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terça-feira, 13 de outubro de 2026

TRUMPALHADAS

 «Enquanto alivia as sanções à Rússia, os EUA agravaram as retaliações ao Tribunal Penal Internacional, que condenou Ratko Mladić à prisão perpétua e cuja morte Dodik celebrou como a de um autêntico herói, horas a seguir à nomeação da ex-juíza sul-africana Navi Pillay como vencedora do Prémio Nobel da Paz. Pillay liderou a comissão da ONU que investigou o massacre de 7 de Outubro e denunciou o genocídio em Gaza.


A política externa de Trump assenta na marginalização das instituições multilaterais (como a ONU ou a NATO) e na sua substituição por relações bilaterais. Ao atacar a principal instituição de justiça global, os EUA atacam as vítimas de crimes de guerra e os países que a criaram.

O homem que queria ganhar o Nobel da Paz está em guerra com a justiça internacional e em defesa dos acusados de crimes de guerra que trata como aliados favoritos: Putin e Netanyahu.»

Amílcar Correia no Público

sábado, 10 de outubro de 2026

À LUPA


Navi Pillay, jurista que denunciou genocídio em Gaza, digo que o que está a acontecer lá é genocídio, é o Prémio Nobel da Paz de 2026.

A notícia foi recebida por Navi Pillay em Nuremberga, onde foi aplaudida efusivamente pelos presentes, segundo um vídeo publicado pela secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, no X. “Muito obrigada. Se continuarem a aplaudir, sou capaz de partilhar este prémio com Donald Trump, ironizou a jurista, numa referência a María Corina Machado, distinguida no ano passado e que tentou oferecer o prémio ao Presidente norte-americano.