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domingo, 17 de maio de 2020

O QU'É QUE VAI NO PIOLHO?



D. Quixote, o fiel Sancho Pança e as suas andanças, moinhos de vento, aldonza a prostituta que tem de ser salva, aventuras, sonhos impossíveis.

O filme chama-se O Homem de La Mancha e foi realizado em, 1972, por Arthur Hiller.

 Um musical com interpretações de Sophia Loren, Peter O’ Toole James Cococ, para música de Mitch Leigh, e letras de Joe Darion

Durante a inquisição espanhola Miguel de Cervantes é preso como herege por defender pensamentos ditos subversivos e metem-no numa cela ocupada por ladrões e assassinos. Julgado pelos próprios prisioneiros, Cervantes utiliza na sua defesa a história de um homem idoso que passa dias e noites a ler e apenas vê um mundo de vigaristas e gentes sem lei. Durante o julgamento Cervantes, para sua própria defesa, transforma-se em D. Quixote.

Da banda sonora faz parte a canção The Impossible Dream, um êxito que perdura pelos tempos.
Era a canção favorita do Presidente John Kennedy e foi tocada durante as cerimónias fúnebres.

Sonhar mas um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo, cravar esse chão
Não me importa saber se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu, delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão

Por aqui fica o trailer do filme, a versão portuguesa de The Impossible Dream da autoria de Chico Buarque de Holanda e Ruy Guerra, cantada por Maria Bethânia e a versão de Frank Sinatra.




sexta-feira, 15 de maio de 2020

POSTAIS SEM SELO


Nunca devemos confiar num homem que não bebe. E o mesmo se deve aplicar às mulheres.

Peter O’ Toole

sábado, 4 de janeiro de 2014

O QU'É QUE VAI NO PIOLHO?


Num velho documentário sobre Peter O’Toole, penso que realizado pela BBC,a determinado passo mostram uma cena de The Manor, filme de 1999, que nunca vi, do britânico Ken Berris.
.
O’Toole na pele de um alcoólico o que, dado a sua vida toda dedicada a excentricidades, lhe assentou sempre muito bem, conversa Greta Sacchi:

 - Aí estás tu, pequena fonte de sabedoria. Vem até aqui.
 - Posso ir-me embora?
 - Não, não podes! A minha vida foi dedicada à aprendizagem e a outras coisas terríveis e fiquei com muito poucas certezas. Apenas de uma coisa estou seguro: nunca devemos confiar num homem que não bebe. E o mesmo se deve aplicar às mulheres. Bebe com cuidado.
- Muito obrigada, mas não bebo.

Bom, a abertura serve apenas para vos dizer que, em Janeiro, a Cinemateca realiza, um In Memorian Peter O’Toole que começa já hoje com a exibição de Lawrence da Arábia.

Todo o cinema é para ser visto numa sala escura, mas Lawrence da Arábia, dada a sua grandiosidade, é mesmo um daqueles filmes que não pode ser visto de uma outra qualquer maneira.

Vencedor de 7 Oscars: filme, realização, direcção artística, fotografia, montagem, som e banda sonora, a distinta Academia cometeu a incrível proeza de não ter olhado a espantosa interpretação de Peter O’Toole e assim ter ajudado o seu record histórico de ter sido nomeado 8 vezes e nunca ter levado para casa o raio da estatueta.

Em 23 de Março de 2003, a Academia de Hollywood concede-lhe um Óscar honorário, entregue por Meryl Streep e Peter O’ Toole não resistiu a deixar o irónico comentário

Sempre dama-de-honor, nunca uma noiva.

LAWRENCE DA ARÁBIA

de David Lean

com Peter O’Toole, Alec Guiness, Anthony Quinn, Omar Sharif, Arthur Kennedy, Claude Rains

Reino Unido, 1962 - 187 minutos

legendado em português

Sala Félix Ribeiro

15,30 Horas

Um dos mais célebres épicos da história do cinema, que voltou a consagrar David Lean junto da Academia de Hollywood, com vários Oscars, entre eles os de melhor filme e realizador. A fotografia de Freddie Francis faz maravilhas com os desertos. No seu mais carismático papel, Peter O’Toole encarna o enigmático T.E. Lawrence, o oficial do exército inglês que conduz o povo árabe na luta contra a ocupação turca. É para o evocar que voltamos a LAWRENCE OF ARABIA na versão da reposição de 1970 que a Cinemateca tem na sua coleção.