Requisitámos trabalho para o Mourad e a Aishe limparem a casa para a festa de Ano Novo que vamos dar.
A festa inclui duas pessoas a comer salada de batata e umas salsichas saborosas.
Não
tenho a certeza se as duas pessoas vão aguentar ficar acordadas até à
meia-noite, mas vamos ver o que acontece.
Porque
comemoramos a passagem de ano em frente à televisão.
Se
sobrevivermos até à meia-noite, talvez bebamos uma taça de champanhe ou talvez
tenhamos começado a dormir mais cedo, então, sem champanhe.
1.
Lisboa perdeu mais 12 ecrãs de cinema com o encerramento, no final de 2025, do
complexo Alvaláxia, explorado pela Nos Cinemas. É uma dúzia de salas perdidas
que se junta aos 37 outros ecrãs apagados em várias cidades do país no ano
passado, entre os quais cinco em Portimão, e aos nove que estão a caminho de
encerrar em Vila Nova de Gaia.
2.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, manifestou na passada
quarta-feira repúdio pelas recentes notícias de exonerações de administrações
hospitalares, acusando o Governo de actuar por razões "estritamente de
natureza política".
O governo vai afastar a administração da Unidade Local de Saúde (ULS) de São
José em Lisboa e vai escolher um militante do PSD para o cargo. O mesmo vai
suceder com a ULS de Coimbra.
3.
«Segundo a ONU, até novembro de 2025 mais de 69 mil
palestinianos foram mortos e cerca de 170 mil feridos pelos bombardeamentos em
Gaza ocorridos depois de um ataque terrorista perpetrado pelo Hamas a 7 de
outubro de 2023, que matou 726 civis bem como 379 militares e polícias
israelitas.
A resposta desproporcional de Israel ao terrorismo,
assim quantificada, foi objetivamente uma carnificina, um autêntico genocídio,
como muitos o classificam.
A entrada em vigor do acordo de paz entre Israel e o Hamas negociado em outubro deste ano por Donald Trump retirou do foco mediático a situação humanitária no território palestiniano, mas a ONU voltou a fazer soar o alarme, perante a indiferença ocidental.»
Pedro Tadeu no Diário de Notícias
4.
Os Estados
Unidos invadiram a Venezuela para prender o ditador Nicolás Maduro e fazer o
seu julgamento nos Estados Unidos.
Donald Trump
disse que com este acto militar apenas pretende o petróleo venezuelano e
instalar companhias norte-americanas para renovar o parque de extracção de
petróleo que se encontra praticamente degradado.
Não se sabe o
que seguirá mais: a Colômbia, Cuba...ah! sim, a Gronelândia?
Dizer ainda que este nosso mundo não só está mais perigoso como caminha precipitadamente para o abismo!

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