Apesar do amor que tinha ao avô (ou devido ao amor que lhe tinha), um dos momentos mais marcantes da infância de António foi quando o avô descobriu que o neto escrevia poema. “Quando soube que escrevia poemas tinha eu 8 ou 9 anos, chamou-me e perguntou-me: “Ouve lá, tu és maricas?”
Diogo
Barreto, na Visão.
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