Mostrar mensagens com a etiqueta Elon Musk. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Elon Musk. Mostrar todas as mensagens

domingo, 15 de junho de 2025

TRUMPALHADAS


Os Estados Unidos, A maior nação do mundo?, a maior democracia do mundo?, vem assistindo, como nos pátios de escola, a brincadeiras de garotos irresponsáveis.

Foram amigos, perseguem trabalhadores, os imigrantes, Musk gritou que para fazer a América grande havia de «agir depressa e quebrar tudo». Agora desataram a ofender-se um ao outro, pelo meio situações completamente escabrosas.

Os intérpretes são Donald Trump e Elon Musk.

«Se não fosse eu, não conseguias chegar a presidente»!

Numa qualquer esquina Musk soprou que irá constituir um terceiro partido e conseguiu dizer que Trump andou metido em orgias com Jeffrey Epstein & Co.

Mas agora diz que, nisso, foi longe demais e já apagou a acusação.

Mas estas coisas não se apagam assim… tão facilmente!...

O outro replicou:

«Vais arrepender-te!»

Aguardam-se os próximos episódios.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

OS DIAS VISTOS DO CAFÉ DO MONTE

Sejamos claros: o problema não é o que Elon Musk escreve no X: o problema são os cheques que ele depois passa quando vai para casa. Sem cifrões – palavra que foi perdendo crédito entre nós após a conversão de Portugal ao euro – os pontos de vista de Musk não teriam sequer cotação na bolsa de valores da opinião pública. E, sim, até onde a minha vista alcança, nunca como hoje foi tão absolutamente visível que money makes the world go round, de resto um facto bastante anterior ao dueto de Liza Minnelli e Joel Grey em 1972 no Cabaret de Bob Fosse. Em 1914, o norte-americano de origem alemã, Adolf Philipp, um nome então bem conhecido da Broadway, compôs canção de título idêntico para a comédia musical Two Lots in the Bronx e, sem nos desviarmos do tema, recorde-se que o primeiro volume de O Capital de Marx foi publicado ainda antes, em 1867. Há mais de 150 anos que andamos à volta do mesmo.

Parecer actual e irrefutável: os ricos estão a ganhar! E nem o mais pobre de entre nós ousará dizer o contrário.

Da crónica de Ana Cristina Leonardo no Público de 10 de Janeiro.