A
semana, prestes a terminar, foi marcada pela loucura trumpiana, pela tentativa
do passismo, não se sabe bem como, a morte física de António Lobo Antunes, sim
porque os livros estão ali, naquela parte da estante, apenas à espera de serem
relidos uns, lidos outros.
Sobre
o passismo deverá ler-se o artigo de José Pacheco Pereira no Público de hoje.
«Seria bom que Passos
desse passos para entrar a todo o vapor na política partidária de uma forma mais
transparente do que o alimento cínico do sebastianismo».
Atente-se
nesta frase que marca os nossos dias:
«O bloqueio do elevador social em Portugal, como noutros países da Europa, foi um dos factores do ascenso do populismo e da extrema-direita».
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