Estamos no dia 3 de Novembro de 1992 com a Conta-Corrente, último volume, de Vergílio Ferreira, que o próprio autor chama «Caixote do Lixo» e de facto assim é. Quando é que acaba com isso, perguntava-lhe o Eduardo Lourenço.
José
Saramago e António Lobo Antunes têm entradas sombrias, algumas a cheirar a
desprezo por todas as letras da prosa.
Porque
há pouco nos deixou, deixo aqui o que
Vergílio Ferreira, nesta terça-feira de Novembro, deixou sobre o Lobo Antunes,
em que volta a falar do Nobel da Literatura porque nunca esqueceu o que Mário
Soares um dia lhe disse: que o Nobel lhe ficaria muito bem.


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