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domingo, 29 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
sábado, 7 de março de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
DOÇURAS
Talvez porque a
Páscoa se aproxima, a SIDUL, a exemplo do que faz pelo Natal,
oferece-nos uma doce e enternecedora colecção de pacotinhos de açúcar.
A exemplo de
outras ocasiões irei colocando por aqui os pacotinhos.
Respectivamente,
frente e verso.
Porque no verso,
a SIDUL, oferece-nos receitas de bolos.
Começo com um
Domingo em Casa da Avó.
A receita é um
Bolo de Laranja Tradicional.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
COISAS EXTINTAS OU EM VIAS DE...
Doce como o amor, puro como um anjo, negro como o demónio e quente como o inferno. Quem da matéria entende, diz que é assim que deve ser um bom café.
Para mim a sentação do café não nasce do sabor mas do cheiro, sensação que se entranha. O beber não acompanha o gosto que vem do cheiro.
Frank Capra, por outros motivos, dizia que o segredo está no desejo e não na satisfação, na perseguição e não na captura.
O cheiro do café pela manhã, o cheiro das casas de cafés que existiam um pouco por todos os bairros de Lisboa, quando os supermercados ainda não tinham invadido a cidade, e o café, depois de escolhidos os lotes, era moído à vista do cliente e acondicionado em cartuchinhos de papel. O cheiro acompanhava os passos até casa.
Tenho a memória das casas de cafés que havia no bairro da Graça, já não há nenhuma. Uma que existia na Morais Soares, hoje é um snack ou lá o que é, onde a Aida, para além do café, comprava umas bolachinas rechedadas às quais o Mário fazia uns enormes olhos.
Na Rua da Misericórdia, quse a dobrar para o Largo de Camões, ainda lá está "A Carioca", uma das mais antigas de Lisboa. Em frente ao antigo cinema Lys mantém-se por lá está o “Moinho do Lys”.
Existirão outras, e seria uma rota interessante a fazer pela cidade, mas as gâmbias já se vão recusando a grandes percursos.
A fotografia no topo é um antigo moinho de café. Está num canto do supermercado do Ferreira, faz parte do museu da casa. Há muito que o andava a namorar para o colocar, aqui, como objecto em vias de extinção. Foi hoje.
Reparo, agora, que poderia ter pedido, à simpática empregada, autorização para afastar a vasoura e o pacote de comida dos gatos, para apenas se poder ver o moínho.
Mas fica assim. Fazer cenário, por vezes, estraga as fotografias, torna-as artificiais. Digo eu, que de fotografia, como tantas outrsa coisas, não percebo nada.
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