O tempo das grandes festas, nas cidades e vilas.
O mês dos perfumes mágicos. Intensos. Sardinhas assadas, manjericos, sardinheiras, Jacarandás, “meu limão, meu limoeiro, meu pé, meu pé de jacarandá”. Cheira a fruta madura quando é Verão. O solstício que se aproxima. Os dias mais longos, as noites sem tamanho.
Lisboa 1992.
Faz-me festas em Lisboa. O que eles riram.
Nunca como nesse ano a sensação de que foram as mais inesquecíveis. Talvez não tenham sido as melhores sardinhas, a melhor sangria,mas tudo foi diferente, marcado nos dias e nas noites, nos acasos. O Ateneu Comercial, a orquestra Latina de Roberto Pia.
A menina dança?
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