TRUMPALHADAS
Definitivamente, há que chamar os bois pelos nomes.
É o que
faz, hoje, António Guerreiro no Público, numa crónica a que colocou o título: O demente da Casa Branca.
«Um bouffon foi eleito Presidente dos Estados Unidos, em Novembro de2016, num momento em que outros “palhaços”, talvez um pouco menos espectaculares, conquistaram o poder em vários países, o que nos fez perceber que Donald Trump não era uma anomalia que tinha chegado à Presidência por acaso, mas era antes uma encarnação lógica do descrédito a que chegou a esfera política. O poder grotesco representado por Trump, os signos do vulgar e do escatológico que dão forma à sua linguagem e aos seus gestos, faz parte de um leque ideológico mais vasto de novas lideranças — populistas, iliberais, nacionalistas, fascistas — que, apresentando algumas semelhanças entre si, correspondem a diferentes tipologias.»
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