Estamos
perante um livro muito bonito.
Octavio
Paz, numa nota, explica:
«As
construções e caixas de Marie José são objectos tridimensionais transfigurados
pela sua imaginação e a sua sensibilidade em conceitos visuais, enigmas mentais
portadores, às vezes de imagens bizarras e inquietantes, outras de percepções
irónicas.
Mais
do que coisas para serem vistas, são asas para viajar, velas para vaguear e
divagar, espelhos para atravessar.»
O texto introdutório de José Bento, acima apresentado, explica o resto.
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