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sábado, 25 de julho de 2015

PESSOAL E TRANSMISSÍVEL


Um recorte de jornal sobre Woody Guthrie.
Não consegui encontrar a data e o jornal em que foi publicado.
Muito bonito aquele... porque é a principal razão por que a escrevi.

                                     


domingo, 5 de julho de 2015

PORQUE HOJE É DOMINGO


O Caçador é um filme de que gosto muito.
Não consigo explicar como é que esta cena ficou mais registada de que qualquer outra do filme e o filme tem cenas fabulosas.
Naquele tempo, passei dias e dias à procura desta canção.
Bom domingo!

domingo, 28 de junho de 2015

PORQUE HOJE É DOMINGO



Hoje, acordei assim.
A mesma canção, duas versões: 
Nada mais por Lisa Ono e Lately por Stevie Wonder
Bom domingo.


Sinto quando alguém te interessa
Mesmo quando finges que não vês
Se desapareces numa festa
Eu já sei

Não te quero ouvir falar do tempo
Se eu só pergunto onde vais
Mas se quiser saber se voltas logo
You don't know, nada mais

Vão dizer que são tolices
Que podemos ser felizes
Mas tudo que eu sei
Não dá pra disfarçar
Dessa vez doeu demais
Amanhã será jamais!

Onde a gente vai tem uns amigos
Que você precisa visitar
Se não sou feliz são só ciúmes
Nada mais


Mais de uma vez flagrei seus lábios
Na intenção do nome de outro alguém
Mas se quiser saber o que eles calam
Você diz: Tudo bem!

sexta-feira, 19 de junho de 2015

DA MINHA GALERIA


Há discos únicos.

Acima de tudo porque saem do gosto de partilhar.

Há coisas que vale a pena receber de mãos estendidas e guardá-las.

Um dia, em conversa de guedelhudos-ié-ié, disse que a minha canção da vida era  «Unchained Melody».

João Rato ouviu, registou, e um dia surpreendeu-me com a oferta de um duplo CD contendo  49 versões de «Unchained Melody».

Diz o Google que há mais de 500 versões nos mais diversos idiomas.

Um apuradíssimo gosto musical, uma enorme paciência e gozo, permitiram este extraordinário disco, que tem lugar primeiro na minha discoteca.

O caso extraordinário de como uma só canção permite um disco que vos garanto, apesar de ser suspeita na matéria, é genial.

Só ouvindo.

Não tenho mais palavras.

Apenas o lamentar que «Rato Records» tenha interrompido o seu trabalho.

Ficaram mais pobres os dias.

É este o alinhamento das versões de «Unchained Melody» escolhidas pelo meu amigo Rato:

Alex North – Andy Williams – Barry Marilow – Bert Kaempfert, Air Supply, Inner Circle – The Lettermen – Chet Atkins – Cliff Richard – Jimmy Young – The Drifters – The Ventures – Gene Vincent – Julie Rogers – Robson S. Jerome – Ray Conniff – Pete Drake – Ricky Nelson – Celly campelo – Daniel bacelar – Acter Bilk – Harry Belafonte – Il Divo – Les Baxter – The Righteous Brothers – Jean Carson – John Barry – Rockapella – The Browns – Leam Rimes – Duanne Eddy – Roy Orbinson – Los Cativos – Johnny Naestro – Mar G. Quintilha – Roger Whitaker – The Supremes – Manhattan Transfer – Fausto Papetti – Al Hibber – The Teddy Bears – Ray Hamilton – Paul Mauriat – The Fleetwoods – Pat Boone – Neil Diamond – Amici Forever – Elvis Presley.

A versão  dos Righteous Brothers é um caso à parte.

Por mera opção sentimental, gosto muito da versão do Elvis, do Cliff, do Neil Diamond, do Daniel Bacelar, das Supremes.

Por dificuldade na escolha destes favoritos, servi-me de uns papelinhos com os respecticos nomes. 

Saíram as Supremes.

Pois que fiquem as Supremes.

domingo, 31 de maio de 2015

PORQUE HOJE É DOMINGO




Maio está achegar ao fim.
O tempo agora é uma correria,
Desde ontem que começaram as Festas da Cidade, santos populares, mais uns dias entramos pelo Verão dentro e quase sem se dar por isso chegamos a Setembro. Aí pensamos que o Natal está ao alcance de um passo de anão.
Fui buscar uma das canções de que gosto muito. Mesmo muito.
Bom domingo!

domingo, 16 de novembro de 2014

PORQUE HOJE É DOMINGO


Esta semana, na viagem de carro da Parede para Lisboa, o rádio do carro colocou no ar esta lindíssima canção que eu conheci pela primeira vez cantada pelos Platters e que, entre tantas e tantas outras canções, preencheu a minha adolescência.
Acontece que gosto muito desta versão do malogrado Freddy Mercury.
Lagriminha ao canto do olho.
Bom Domingo.

domingo, 2 de junho de 2013

domingo, 18 de novembro de 2012

ONTEM, FOI UM DIA EM CHEIO


À tarde, o lançamento do livro do Miguel.
À noite, o concerto dos Cowboys Junkies.
Desculpe Dona Isabel Jonet, mas lá tive de prescindir de uma radiografia para ir a um concerto.
A avó Brigida sempre disse que tristezas não pagam dívidas.
Comecei a conhecer os Cowboy Junkies desde o tempo em que o Mário, ainda estava aqui em casa, punha os discos a tocar.
Agora, lembrou-se de que eu gostaria de ver o espectáculo.
Uma canção ficou a marcar: If You Were the Woman and I Was the Man.
Quando o Afonso era bebé, esta era uma das canções que eu trauteava para ele adormecer.
Para o concerto não tenho palavras apenas tive muita pena que ontem não a cantassem.
Então, seria tudo perfeito.

DA MINHA GALERIA


Cowboy Junkies, If Were The Woman and I Was the Man.
Ontem não a cantaram, mas eu ponho aqui.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

JEALOUS GUY



Lido aqui:

Eu tenho uma definição para Jealous Guy (e, já agora, mais uma tentativa da minha parte de ser alvo de enforcamento em Auto de Fé): aquela canção chata, cansativa e remelosa de John Lennon que os Roxy Music conseguiram um dia salvar. E não é preciso dizer mais nada. Também gosto muito da versão de In The Midnight Hour.

Tarzanboy

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

WE ARE THE WORLD

No dia 28 de Janeiro de 1985 , uma constelação de estrelas da música norte-americana, com o fim de angariaraem fundos para combater a fome em África, juntaram-se para gravar “We Are the World”.
A canção foi composta por Lionel Ritchie e Micahel Jackson e o “single” vendeu mais de 20 milhões de cópias, o que permitiu um montante de 60 milhões de dólares e terá sido o mais emblemático “single” de solidariedade até hoje gravado.
Em “We Are the World”, fazem ouvir-se quarenta e duas vozes e, entre outras, estão as de Harry Belafonte, Ray Charles, Bruce Springsteen, Bob Dylan, Paul Simon, Diana Ross, Stevie Wonder, Tina Turner, Dione Warwick, Kenny Rogers, Willie Nelson
Pode uma canção mudar o mundo?
Chegará o dinheiro destas campanhas de solidariedade às mãos de quem dele necessita?
Nas minhas noites de pesadelos chego a pensar que grande parte deste dinheiro cai nas contas bancárias que corruptos presidentes, corruptos ministros têm na Suiça.
Peço desculpa por alguma inconveniência, mas acontece que, por vezes, não consigo dominar o meu mau feitio.
E acreditem: detesto ser desconfiado!...