Com a então chamada «primavera marcelista», o Diário de Lisboa-Juvenil fechou taipais.
O ditador
entendia que já lhe bastava um Castrim, quanto mais muitos castrinzinhos.
O Mário
Castrim chegou a dizer antes castrinzinhos que castradozinhos!
O Juvenil
publicou-se de 1967 a 1970.
Talvez um dia
se faça a história daquela cantera de poetas, que o pasquim fascista Diário
da Manhã chamava o Konsommolskaya das Terças-Feiras, romancistas,
actores de teatro/cinema, jornalistas, apresentadores de televisão, deputados,
ministros, um primeiro-ministro e entidades abstractas, como eu, que não deram
em nada.
Numa viagem,
não exaustiva, permite-se citar:
Fernando
Guerreiro
José Mariano
Gago
Luís Filipe
Castro Mendes
Maria Elisa
Jaime Rocha
Fernandes
Jorge
Joaquim
Manuel Magalhães,
Franco
Alexandre
Helder Moura
Pinheiro
Maria do Céu
Guerra
Durão Barroso
Casimiro de
Brito
Nelson de
Matos
José Pacheco
Pereira
Cáceres
Monteiro
Nicolau Saião
A.M. Pires
Cabral
José Freire
Antunes
Hélia Correia
João
Bonifácio Serra
José
Agostinho Baptista
Diana
Andringa
Jorge Silva
Melo
Eduardo Prado
Coelho
Eduarda
Dionísio
Alice Vieira
José Jorge
Letria
Luís Miranda
Rocha
João Mendes
Nuno Júdice
Maria Leonor
Xavier
Tito Lívio
Helder Pinho
Hugo Beja
Torquato da
Luz
Paulo da
Cunha Leão
Rui Nunes
José de
Matos-Cruz
José António
Saraiva
Legenda: imagem da Hemeroteca

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