quinta-feira, 21 de maio de 2026

DIÁRIO DE LISBOA-JUVENIL (1957-1970)


Com a então chamada «primavera marcelista», o Diário de Lisboa-Juvenil fechou taipais.

O ditador entendia que já lhe bastava um Castrim, quanto mais muitos castrinzinhos.

O Mário Castrim chegou a dizer antes castrinzinhos que castradozinhos!

O Juvenil publicou-se de 1967 a 1970.

Talvez um dia se faça a história daquela cantera de poetas, que o pasquim fascista Diário da Manhã chamava o Konsommolskaya das Terças-Feiras, romancistas, actores de teatro/cinema, jornalistas, apresentadores de televisão, deputados, ministros, um primeiro-ministro e entidades abstractas, como eu, que não deram em nada.

Numa viagem, não exaustiva, permite-se citar:

Fernando Guerreiro

José Mariano Gago

Luís Filipe Castro Mendes

Maria Elisa

Jaime Rocha

Fernandes Jorge

Joaquim Manuel Magalhães,

Franco Alexandre

Helder Moura Pinheiro

Maria do Céu Guerra

Durão Barroso

Casimiro de Brito

Nelson de Matos

José Pacheco Pereira

Cáceres Monteiro

Nicolau Saião

A.M. Pires Cabral

José Freire Antunes

Hélia Correia

João Bonifácio Serra

José Agostinho Baptista

Diana Andringa

Jorge Silva Melo

Eduardo Prado Coelho

Eduarda Dionísio

Alice Vieira

José Jorge Letria

Luís Miranda Rocha

João Mendes

Nuno Júdice

Maria Leonor Xavier

Tito Lívio

Helder Pinho

Hugo Beja

Torquato da Luz

Paulo da Cunha Leão

Rui Nunes

José de Matos-Cruz

José António Saraiva


Legenda: imagem da Hemeroteca

Sem comentários: