Ao que parece Álvaro Santos Pereira, governador do Banco de Portugal, entendeu que a presença de Mário Centeno como funcionário Banco, não ajudava no seu trabalho, seria uma sombra a baralhar-lhe os números...
Tentou-se
a colocação de Centeno como vice-presidente do Banco europeu, mas a coisa
correu mal.
Restava
a Santos Pereira a saída de Centeno do Banco de Portugal com uma oferta
tentadora: através do regime de aposentação ao abrigo do fundo de pensões
existente no banco central, após um acordo entre as duas partes, passa a
auferir uma reforma de cerca de 10 mil euros brutos mensais.
«O meu futuro está em aberto» disse Mário Centeno ao Diário de Notícias...
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