Sempre a falar de paz, Donald Trump atacou seis países desde o início do mandato.
Com
justificações diferentes, Trump encara o uso da força como um elemento central
da sua presidência: Irão, Venezuela, Nigéria, Síria, Iémen e Somália foram os
seus alvos. Outros estarão em agenda como Colômbia, Cuba, Gronelândia.
Além dos países que de facto atacou, somam-se as ameaças a outros que, por
enquanto, escaparam a Trump: Colômbia, Cuba ou a Gronelândia são exemplos.
A
ofensiva ilegal de Israel/Estados Unidos sobre o Irão denomina-se «Operação
Fúria Épica».
É entendimento
geral que não se pode fazer uma mudança, assim do pé para a mão, de regime no
Irão, será mesmo uma missão impossível.
Mas
Trump, qual louco a voar pelo mundo de que se diz único dono, é taxativo:
«Eu posso ficar com aquilo tudo ou acabar com isto em dois
ou três dias».
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