-feira, 22 de junho de 2026

QUOTIDIANOS

Há dias em que não devia ler jornais.

Um homem de 33 anos, com antecedentes de violência doméstica, e a filha menor morreram numa destas madrugadas, após a queda do oitavo andar, em Santarém.

A Polícia Judiciária confirmou que está em causa um "suicídio acompanhado de homicídio da filha em contexto de violência doméstica com objetivo de provocar sofrimento à mulher".

segunda-feira, 30 de março de 2026

DO PECADO ORIGINAL

 “Lideramos a luta contra o wokismo. O CDS é o original"

Paulo Núncio, in Expresso, 19/03/2026


Se eu pudesse recrutar os bons ofícios deste destemido deputado, recrutá-lo-ia um dia para pôr ordem no meu jardim porque nele abundam as plantas hermafroditas. Aquele pequeno território não é governado pelas leis do binarismo e já várias vezes fiz esta pergunta: o que se passou no Jardim do Éden, que outros pecados nele foram cometidos para além daqueles em que caíram Adão e Eva? Terá o Jardim do Éden sido afinal a estação originária para orgulhosas manifestações do wokismo das plantas? Estamos aqui perante uma questão ideológica ou teológica? Se o CDS “é o original”, talvez o original deputado saiba muita coisa desconhecida sobre o pecado original.

António Guerreiro no Público de 27 de Março

sábado, 21 de março de 2026

QUOTIDIANOS

«Em 1978, o dissidente checo Václav Havel escreveu um ensaio chamado “O Poder dos Impotentes”. Nele, faz uma pergunta simples: como é que o sistema comunista se sustentava?

A resposta começa com um vendedor de hortaliças. Todas as manhãs, este merceeiro coloca um cartaz na sua montra: “Trabalhadores do mundo, uni-vos!” Ele não acredita naquilo. Ninguém acredita. Mas coloca o cartaz na mesma, para evitar problemas, para sinalizar conformidade, para se acomodar. E, porque todos os lojistas em todas as ruas fazem o mesmo, o sistema persiste.»

Mark Carney, primeiro ministro canadiano

quinta-feira, 19 de março de 2026

À LUPA

«Milhões de pessoas ficam mais alarmadas com o aumento de 20 cêntimos no preço do gasóleo do que com a morte de uma centena de crianças no bombardeamento de uma escola.»

Rui Tavares Guedes na Visão

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

QUOTIDIANOS


Em cada fase da sua vida houvera um café, um lugar que era o complemento da casa, do quarto.

Ana Teresa Pereira

terça-feira, 23 de setembro de 2025

QUOTIDIANOS


Ninguém Escreveao Coronel… mas a caixa do correio vai-se enchendo de facturas para pagar – velho que sou nunca aderi a Débitos Directos… - publicidades várias… e estarão para chegar os apelos a votos nas eleições autárquicas… e hoje, algo para resolver o problema da habitação… dado que o governo declarou que o Luís não tempo para tudo… 

domingo, 31 de agosto de 2025

QUOTIDIANOS


 A notícia pertence ao Jornal de Notícias:

«Um homem com cerca de 30 anos foi baleado, na manhã deste domingo, por outro, que se pôs em fuga, na sequência de uma discussão devido a um lugar de estacionamento, em Leça da Palmeira, no concelho de Matosinhos.

O quotidiano das cidades está a transformar-se numa violência completamente estúpida.

Por uma qualquer discussão de lana-caprina, puxa-se de uma pistola e tenta-se matar uma pessoa.

Colaboração de Aida Santos

terça-feira, 29 de julho de 2025

QUOTIDIANOS


 O calor assola o mundo.

Ninguém quer saber dos sistemáticos avisos sobre as alterações climáticas que estão a destruir o planeta.

Breve resumo dos incêndios que assolam o país:

Mais de 1200 operacionais passaram a madrugada no combate às chamas nos incêndios que deflagraram em Arouca, Ponte da Barca e Penamacor, de acordo com a Proteção Civil.

Mais de 40 habitantes passaram a noite confinados na Ermida.

A aldeia de Fornos de Carvão foi evacuada pelas 4 horas, disse à Lusa fonte do Comando Sub-regional da Área Metropolitana do Porto.

Todos os anos ardem vastas áreas de floresta, casas. As temperaturas no interior do país atingem valores de 36, 37, 42 graus centígrados. O calor é insuportável. Ou o mundo recua nas emissões de gases de darbono, ou vamos assistir a catástrofes gigantescas que podem ceifar milhares de vidas direta ou indirectamente.

Os incêndios  já provocaram prejuízos elevados, matando gado, consumindo anexos e alfaias agrícolas, campos agrícolas, árvores.

O drama de grande parte dos incêndios serem provocados por mãos criminosas de gente que são meios-atrasados-mentais a quem uns energúmenos dão uns euros para uns copos e os mandam provocar incêndios.

sábado, 24 de maio de 2025

TEMPO DE MORANGOS


Não há tempo de morangos que não lembre o episódio.

O sabermos sempre que as mãos não bastam para um tempo de morangos, mãos entre sorrisos, entre palavras.

Durante quase dois anos ajudei uns amigos que tinham um restaurante que agarraram quando a empresa em que trabalhavam foi à falência. Trabalho árduo. Eu fazia as compras, dava outros pequenos apoios.

Para as compras ia à loja de um chinês na Avenida Almirante Reis, mesmo em frente do Banco de Portugal, a dois passos de um super Auchan.

Uma manhã, dei para armar em chico esperto:

- Ouve lá, tu vendes-me os morangos mais caros que ali o Auchan…

O chinês parou de arrumar as frutas, olhou-me serenamente, tudo embrulhado num sorriso milenar, celestial mesmo, e disse:

-Pode ser que sim!... Mas eu escolho-te os morangos… Tu compras uma caixa no Auchan e metade estão podres ou a caminho disso…

Olhei o chinês, sem ponta de celestial, com uma vontade maluca de me enfiar chão abaixo. Cumprimentei-o, acabámos a gargalhar, com um então até amanhã.

quinta-feira, 22 de maio de 2025

QUOITIDIANOS

Nas nossas ruas passámos a ver centenas de imigrantes que andam de bicicleta com caixas amarelas às costas. Que ganham miseravelmente, que volta e meia são atacados por elementos de gangs, que lhes roubam as comidas que transportam, os poucos cêntimos que têm nos bolsos.

terça-feira, 29 de abril de 2025

QUOTIDIANOS


Em pleno Apagão, o voltar ao Rádio de Pilhas, ouvir os gritos de alegria na rua quando a luz começou a aparecer, os que chegaram a lançar foguetes, o açambarcamento nos supermercados, as notícias falsas que começaram a ser lançadas para o ar pelo ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Castro Almeida, a admitir a hipótese de um ciberataque, a dependência das nossas vidas face aos telemóveis que aconteceu sem termos dado por isso, ou a frase que um dia ouviu de quem não tem telemóvel e nisso reside a relativa felicidade em que vive…


«O aparelho de rádio tinha um caixilho de madeira e a face era como uma máscara cega, olhos e boca em panos. Havia a mesma melancolia nos brados dos relatos, nas sinfonias, nas novenas de Fátima e na voz quebrada dos discursos de estado. Como se o espírito nos desse sinal do holocausto, alheadas sobre o enlace das silhuetas: estarmos vedadas de tanta finura, veemência ou persuasão. Ainda hoje me assola a tristeza desses sons que não escuto e me temo de um rádio aberto em surdina à minha beira. Vivíamos sob esse rumor a que só mais tardiamente demos sentido, quando o hóquei patinado se tornou uma paixão cívica.»

Maria Velho da Costa em Missa in Albis

Conheci um guitarrista que dizia «a minha amiga rádio». Sentia um parentesco menos com a música do que com a voz da rádio. A sua qualidade sintética. A sua voz única, distinta das vozes que a atravessam. A sua capacidade de transmitir a ilusão de gente a grande distância. Dormia com a rádio. Falava para a rádio. Discordava da rádio. Acreditava numa Terra Longínqua da rádio da Rádio. Como achava que nunca encontraria esta terra, reconciliou-se consigo mesmo a ouvir a rádio. Acreditava que tinha sido banido da Terra da Rádio e condenado a errar eternamente pelas ondas sonoras, ansiando por um posto mágico que o devolvesse à sua herança há muito perdida.

Sam Shepard em Crónicas Americanas

Andava sempre à pesca de qualquer coisa na rádio. A par dos comboios e dos sinos, a rádio fazia parte da banda sonora da minha vida.

 

Bob Dylan em Crónicas 

Já não estou muito capaz de trabalhar, porque a memória, a vista, tudo isso inibe um tipo. Já não leio os jornais, não consigo. A minha ligação com o mundo é a rádio.

Luiz Pacheco

«Ouça, importa-se de baixar mais o rádio?»

«Ora essa. Desculpe, tenho a mania de o pôr muito alto.»

«Como os taberneiros.»

«Ou como os apreciadores de jazz. Como as prostitutas baratas, se quiser. O rádio, Guida, é um vício de solitários.»

José Cardoso Pires em O Anjo Ancorado

Durante o dia, a telefonia estava ligada para o emissor clássico da Emissora Nacional. Apenas ao serão havia uma interrupção do fluxo da grande música quando a voz do meu avô ordenava: “Meninas vamos ouvir a BBC”. Mudava-se de onda durante os minutos com as notícias de Londres lidas pelo Ferando Pessa ou pelo Augusto da Silva, sobre o desenrolar da guerra. “Aqui Londres, Estação da BBC na banda dos 41 e 49 metros”.

António Cartaxo em Quase Verdade Como São Memórias

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

QUOTIDIANOS

Lido, hoje, no Diário de Notícias:

«Confrontos físicos entre Odair Moniz e os dois agentes da PSP, que incluíram agressões mútuas, com uso de bastões por parte dos polícias e de força física de Odair, são descritos exaustivamente no despacho do Ministério Público em que o agente que matou o cabo-verdiano é acusado de homicídio com dolo eventual (quando o autor não tem a intenção direta de causar a morte da vítima, mas assume o risco de produzir esse resultado ao realizar uma conduta perigosa).

Outro facto registado pelo Ministério Público é que Odair não empunhou nenhuma faca no confronto com o agente no momento que antecedeu ao disparo fatal, ao contrário do que foi assumido oficialmente pela PSP no comunicado enviado à imprensa no dia da morte.»

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

QUOTIDIANOS

A Porto Editora deu, hoje, a conhecer, que a Palavra do Ano 2024 é: Liberdade. Angariou 22% dos votos dos portugueses. Outras palavras em discussão, que decorreu até 31 de Dezembro de 2024: "conflitos", "imigração".

No final do editorial no Público, a jornalista Sónia Sapage escreve:

 «Censura. Talvez venha a ser essa a Palavra do Ano 2025, nós é que ainda não o conseguimos prever.»

Um leitor do jornal deixou este comentário:

«Para as crianças, uma das melhores formas de melhorar as capacidades de leitura é criar o hábito de leitura regular. Incentive o seu filho/criança a ler todos os dias e crie um ambiente que promova a leitura. Certifique-se de que existe acesso a livros e revistas adaptados aos interesses e ao nível de leitura da criança. Ao tornar a leitura numa actividade divertida e gratificante, a criança irá desenvolver as suas aptidões de leitura e o seu interesse pelos livros… Como mãe e pai e/ou adulto educador, pode servir de modelo lendo assiduamente e demonstrando entusiasmo pelos livros e pela literatura. As crianças e os jovens tendem a imitar o comportamento dos adultos, por isso, se os virem a ler, é mais provável que leiam também…»