As gentes «daquela coisa, perigosamente, entraram num caminho que pretende fazer o regresso do país aos terríveis e negros tempos que vivemos antes do 25 de Abril.
Pedro Adão e Silva, hoje no Público, escreve que estas gentes, para além de outros atropelos, pretendem «Para defender a cultura diabolicamente nova
A premissa de que há uma "cultura de esquerda" que deve ser substituída por uma "cultura de direita" é perigosa. As políticas culturais devem garantir a variedade da oferta, sem interferência política nos conteúdos da programação; assegurar que há espaço para tudo e criar oportunidades para os artistas e as propostas emergentes. A cultura é um espaço de representação, mas também o lugar onde devemos esperar inovação. Sem essa margem para transgredir, as nossas sociedades ficam condenadas ao imobilismo.»
Uma sondagem da Universidade Católica mostra que, no próximo
dia 8 e Fevereiro, António José Seguro obtém 70% de votos contra 30% do
presidente «daquela coisa».
O perigo destes números é a existência de eleitores
que poderão pensar que o vencedor está encontrado e já não será necessário ir
votar.
Lembrar que a abstenção é uma atitude que, poderá não
lhe dar a vitória, mas favorece os desígnios do presidente «daquela coisa».
Por isso, a música da manhã de hoje, leva-nos para o
poema de António Gedeão que deu uma
canção de Manuel Freire.

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