Abriu a Feira do Livro e por ali permanecerá até 14 de Junho.
Hei-de
lá ir pelos jacarandás, pela frescura que a noite traz, mas este Maio está a ser
terrível com um calor de ananases.
E
pelos livros também lá irei, claro!
Recordando Francisco Vale, editor da Relógio d’Água:
A frase era irónica, numa época em que os artigos sobre a crise do livro tipográfico formavam uma espécie de género ensaístico menor. Alguns anos depois tingiu-se de humor negro com o surgimento dos leitores de e-books e de uma geração habituada aos écrans e desabituada de livros.
Mas o livro impresso entrou no século XXI com inesperado vigor e as previsões sobre o avanço da edição electrónica revelavam-se apressadas.»

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