Rififi
Auguste le
Breton
Tradução:
Mário-Henrique Leiria
Prefácio: Marcel
Sauvage
Capa: Zé Paulo
Colecção Alibi
nº 2
Edições 70,
Lisboa s/d
Os arredores, Paris, o pesadelo, as ruas, os fantasmas…
Quando a barraca do Sueco ficou à vista, tirou o pé do
acelerador e, num último reflexo, arrumou o carro junto ao passeio.
Foi meia hora depois que dois pasmas de giro
encontraram o carro. O garoto continuava a dormir. Tony, o tísico, estava caído
sobre o volante. Os braços tinham escorregado para o assento. As suas tripas
formavam um avental sangrento, sobre as galdinas.

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