Luís Montenegro não é um homem confiança.
Desde que tomou posse, ficou a pensar que, a todo o custo, teria que provocar a queda do governo para que acontecessem eleições.
Umas
trapalhadas que é um novelo a que ninguém consegue dar a volta foram o
pretexto.
Ninguém
queria eleições, excepto Montenegro.
Acontecerão
a 18 de Maio.
Aparentemente
muito pouco, ou nada, irá mudar.
O
meu avô dizia-me que quando houver alguém que fale das coisas melhor do que tu,
escolhe o silêncio.
É
por isso que convoco o editorial do Público de hoje da autoria de Helena
Pereira, deu-lhe o título: Luís Montenegro e o Rei Sol.
«Se pudesse,
Luís Montenegro provavelmente só aceitaria um debate televisivo com o líder do
maior partido da oposição, Pedro Nuno Santos. Montenegro quer que a campanha
eleitoral para as eleições de 18 de Maio se centre exclusivamente em si e no
seu Governo, e está a fazer tudo para que assim seja. Quer que na cabeça dos
eleitores ecoe apenas a pergunta sobre se querem ou não um governo liderado por
si. E o Governo que abruptamente interrompeu funções.
É por isso que pretende reduzir ao máximo a participação em debates televisivos.
É por isso que distribuiu 11 ministros como cabeças de lista pelo mesmo número
de distritos, numa aposta inédita em cinco décadas de democracia.»
1.
Montenegro faz casa de luxo a preço de saldo. Moradia
tem 8 casas de banho e lavandaria
Crise da
habitação, pois então!...
2.
Mais de 40 mil
pessoas trabalham nas 380 empresas portuguesas do sector das indústrias de
defesa, que facturam em conjunto cerca de cinco mil milhões de euros.
3.
«Quando os
restantes desiludem, sobra Marcelo Rebelo de Sousa. De acordo com o barómetro
da Pitagórica para o JN, TSF e TVI/CNN, o presidente da República volta a ser o
político português mais popular, ultrapassando Luís Montenegro, castigado pelas
polémicas com a empresa familiar e uma crise que levou à queda do Governo: são
cada vez mais os que dão boa nota ao presidente (55%), e cada vez menos os que
lhe dão negativa (41%). Uma imagem positiva que se fica a dever a um grupo em
particular: as mulheres. São elas que fazem a diferença. Se dependesse apenas
dos homens, Marcelo seria mais um entre uma longa lista de políticos
desprezados.»
Do Jornal de
Notícias
4.
Entre os
partidos que foram recebidos no Palácio de Belém, o líder do CDS-PP, Nuno Melo,
levantou objeções à data de 11 de Maio, por considerar que colidia com a
peregrinação a Fátima de milhares de católicos empenhados em participar na
celebração do 13 de Maio.
5.
Para Portugal
aumentar 1,5% do PIB a despesa militar teria de gastar qualquer coisa como mais
quatro mil milhões de euros anuais, para além dos atuais 3 mil milhões. Vamos
perder esse dinheiro, que tanta falta faz para outros serviços do Estado?
ATÉ MORTOS VÃO A NOSSO LADO
Nestes dias
deixaram-nos:
José Brandão, um dos mais relevantes designers portugueses e professor emérito da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa, morreu na quarta-feira, aos 80 anos, revelou em cominicado a instituição onde leccionava desde 2017.Fundador do B2 Atelier de Design, em 1982, com a sua mulher, Salette Brandão,foi também um dos fundadores da Associação Portuguesa de Designers.
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