Já não assim muitos os que se lembram da alvorada de Abril, das aventuras e desventuras do nosso caminhar naquele Verão dito quente de 1975, do homem que acreditava no povo e disso vez bandeira e luta.
Chamava-se Vasco Gonçalves.
Este livro é algo de importante para os que esqueceram,
para os que não sabem o que foram aqueles mágicos e muito difíceis dias.
O título do livro diz tudo: «Não Pode Haver Neutros»,
todos aqueles que pensaram, que pensam, que ficar no meio é o espaço ideal para
poder ver os dois lados. Também não pode haver sacanas que, então, apareceram
em quantidade desmesurada, quando o que se podia era algo diferente:
«Nós também precisamos de aliados nesta
revolução; precisamos de pequenos empresários, médios empresários, que
compreendam esta revolução, que caminhem ao nosso lado; nós precisamos também
de alianças porque isto é uma tarefa muito grande. Mas, repito, a revolução só
comporta duas situações: ou se está com ela ou contra ela. Não há tipos que
possam dizer «eu sou neutral, não me interessa nada a política.»
Vasco Gonçalces do Discurso da Sorefame, 17 de Maio de
1975.
Naturalmente, nem tudo correu como se esperaria.
Sobre Vasco Gonçalves fica uma opinião do pintor João
Abel Manta:
.jpg)

Sem comentários:
Enviar um comentário