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domingo, 11 de junho de 2023

O SILÊNCIO DAS NOITES


 Julia Roberts, após a conquista da Liga dos Campeões pelo Manchester City, enviou a Pep Guardiola uma mensagem:

«Parabéns, Pep, por conduzires a tua equipa a ser campeã da Liga dos Campeões».

A história tem alguns meses.

Quando atingiu os quartos de final da competição, Pep Guardiola assegurou que nem a conquista da Taça iria apagar a desilusão que sentira com Julia Roberts por, quando um dia esteve em Manchester, não ter visitado o Manchester City preferindo ter visitado o Manchester United.

«Eu tenho três ídolos na minha vida: Michael Jordan, Tiger Woods e Julia Roberts. Há uns anos, a Julia Roberts veio a Manchester – e não era quando Ferguson ganhava títulos atrás de títulos, era quando estávamos melhor do que eles. E ela foi ver o Man. Utd! Não nos veio ver a nós!»

Espera-se que estas palavras de Julia Roberts, para além dos milhões de libras que Pep ouviu tilintar na sua conta bancária, tenham feito emergir Pep Guardiola das noites e dos silêncios em que Guardiola, caiu.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

O QU'É QUE VAI NO PIOLHO?


Diálogo do filme Erin Brockovich de Steven Soderbergh.

Julia Roberts para Albert Finney:

«Vocês, advogados, só complicam situações que não são complicadas. Sabe porque é que as pessoas acham os advogados uns sacanas? Porque o são mesmo!»

domingo, 9 de novembro de 2014

PORQUE HOJE É DOMINGO


O olhar dominical passa hoje pelo filme Notting Hill.
                                                                                       
Ann Scott (Julia Roberts) e Wiliiam Tcaker (Hugh Grant) passeiam à noite, num jardim de Londres.

 Olham um banco de jardim onde se pode ler:

Para a June que amava este jardim. De Joseph que sempre se sentava a seu lado.

Ann comenta para William:

Ainda há pessoas que passam toda uma vida juntas.

Fiquem, agora, com She, canção que aparece no filme nas versões de Charles Aznavour e Elvis Costello.

Ficam as duas.

Bom domingo.

Ela é o rosto que não consigo esquecer
um rosto de prazer ou pesar
o meu tesouro ou o preço que terei de pagar
Ela é o espelho do meu sonho
um sorriso reflectido num riacho
Pode ser o esfriar que o Outono traz
pode ser centenas de coisas
No mesmo dia ela pode ser a bela ou o monstro
pode ser a imagem do meu sonho
reflectido num riacho
Ela não pode ser o que aparenta
fechada na sua concha
Ela parecendo sempre tão feliz entra a multidão
cujo olhar é tão misteriosos e tão altivo
que não permite a ninguém vê-la chorar
Ela é o amor que não posso esperar que perdure
Pode surgir-me das sombras do passado
que não esquecerei até ao dia da minha morte
Ela é a razão da minha existência
o motivo pelo qual existo
Aquela que hei-de amar
Nos anos bons e difíceis
Eu sorvo o seu riso
e as suas lágrimas
E faço delas as minhas recordações
Pois onde ela estiver eu terei de estar
O sentido da minha vida
É ela.

(A tradução é a que aparece no filme.)


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O QUÉ QUE VAI NO PIOLHO?


Dizem que os morangos são a fruta símbolo de Vénus, a deusa do amor.

Dizem também que o champanhe é o leite dos adultos, o néctar dos deuses.

Conta a lenda que Dom Perignon, depois de ter inventado o champanhe, chamou um outro monge e foi-lhe dizendo: Venha depressa provar! Estou a beber estrelas!

Uma cena inesquecível de Pretty Woman?

Quando Richard Gere oferece morangos à Julia Roberts.

 Ela olha interrogativa, e ele responde que os morangos realçam o sabor do champanhe.

Na questão deste pormenor há cepticos.

Quem realmente admita que os morangos realçam o sabor do champanhe, mas que não parece ser a melhor qualidade deste mundo possuir opiniões sólidas e infalíveis porque, se verdade existe na teoria, uma outra conduz-nos a que para que isso, de vero, aconteça, fica sempre a faltar a Julia Roberts…

David Gilmour, em O Clube de Cinema, diz ao filho:

Perguntei certa vez ao David Cronemberg se tinha alguns «prazeres inconfessáveis» em relação ao cinema – filmes que sabia não prestarem mas que adorava na mesma. Abri caminho à sua resposta admitindo ter um fraquinho por Um Sonho de Mulher (1990) com Julia Roberts. O filme não tem um único momento verosímil, mas é uma narrativa surpreendentemente eficaz, uma sucessão de cenas agradáveis que nos prendem até ao fim, depois de ficarmos agarrados àquela história tão idiota.
- Os canais de televisão cristãos – respondeu o Cronemberg sem hesitar.
Alago o fascinava naqueles evangelistas do Sul de cara inchada, a agarrar uma multidão.


Legenda: a cena do filme onde se fala dos morangos e do champanhe, não é bem a que podem ver, mas foi o mais perto que consegui encontrar…