O PSD vai-se atolando.
Num repente,
tentando o desespero de ver o pacote laboral aprovado na Assembleia da
República, abraçou-se, mais uma vez, aquela coisa, para adiar, até 30 de Dezembro, a entrega de
projetos de revisão da Constituição.
Entretanto, Luís
Montenegro disse “não fazer ideia” de qual será a adesão à greve geral de hoje,
mas tem a convicção de que “a grande maioria, a esmagadora maioria dos
portugueses que trabalha, vai trabalhar amanhã
Montenegro
acrescentou que, muitas vezes, o que acontece é que uma minoria consegue
condicionar o trabalho dos outros. "Eu espero que isso não aconteça,
espero que se conciliem as duas coisas, que é, uns têm o direito a exercer o
direito à greve e fazem-no, outros têm o direito a trabalhar e também o possam
fazer", vaticinou.

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