domingo, 4 de janeiro de 2026

DISTO, DAQUILO E DAQUELOUTRO


 Requisitámos trabalho para o Mourad e a Aishe  limparem a casa para a festa de Ano Novo que vamos dar.

A festa inclui duas pessoas a comer salada de batata e umas salsichas saborosas.

Não tenho a certeza se as duas pessoas vão aguentar ficar acordadas até à meia-noite, mas vamos ver o que acontece.

Porque comemoramos a passagem de ano em frente à televisão.

Se sobrevivermos até à meia-noite, talvez bebamos uma taça de champanhe ou talvez tenhamos começado a dormir mais cedo, então, sem champanhe.

1.


Lisboa perdeu mais 12 ecrãs de cinema com o encerramento, no final de 2025, do complexo Alvaláxia, explorado pela Nos Cinemas. É uma dúzia de salas perdidas que se junta aos 37 outros ecrãs apagados em várias cidades do país no ano passado, entre os quais cinco em Portimão, e aos nove que estão a caminho de encerrar em Vila Nova de Gaia.

2.

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, manifestou na passada quarta-feira repúdio pelas recentes notícias de exonerações de administrações hospitalares, acusando o Governo de actuar por razões "estritamente de natureza política".
O governo vai afastar a administração da Unidade Local de Saúde (ULS) de São José em Lisboa e vai escolher um militante do PSD para o cargo. O mesmo vai suceder com a ULS de Coimbra.

3.

«Segundo a ONU, até novembro de 2025 mais de 69 mil palestinianos foram mortos e cerca de 170 mil feridos pelos bombardeamentos em Gaza ocorridos depois de um ataque terrorista perpetrado pelo Hamas a 7 de outubro de 2023, que matou 726 civis bem como 379 militares e polícias israelitas.

A resposta desproporcional de Israel ao terrorismo, assim quantificada, foi objetivamente uma carnificina, um autêntico genocídio, como muitos o classificam.

A entrada em vigor do acordo de paz entre Israel e o Hamas negociado em outubro deste ano por Donald Trump retirou do foco mediático a situação humanitária no território palestiniano, mas a ONU voltou a fazer soar o alarme, perante a indiferença ocidental.»

Pedro Tadeu no Diário de Notícias

4.

Os Estados Unidos invadiram a Venezuela para prender o ditador Nicolás Maduro e fazer o seu julgamento nos Estados Unidos.

Donald Trump disse que com este acto militar apenas pretende o petróleo venezuelano e instalar companhias norte-americanas para renovar o parque de extracção de petróleo que se encontra praticamente degradado.

Não se sabe o que seguirá mais: a Colômbia, Cuba...ah! sim, a Gronelândia?

Dizer ainda que este nosso mundo não só está mais perigoso como caminha precipitadamente para o abismo!

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