È um domingo de 1968, mais precisamente, 30 de Setembro.
Para conversas com o grupo que, na Madeira, fazia o Comércio do Funchal, Mário Sacramento
viaja até à Madeira.
Regressou a Lisboa e foi até à redacção do Diário de Lisboa.
Para saber do andamento das coisas que envolviam a
doença de Salazar e olhou as provas já montadas para saírem quando o ditador
bater a bota.
Escreve Mário Sacramento no seu Diário:

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